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Quem sou eu
- Mari Costa
- Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.
"Pessoas bem sucedidas"
Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.
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sábado, 31 de maio de 2014
Andragogia e Pedagogia: Qual é a diferença?
Um belo dia fui convocada para dar um treinamento sobre Andragogia, vocês devem estar se perguntando o que é isso, mas fiquem tranqüilos, não só foram vocês não, eu também nem imaginava que palavra seria essa, tive que ir pesquisar, imagine ensinar uma coisa que nem eu sabia o que era. Eu sabia que a Pedagogia é a ciência que ensina as crianças e descobrir que a Andragogia é a ciência que ensina os adultos, pois é, temos que esta aprendendo constantemente.Essa história começou em 1833 com o professor alemão Alexander Kapp usou o termo pela primeira vez no seu trabalho “as idéias educacionais de Platão”, Lá ele defendia a necessidade de continuar aprendendo durante a vida toda, mas se popularizou muito por conta de Malcom Knowles, ele que desenvolveu os conceitos de palestra, workshop e dinâmica de grupos como forma de aprendizado para adultos há mais de 50 anos.
Definiu 5 premissas para a andragogia:
1. Conceito do eu-Mudança de um aprendizado passivo para um aprendizado ativo
2. Experiência- Acumulação crescente de experiência como recurso de aprendizado
3. Vontade de aprender- À vontade em aprender direcionando o desenvolvimento
4. Orientação para o aprendizado-Mudança de aprendizado apenas conceitual para aprendizado prático
5. Motivação para o aprendizado- A motivação para aprender é interna
Cada uma dessas 5 premissas marcam a diferença entre pedagogia e andragogia.Por isso para o adulto, é muito importante alguns pontos em um aprendizado:
• Motivação e interesse em aprender-Saber exatamente para que ele usará os conceitos que está aprendendo
• Conhecimento do desempenho correto a ser atingido-Saber exatamente o desempenho esperado
• Avaliação do resultado ao longo do processo- Saber se ele está no caminho para atingir o desejado, o que precisa ser ajustado
• Conhecimento do progresso na aprendizagem- Saber onde ele está e o quanto ainda falta para atingir o resultado esperado
• Organização adequada do material de ensino- Saber onde localizar informações na “vida real”, quando necessário
Resumindo, Andragogia é: Dar referências para as pessoas e ajudá-las a conectar estas referências com o que elas têm a volta.
domingo, 25 de agosto de 2013
Dicas para escolher um caminho profissional que vai trazer mais prazer e chances de crescimento
Concilie o seu trabalho com aquilo que te dá prazer: se você ama cozinhar, não precisa se transformar em um chef profissional para ser feliz. Nem tudo o que dá prazer tem de se profissionalizar. Quem gosta de culinária e cozinha bem não precisa se transformar em chef para ser feliz – há espaço para isso também na vida de uma executiva ou de uma professora. Um amador leva muitas vantagens sobre um profissional, a começar pelo fato de exercer a atividade conforme a própria disponibilidade e vontade. Um chef tem um longo caminho a percorrer antes de se tornar responsável pelo cardápio de um restaurante. Ele deve trabalhar um bom tempo como auxiliar de cozinha, cujas tarefas têm pouco a ver com “gostar de cozinhar”; precisa estudar continuamente, para se manter atualizado; tem de entender de química, para lidar com ingredientes perecíveis e compreender a compatibilidade entre diferentes sabores…
Ao levar em conta todos esses aspectos, talvez a melhor opção para quem adora a culinária não seja fazer disso sua forma de ganhar a vida. Da mesma maneira, um médico que descobre tardiamente seu gosto por história não deveria pendurar o bisturi para prestar um novo vestibular sem conhecer as oportunidades que o mercado oferece para alguém formado nessa área. É possível que ele descubra que, na melhor das hipóteses, viria a ser professor, mantendo uma rotina distante do seu foco de interesse.
Há muitos caminhos para se buscar a felicidade. A profissão é uma das vias mais importantes, por todas as chances de crescimento que oferece. Apesar de o trabalho ser tão valorizado na nossa cultura, somos convocadas a escolher uma carreira ainda no ensino médio, por volta dos 15 anos, fase em que a maioria das escolhas ainda é influenciada pelos pais, seja para agradar a eles ou para contestá-los.
Para a maioria de nós, a vocação não se impõe de modo assim evidente. A palavra tem sua raiz no verbo latino vocare, que significa chamar. Daí a ilusão de que se deve esperar por um chamado, que vai indicar o único caminho certo a ser percorrido sob o comando de uma voz interior. Na verdade, são vários os caminhos. Escolher um deles depende de um processo deautoconhecimento, que comporta enganos e correções de rota.
A psicóloga Lidia Aratangy dá algumas dicas para você rever os chamados do seu coração, pacificar sentimentos ou ganhar coragem se for preciso mudar. Confira:
Tome posse da sua história: seja protagonista do seu enredo e acredite que você é coautora das suas decisões. Não é o caso de culpar os outros pelas escolhas que fez ao longo da vida.
Olhe para dentro: descubra o que você realmente deseja fazer e também o que você pode.
Olhe para fora: converse com quem tem experiência no que você gostaria de trabalhar e descubra que possibilidades reais o mercado atual tem a oferecer.
Olhe em volta: como estão as outras dimensões da sua vida? Você está insatisfeita com tudo ou apenas com suas atividades?
Tenha coragem: claro que você tem o direito de estar feliz. E a obrigação de contribuir para que esse objetivo seja atingido.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
O que você faz para se destacar no seu emprego?
O mercado profissional está cada dia mais concorrido e acirrado, principalmente para as pessoas que desejam alcançar as profissões de cargos mais elevados. Cada um quer se destacar ou brilhar mais que o outro, infelizmente alguns almejam isso, mas não fazem nada para alcançar tal conquista. Para você ter destaque e ser enxergado pelos grandes executivos, não precisa ser um coordenador, supervisor ou gerente de alguma área, um simples oficce boy ou um estagiário, as vezes se destacam mais que uma pessoa de um cargo maior. Muitas dessas pessoas tem grande carisma e sabem se expressar com autenticidade.
Eu por exemplo quando era uma estagiária, me sentia mais funcionaria do que muitos outros que tinha na empresa que trabalhava. Pois procurava sempre fazer o melhor, ter um ótimo relacionamento interpessoal com meus colegas de trabalhos, isso não quer dizer que sou amiga de todos, e sim sei tratar e respeitar todos por igual, independente de posição que ocupa. Eu não ficava esperando que as pessoas mandassem eu fazer as coisas, ao contrário, meto a cara e faço, pois estou ali para aprender, se errar, temos que ter humildade e aceitar o erro e tirar tudo aquilo como um grande aprendizado. Temos que sempre está disposto a ajudar o outros, principalmente aquelas pessoas menos experientes, que precisam muito de nossa ajuda, acredito que viemos no mundo para servir, e não ser servido.
Se dependesse dos outros, iria permanecer uma simples estagiária, mas não é isso que eu queria para mim, quero ser reconhecida como uma grande profissional, e sei que estou fazendo minha parte, pois ganhei respeito e reconhecimento de todos. Atualmente sou Analista de DHO e Blogueira, trabalho muito, ao invés de está desperdiçando meu tempo com fofoquinhas, papos que não tem nenhuma relação com o trabalho, eu fico produzindo e trabalhando sempre focada em meu crescimento profissional. Uma coisa é certa, os lideres não querem que você faça tudo que eles pedem, eles querem que faça mais além, ou seja sempre acima de suas expectativas. Seja diferente, ousado, tenha atitude, questione e explane suas idéias.
Por isso que aquelas pessoas que só fazem reclamar e não conseguem destaque, vão continuar sem brilho, pois estão desperdiçando energias as coisas fúteis, que não vão agregar em nada no que se refere a sua carreira profissional. Se você se identificou sendo uma pessoa assim, é melhor repensar seus conceitos e tentar melhorar para conseguir se destacar na sua profissão.
sábado, 16 de março de 2013
10 vantagens do processo de seleção interna
É utopia imaginar que todos os profissionais que atuam numa organização, principalmente aqueles que fazem o diferencial para o negócio nunca deixarão a empresa. Afinal, sempre haverá uma razão para o desligamento: motivos pessoais, uma proposta tentadora feita pelo concorrente, aposentadoria ou até mesmo porque a organização identificou que por alguma razão aquele funcionário já não mais apresenta o mesmo desempenho ou se mostra desmotivado. Quando isso ocorre, chegou o momento de contratar outra pessoa para substituir quem já não mais faz parte do quadro. E nesse caso, existem dois caminhos a serem escolhidos: realizar um processo de seleção, recorrendo ao mercado, ou, então, promover o processo de seleção interna. Muitas organizações escolhem a segunda alternativa e isso não é por acaso. Confira abaixo dez vantagens de se valorizar a chamada Prata da Casa, através da realização do processo de seleção interna.
1 - Redução de custo e de tempo na realização o processo seletivo, uma vez que a própria área de Recursos Humanos já tem em "mãos" as informações do profissional que concorrerá à vaga.
2 - A realização do processo seletivo interno traz ainda a vantagem do profissional que concorre à vaga estar familiarizado com a cultura e os valores organizacionais.
3 - Ao assumir suas novas atividades, o profissional que mudou de função traz consigo um benefício: não se sentirá um peixe fora d'água, porque na maioria dos casos já conhece as pessoas com quem passará a conviver e até mesmo tem ideia do que o espera, no que se refere à sua nova realidade no ambiente de trabalho.
4 - Estímulo para ascensão de carreira tanto para quem recebe a oportunidade quanto para os demais profissionais, pois eles podem ver nessa contratação uma motivação para continuar na empresa e conquistarem seus objetivos profissionais.
5 - Melhoria significativa no comprometimento e no desempenho do profissional que recebe uma nova oportunidade. Isso ocorre, porque ele encontra um novo desafio a ser vencido e com mais segurança, uma vez que conhece a empresa em atua.
6 - A contratação através da seleção interna gera um diferencial significativo para a gestão, pois os próprios líderes e a área de RH já conhecem as competências técnicas e comportamentais do profissional que passará a atuar na nova função, o que aumenta significativamente as chances de ter contratado o profissional adequado para a vaga que surgiu.
7 - Eleva o nível de empregabilidade dos funcionários, uma vez que eles se preparam para novos desafios.
8 - Possibilita o desenvolvimento de atividades adequadas ao perfil do profissional que viverá uma nova realidade no ambiente de trabalho.
9 - Diminuição da perda de talentos para a concorrência.
10 - Uma vez que a empresa valoriza seus funcionários, sua imagem no mercado também é valorizada. Isso faz com que outros talentos sintam-se atraído para fazer parte desse time.
Fonte: http://www.rh.com.br/
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
A transição do profissional ativo para a aposentadoria
Durante muito tempo falar de aposentadoria era fazer com que o indivíduo se projetasse para uma posição de mero espectador da sociedade, estar “inativo”, o que acabava afetando a autoestima do mesmo. O trabalho é a principal atividade do homem, significa ser alguém no mundo, fazer diferença, participar das trocas sociais. Se analisarmos veremos que no sistema capitalista o cotidiano de um indivíduo gira em torno do trabalho, que por sua vez é o responsável por distribuir os papéis dentro da sociedade e estabelecer o roteiro da maior parte da vida de um cidadão, pois esta gira em torno dele. A partir do momento que este cidadão rompe com esta rotina a sensação que ele tem é a de que o chão desapareceu sob seus pés.
Em alguns casos provavelmente essa transição poderá desencadear reações depressivas ou doenças cardiovasculares. A depressão seria a somatização de todas as reações intrínsecas e extrínsecas, vivenciadas pelo sujeito nesse momento de adaptação a nova situação. Essa vivência possivelmente acarretará ansiedade e falta de equilíbrio, pois o indivíduo torna-se uma pessoa ociosa e sem objetivos, além de sentir uma mudança no seu status social, isso tudo leva a uma mudança de hábitos que prejudica ainda mais a saúde dos mesmos. Ao se aposentar o indivíduo também acaba passando por situações de stress, diferentes daquelas da vida profissional, mas que também afetam a vida afetiva do aposentado. Tudo está relacionado ao vínculo criado entre sua vida social e sua vida profissional, quando maior este vínculo maior será a consequência sofrida, daí a importância de haver um equilíbrio entre as duas. A aposentadoria deve ser planejada durante toda vida profissional de uma pessoa e não apenas as vésperas.
A preparação para a aposentadoria deve fazer parte de um projeto de vida do indivíduo, seja ela compulsória ou voluntária, é importante reconhecer a necessidade de cada caso, sempre objetivando a qualidade de vida do aposentado, e desmistificando a figura daquele sujeito marginalizado pela sociedade.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Fábula do Gerente
Esta é a fábula de um Gerente de um grande Empresa. Estressado com o desenvolvimento e excesso de trabalho, entrou em colapso nervoso e foi ao médico. Relatou ao psiquiatra o seu caso. O médico, experiente, logo diagnosticou ansiedade, tensão e insegurança. Disse ao paciente:
Moral da estória: Espalhar m*** é fácil. O difícil é tomar decisões. Todas as decisões na vida são difíceis ,independente do cargo que si ocupa e das atividades que exerce, pois as vezes o que é simples torna-se difícil e o que é dificil torna-se simples, vai depender de como lidamos com cada situação.
domingo, 4 de novembro de 2012
10 dicas para melhorar sua imagem profissional
Aprenda técnicas inovadoras para melhorar sua performance no trabalho e ganhar mais reconhecimento. Parece esquisito, mas seu sucesso profissional não depende apenas de esforço, criatividade e competência. É claro que essas três coisas são essenciais, mas saiba: por mais que você se mate de trabalhar, pode nunca ser reconhecida pelo chefe.
- Crie a sua marca
Isso mesmo! Você deve se imaginar como uma marca que precisa ser valorizada e sempre bem lembrada pelo mercado profissional. Mas como virar uma marca bem-sucedida? Primeiro, você tem de estar preparada para a sua profissão e saber em que competências é melhor. Por exemplo: se gosta de lidar com o público, faça cursos e se especialize. Depois, divulgue para todos essa sua qualidade profissional. Se estiver empregada, mostre ao chefe que é esforçada e merece uma promoção. Sentiu que, mesmo assim, não é reconhecida? Hora de usar seu networking. Quanto mais as pessoas souberem que você domina sua área, maiores as chances de ser lembrada quando alguém souber de uma vaga que tenha seu perfil.
- Ofereça ajuda
Uma boa forma de ser reconhecida - e também de se divulgar - é oferecer auxílio aos colegas de trabalho. ''As pessoas sempre admiram quem está disposto a ajudar. Depois, os colegas falarão: Converse com a fulana, ela sabe tudo sobre isso. E você ainda se tornará uma referência'', diz Renato Grinberg, diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br. Mas cuidado: não faça isso o tempo todo. Além de parecer pedante, a atitude ainda pode comprometer seu rendimento, pois ficará sem tempo para suas próprias obrigações.
- Vista-se como o chefe
Você é auxiliar, mas seu sonho é ser gerente? Então, vista-se como uma. ''Jamais tenha medo de se vestir como se estivesse num cargo acima do seu. Sua imagem deve estar associada ao que você deseja ser'', afirma Silvio Celestino, da Enlevo Treinamento para Líderes. Estudo da Universidade da Califórnia (EUA) revelou que mulheres de melhor aparência ganham, em média, 12% a mais do que as de pior aparência. Os trajes devem transmitir credibilidade, e não sensualidade. Então, evite decotes. Roupa amassada, jamais! Mantenha as unhas benfeitas e o cabelo arrumado. ''Sua imagem gera uma impressão, que deve ser positiva. Detalhes fazem toda a diferença'', observa Grinberg.
- Frequente a happy hour
Sair com os colegas numa sexta-feira pode ser ótimo: ''É uma boa oportunidade de se aproximar de pessoas que, na correria do dia a dia, você não teria contato'', diz Carolina Stilhano, gerente de comunicação da Catho Online. Apenas evite atitudes que comprometam sua imagem, como beber em excesso ou fazer piadas de mau gosto. A happy hour é para fortalecer a sua imagem - e não o contrário.
- A linguagem certa
Não fale palavras feias nem use uma linguagem difícil ou arrogante no ambiente de trabalho. Seja natural e não tente opinar sobre assuntos que não domina. ''Pessoas que falam gírias e palavrões o tempo todo têm menos crédito na hora de discutir temas sérios'', analisa Grimberg.
- Esteja sempre bem ocupada
Já terminou suas tarefas e ainda faltam horas para ir embora? Demonstrar que não tem nada para fazer pode parecer corpo mole. Então, pergunte ao chefe se há algo que possa produzir. Ele perceberá que você está engajada e comprometida e, numa primeira oportunidade para desenvolver novas tarefas, você poderá ser a indicada (e a promovida!).
- Bom humor é tudo
Ninguém suporta gente mal-humorada, menos ainda no trabalho. Se não dormiu bem ou está na TPM, pense duas vezes antes de descontar nos colegas. Também não queira ser a mais alegre do universo. Os dois extremos podem atrapalhar sua imagem.
- Pergunte sempre
Se você não entendeu o que era para fazer, peça mais detalhes ao chefe. ''Cerca de 40% dos erros que acontecem nas empresas ocorrem porque a pessoa não entendeu a tarefa'', analisa o diretor da Trabalhando.
- Aprenda a levar bronca
Ao receber uma crítica, reaja com maturidade, atitude que melhora sua imagem no ambiente profissional. Peça desculpas pelo erro, assuma que vai se esforçar para não cometê-lo mais e... bola para frente! Nada de retomar o tema a toda hora e se martirizar. Ficar de bico? Nunca! Não funciona com namorado e não vai surtir efeito (pelo menos positivo) com o chefe.
- Saiba seu valor
Não seja tímida e muito modesta com seus talentos profissionais e seus êxitos na carreira. Com sutileza, em momentos oportunos, fale algo como ''conseguimos'' tal coisa. ''O uso do ''nós'' suaviza a fala e deixa subentendido que foi você quem fez'', ensina Grinberg. ''O tímido, por nunca se divulgar e se comunicar, acaba sendo considerado incompetente'', analisa o especialista. E pior: sem ser notado, como já analisamos antes, as chances de subir degraus na carreira são pequenas. Portanto, se você é boa, mostre isso para todo mundo.
Fonte: Mdemulher
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
As Principais competências de um Profissional de sucesso
Nos tempos jurássicos as empresas valorizavam muita a parte técnica e o QI(Quoeficiente de inteligência) de um profissional, realmente você poderia ser um homem das cavernas, aquele bem fechadão e que não se relacionava com ninguém, mas mesmo assim era esse perfil que as empresas buscavam.
Mas como o mundo vive em plena transformação, as coisas mudaram e o geniozinho e o homem das cavernas foi perdendo espaço, mas claro que ainda as pessoas inteligente se sobressaem, mas também tem que ter a inteligência emocional, ou seja ter a habilidades de motivar a si mesmo e persistir mediante frustrações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns.
Na minha humilde opinião, as principais competências fundamentais de um profissional de sucesso são:
- Liderança: Ser um líder exemplar, que consiga lapidar o que a de melhor na sua equipe e que não quer brilhar sozinho, e sim junto com a equipe toda.
- Criatividade: Temos que ser nós mesmo e buscar coisas novas, e não cópias dos outros. Todo mundo tem criatividade dentro de você, sendo que muitos tem preguiça de pensar e estimular sua criatividade, preferindo ficar na mesmice. Aquelas pessoas que se destacam no mercado de trabalho, são os diferentes, criativos.
- Empatia: Temos que saber se colocar no lugar do outro, para poder compreender suas problemáticas, e assim ajudar os nossos colegas.
- Resolução de problemas e raciocino lógico: Ter a capacidade de resolver os problemas no menor tempo possível e com assertividade, sem transformar um único problema em vários.
- Sonhador: O sonho faz parte da vida e das pessoas de sucesso, é através de sonhos que imaginamos coisas quase impossíveis, mas que corremos atrás para conseguimos realiza-los, pois quem não sonha, não vive
- Humildade: O grande segredo de permanecer com sucesso é a humildade, pois quando chegamos no topo, o ego pode inflar muito e sim não controlamos nosso egocentrismo, podemos nos sufocar, e por isso temos que ter humildade para aceitar que somos iguais e não melhor do que ninguém.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
É a persistência que aprimora o talento
Não há garantias de que as pessoas altamente geniais conquistem seus sonhos. Não se pode assegurar que os indivíduos muito criativos sejam os mais bem sucedidos nos negócios. Também não é possível sustentar que pessoas consideradas mais inteligentes se destaquem enquanto personalidade de sucesso.
Genialidade, criatividade e inteligência são qualidades admiráveis e geralmente encontradas em pessoas de sucesso. No entanto, há uma qualidade invariavelmente presente em cem por cento das pessoas de sucesso: o talento aprimorado. Digo talento aprimorado porque o talento se faz e se aprimora no dia a dia, quando submetido à prova pela busca permanente de nossos objetivos.
O talento só se aprimora diante de desafios e barreiras. Os desafios são o alimento dos campeões, pois permite o exercício da persistência. Agir com persistência, com determinação e força de vontade não é só fundamental para o aprimoramento do talento, mas a única forma de amadurecer nossos diferenciais e fortalecer nossas convicções. Neste contexto, fica fácil perceber que reclamar dos problemas e dos desafios da vida é uma atitude perdedora, pois somente diante deles é possível sermos persistentes. Dentre todas, a maior das garantias de sucesso é aceitar os desafios e agir com persistência.
O desafio é um cartão de visita do futuro.
Roberto Silva
Autor do Livro “Diário do Vencedor”
http://robertosilvaconsultor.blogspot.com
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
11 filmes para ver (ou rever) em 2012 e mudar sua carreira
Especialistas em desenvolvimento profissional indicam longas metragens de todos os gêneros para você repensar sua carreira
- O PALHAÇO: Junto com toda a trupe do circo, Benjamin (Selton Mello) roda o país dividindo os palcos com seu pai. Apesar da paixão que a tarefa de ser palhaço exige, o jovem entra em crise com sua vocação. “Todo mundo passa por isso, mas muitos negam a crise e se obrigam a continuar na carreira”, diz Thelma Teixeira, consultora de projetos na Dasein Executive Search. O filme mostra a importância de investir no “verdadeiro papel, ou seja, aquele que melhor representamos”, como explica João Xavier, diretor geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos. No filme, segundo ele, Benjamin descobre isso exatamente quando estava procurando a si mesmo em outras carreiras. “Quando o chefe dele faz uma piada, ele percebe que fazer piada era algo que ele fazia bem. E o mais importante: ele gostava de divertir as pessoas. Ele não sabia disso antes”, diz.
- CISNE NEGRO: A bailarina Nina Sayers (Natalie Portman) conquista o papel principal de O Lago dos Cisnes. Ela tem confiança para interpretar Odette, o Cisne Branco, mas luta para viver Odile, o Cisne Negro. O filme narra a superação dos limites físicos e as barreiras psicológicas da bailarina. “No mundo corporativo você enxerga situações semelhantes, é muita cobrança, pressão e competição. Se no palco ela busca aplausos, no nosso caso buscamos a aprovação do chefe ou do cliente”, afirma Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page, empresa especializada em recrutamento. Para ele, o filme ensina que só a perfeição da técnica não adianta, é preciso paixão. “Outra dica do filme é a importância de conhecer seus limites. Executivos que viram a noite e abusam de remédios é um exemplo de que qualquer profissão precisa de paixão com responsabilidade”, explica.
- MARGIN CALL: O DIA ANTES DO FIM: O filme, que acaba de estrear no circuito nacional, segue o drama de um grupo de executivos que luta para evitar a falência de um banco de investimentos. As medidas poderão arruinar os mercados globais. “Excelente para mostrar o jogo político e como a hierarquia funciona em empresas. Além disso, mostra como se portar (ou não) em ambientes de crise”, diz Paulo Mendes, da 2GET.
- MEIA NOITE EM PARIS: O roteirista Gil (Owen Wilson) viaja a Paris com sua noiva (Rachel McAdams) para acompanhar os pais dela em uma viagem de negócios. Apesar da carreira bem sucedida em Hollywood, o ersonagem deseja ser escritor. “O problema é que ele estava sempre seguindo o desejo de alguém – da noiva ou da família dela”, lembra Thelma. “Quando ele tem aquela alucinação, ele vê que pode fazer o que deseja e ter uma carreira completamente diferente”. Segundo ela, na vida, tudo é uma questão de sair da zona de conforto. Com equilíbrio e moderação, mas com coragem.
- INVICTUS: O longa conta a história de Nelson Mandela (Morgan Freeman) recentemente eleito o presidente da África do Sul, um país dividido devido ao apartheid. “Mandela usou o esporte como uma ferramenta de integração da população e é possível perceber a forte liderança”, explica Fernando Andraus, diretor da Executive Search. O time de rúgbi q e tem Francois Pienaar (Matt Damon) como capitão da equipe sul-africana tem o desafio de vencer a Copa do Mundo de Rúgbi que estava sendo realizada pela primeira vez no país. “O filme traz lições de liderança, humildade e resiliência”, resume Andraus.
- LIXO EXTRAORDINÁRIO: O documentário indicado ao Oscar este ano segue o trabalho do artista plástico Vik Muniz no aterro Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. “Muitas vezes, as pessoas não têm consciência do potencial que elas têm e deixam de fazer grandes coisas por isso”, diz Thelma. “As pessoas do filme não mudaram de profissão. Mas desenvolveram um meio para dar significado ao trabalho”.
- CORAÇÃO VALENTE: O filme estrelado por Mel Gibson se passa no século 13 e conta a história de um líder que leva seu povo a lutar pela independência da Escócia. “Enquanto líder, o personagem de Gibson é motivador, inspirador e não mede esforços para conseguir o objetivo”, diz Bernardo Entschev, presidente da De Bernt Entschev Human Capital. Ele ressalta também que é possível notar como os valores e ideais são puros e por isso consegue com naturalidade fazer com que mais pessoas se juntem à causa. Apesar de um pouco violento, Entschev recomenda o filme porque tem uma mensagem relevante sobre liderança.
- FORREST GUMP: A trama conta a história de Forrest Gump, um americano que vivenciou alguns dos principais momentos históricos da primeira metade do século 20 – sem perceber isso. O filme fala sobre essência. Apesar da simplicidade, o personagem nasceu para aquilo. Ele não seria diferente por causa das limitações que tinha”, diz André Asseff, diretor da Desix. “Há também a questão da lealdade. Ele sempre foi leal às pessoas que o ajudaram”.
- JERRY MAGUIRE- A GRANDE VIRADA: Tom Cruise interpreta Jerry Maguire, um agente esportivo bem sucedido que é demitido por sugerir que agentes deviam adotar um tratamento mais humano e ter menos clientes. “Assisti esse filme várias vezes e é incrível que apesar dos momentos difíceis, o personagem não desistiu em nenhum momento. Matar um leão por dia era tudo que ele fazia, ele buscava sempre fazer o melhor”, explica Sócrates Melo, gerente sênior de recrutamento temporário da Robert Half. Melo conheceu o Jerry Maguire pessoalmente, mas desde que assistiu o filme pela primeira vez afirma que mudou sua forma de enxergar as coisas. “É preciso ter resiliência, se antigamente era problema, hoje sei que é uma oportunidade de crescimento”, diz.
- O SEGREDO DO MEU SUCESSO: Cheio de ambição, Brantley Foster desembarca em Nova York com o objetivo de fazer uma carreira de sucesso. Mas só consegue emplacar um emprego no baixo escalão. A trama mostra as aventuras e desventuras dele para conseguir chegar ao topo. Para Caio Brisolla, da Marcondes Consultoria, o filme é um retrato da geração Y. “É um cara que teve que aprender na rua, meio sem base. Hoje, a geração Y é muito mais bem preparada e não é carreirista”, diz o especialista.
- WALL STREET- O DINHEIRO NUNCA DORME: Ambientado no epicentro da crise de 2008, em Nova York, Wall Street – O dinheiro nunca dorme (Wall Street: Money Never Sleeps, 2010) traz uma crítica severa com relação aos valores. “Os jovens estão cada vez mais ansiosos com relação ao sucesso. O filme mostra que é preciso tomar cuidado com isso”, diz Brizolla. “Não foque só na meta. Existe uma maneira correta de fazer as coisas”.
Fonte: Revista Exame
domingo, 4 de dezembro de 2011
Você é Generalista ou Especialista?
Tempos atrás acreditava-se que apenas aqueles que tivessem profundo conhecimento em sua área pudessem alcançar o sucesso profissional. Para ser respeitado e requisitado no mercado, o profissional deveria ter graduação, pós-graduação e cursos de especialização, tudo com o mesmo foco. No entanto, o mundo mudou, as necessidades das empresas mudaram, e aquele profissional que sabia apenas sobre determinado assunto teve que se adaptar e conhecer de tudo um pouco para se enquadrar nas exigências das organizações. E esse executivo, que antes era especialista, acabou se tornando generalista.
Mas como podemos definir esse profissional? Para muitos eles são considerados “crânios”, pois conseguem armazenar uma grande quantidade de informações e se destacam na maioria das atividades que se propõem a fazer. Já na opinião de outros, são profissionais que possuem “ralos” conhecimentos sobre diversos assuntos e ao mesmo tempo não sabem muito sobre algo específico. Mas independente dessas definições, o que notamos atualmente é que o mercado está em transição e já é visível uma tendência generalista nas empresas, que cada vez mais procuram reduzir seus custos e ampliar resultados.
Para Kleber Santiago, sócio da Directa Consultoria Empresarial, o generalista possui uma visão ampla de tudo que acontece a sua volta. É extremamente antenado e possui características fundamentais para um profissional de sucesso.
Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial, acredita que os especialistas são extremamente bons naquilo que fazem, no entanto não demonstram flexibilidade. Muitas vezes as empresas necessitam que uma só pessoa resolva mais de um problema, e é nesse momento que o generalista entra em ação. “Hoje nós definimos esse tipo de profissional como generalista, mas eu diria que são pessoas que possuem um conhecimento a mais, que não entende apenas do seu trabalho, mas sim de diversas outras áreas.
Embora o generalista tenha invadido o mercado por completo, o especialista ainda é preterido em diversas situações. Muitas vezes é necessário que se conheça algo por completo e que exista uma atualização constante sobre determinado assunto, já que o mercado gira em uma velocidade extremamente feroz. Nesses casos o executivo que cuida de várias áreas, ou que realiza atividades distintas, não consegue acompanhar e acaba conhecendo apenas o superficial, enquanto o especialista ganha vantagem.
Particularmente eu procuro ser generalista, pois prefiro ter experiencia e vivenciar varias áreas do setor que eu trabalho que é a area de RH, já trabalhei com recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, departamento pessoal, comunicação interna, pois quero trilhar o caminho que futuramente possa exercer um cargo de Gestora de RH, tendo essas experiencias, posso me tornar uma profissional completa.E você, prefere ser generalista ou Especialista?
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O que retém talentos?
Cada dia mais é possível notar gerentes e profissionais de recursos humanos preocupados com planos de retenção de talentos, pois o mercado, cheio de possibilidades, está tornando mais fácil a rotatividade daqueles profissionais insatisfeitos.
O dinheiro já não é mais o principal chamariz dos profissionais qualificados, que buscam possibilidade de crescimento e aprendizado dentro das organizações. Se nossos pais e avós acreditavam na importância da estabilidade, hoje, os jovens querem satisfação profissional e pessoal.
Segundo o Dieese, Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, a média de permanência dos trabalhadores numa mesma companhia na Região Metropolitana de São Paulo é de cinquenta e sete meses, ou seja, aproximadamente cinco anos. Além disso, dados recentes apontam que o Brasil ocupa a segunda posição no mundo em intenção de mudança de emprego entre os executivos e a pesquisa A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros (Catho Online, 2009) indica o aumento do número de profissionais que recorrem a sites deanúncios de vagas e currículos à procura de recolocação.
O consultor internacional da MOT (Mudanças Organizacionais e Treinamento), Alfredo Castro acredita que este fenômeno é resultado da sensação que as pessoas têm hoje de que a permanência em uma mesma empresa é uma coisa ruim, o que ele considera mito. “As pessoas acreditam que deveriam ficar apenas dois ou três anos em uma mesma organização, mas isso apenas deveria ser assim se a empresa não traz mais desafios, se não tem mais motivações”, aponta.
Pensadores como Alvin Toffler (1971) e Zygmunt Bauman (2001) apontam que caminhamos rumo a um mundo que tende à efemeridade, à fluidez e à redução do tempo dos relacionamentos humanos. Nosso cotidiano é marcado pela rotatividade e pela transitoriedade, ou seja, encontram-se cada vez menos relações duradouras na sociedade. Namoros, casamentos e amizades são cada vez mais instáveis. Da mesma forma, os bens de consumo são cada vez mais descartáveis, reflexo da produção e da comercialização indiscriminada de produtos, também tornados efêmeros.
Ainda assim, especialistas entendem que a retenção de talentos é possível. Para o CEO doInstituto MVC, Costacurta, é preciso que as empresas mostrem aos profissionais a possibilidade de futuro, pois desta forma terão motivos para permanecer na organização. “Especialmente para as gerações mais novas, é importante mostrarmos que podem inovar e crescer. O profissional precisa ter autonomia, ter a chance de errar por tentar, e não por não fazer” afirma.
Castro também acredita que as empresas não devem se preocupar apenas com a retenção, mas com a atração por meio da abertura para novas ideias e de benefícios para o colaborador. “As empresas tem que mostrar porque é bom para o funcionário estar ali”, aponta.
Vantagens e maneiras de reter funcionários:
Uma das vantagens da retenção de profissionais é a eliminação de novos custos com seleção, treinamentos e tempo de adaptação. Mas para que exista a retenção, inicialmente é preciso que a seleção tenha critérios rigorosos não apenas quanto à qualificação técnica dos candidatos, mas também em relação a suas características comportamentais.
O grande erro das empresas é focar muito no currículo do profissional e não medir o grau de divergência entre o perfil buscado pela empresa e o perfil apresentado pelo candidato. Isso pode causar um choque que resultará em insatisfação, e provavelmente afastamento deste funcionário, que acaba permanecendo pouco tempo na organização”, avalia Costacurta.
Outro problema que resulta na perda de talentos, para Castro são os problemas com superiores. “Programas de liderança podem ajudar na retenção, pois 70% das pessoas que deixam uma empresa estão na verdade deixando seu líder, seu chefe, e não a empresa de fato”, garante.
Costacurta também aponta que um bom trabalho do líder pode ajudar na permanência do funcionário. “Existem escalas de necessidades. Nem todo mundo precisa das mesmas coisas do mesmo jeito, e os chefes podem avaliar isso e trabalhar de forma a adaptar, customizar o tratamento de acordo com o que seus colaboradores precisam”, afirma.
Fonte: Portal Carreira & Sucesso
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Coaching e Treinamento para Profissionais de Vendas:O que é Mais Adequado?
Meus caros amigos leitores, é com muito alegria e honra que estou estreando no meu blog o meu primeiro Guest post, feito pelo competente Gabriel Eigner, Diretor da Engenharia de Vendas(com mais de 25 anos de experiência na área Comercial, Administrativa e Gestão de Negócios, graduado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie, São Paulo, com diversos cursos complementares no Brasil e Exterior).O Tema escolhido foi Coaching e Treinamento para Profissionais de Vendas.Você vão ter uma aula sobre esse assunto, pois o Gabriel além de ser um excelente executivo, ele sabe muito bem manejar com as palavras e escreve divinamente.
No mundo competitivo em que vivemos, onde os produtos concorrentes se assemelham cada vez mais com suas características e propriedades técnicas, as Empresas precisam se diferenciar através de investimentos na sua marca e imagem institucional e, certamente, na qualidade da sua Equipe de Vendas.
São comuns os “Programas de Treinamento em Vendas”, “Convenções”, “Programas Motivacionais”, “Reuniões de Vendas” e mais uma série de atividades coletivas focadas na capacitação dos profissionais que atuam na comercialização dos produtos e serviços ofertados.
Muitas vezes o sucesso dessas atividades de treinamento tem uma curta vida útil. Após mobilizar uma série de recursos financeiros, infra-estrutura para organizar o evento, muito tempo dedicado da equipe organizadora a Empresa percebe, após algumas semanas, que a retenção dos conhecimentos transferidos para a Equipe de Vendas não foi plena.
O que ocorreu? Quais são as causas que levaram a esta baixa retenção?
Surge então a necessidade de compararmos dois conceitos: Coaching e Treinamento
Ainda de uma forma simplista, vamos estabelecer que o COACHING visa desenvolver o profissional de vendas de forma individual enquanto que o TREINAMENTO aborda processos de capacitação de forma coletiva, da equipe como um todo.
Existem muitas definições para “Coaching” mas eu prefiro a seguinte:
O “Coaching” é um processo individual de capacitação que utiliza ferramentas que ajudam o Cliente (profissional inserido no processo) a refletir sobre sua pessoa e, principalmente, a adquirir uma forte automotivação para programar mudanças em seu comportamento. Assim, diversos objetivos e resultados serão alcançados se o “coach” (consultor responsável pelo coaching) orientar e conduzir seu Cliente, de forma competente, através de sessões individuais e customizadas.
Cada Vendedor ou Profissional de Vendas vive uma realidade diferente. Sua região de trabalho, sua carteira de clientes, sua forma autônoma de agir e trabalhar geram processos e comportamentos individuais onde em comum existem os produtos e preços daquilo que ele vende ou representa para a sua Empresa.
Os processos de “Treinamento” – diferentemente dos “Programas de Coaching” - partem de um levantamento de necessidades coletivas que objetiva formatar um programa com conteúdo e carga horária de forma a atender a maioria do público que irá participar das aulas ou reuniões.
Coaching não é terapia.
Mas um bom “coach”, após conquistar a confiança e credibilidade do Cliente, consegue discutir e abordar muitos temas íntimos que interferem no trabalho de um profissional de vendas. Ele consegue que seu Cliente “abra seu coração”.
O objetivo do “coach” é ajudar cada um a encontrar o seu caminho, que é só seu. Sem regras nem preconceitos. É mudar a visão de “empregabilidade” para “sonhabilidade”, ou seja, a capacidade de mudar o seu sonho profissional em realidade, com muito sucesso.
Ter um emprego é seguir regras. Ter um sonho profissional é conseguir se adequar as regras, com toques pessoais, focando os resultados individuais e globais da Empresa.
GABRIEL EIGNER
Diretor Geral da Engenharia das Vendas – Consultoria
PS!Gostaria de agradecer primeiro ao Gabriel, de ter aceito escrever para meu humilde blog e ter disponibilidade e dedicação para escrever conteudos tão relevantes e em segundo queria agradecer a minha querida amiga Jackie(http://fenix-mulheres.blogspot.com/), de ter solicitado para que o Gabriel escrevesse no meu blog e tambem por ela ser essa pessoa maravilhosa e carismatica. quarta-feira, 19 de outubro de 2011
O que te motiva na busca por um novo emprego?
Buscar um novo emprego exige paciência e determinação por parte do profissional. De acordo com a Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online no mês de abril deste ano, a procura por uma nova ocupação pode ser motivada por diversos aspectos e apresentam variações de acordo com as faixas etárias.
O estudo aponta que 23,1% dos desempregados têm como principal objetivo uma melhora no padrão de vida quando estão em busca da recolocação. Na sequência aparece a necessidade de suprir as necessidades financeiras, com 20,4% e manter o padrão de vida de quando estava empregado, com 15,2%.
Para a coach consultora Ana Zanon, os motivos são diferentes quando estão relacionados a profissionais empregados ou desempregados. “No caso dos desempregados, a motivação essencial é a sobrevivência, ter o salário no final do mês. Já para os empregados, esta busca pode estar mais vinculada ao crescimento profissional, novos desafios, melhores salários, entre outros”, explica.
É interessante analisar que estas prioridades também apresentam mudanças quando avaliadas de acordo com a idade do profissional. Para os mais jovens a melhora do padrão de vida é o motivo mais significativo. Já para os mais maduros, sentir-se útil e o prazer de trabalhar, normalmente, são fatores mais relevantes.
“Em geral, quanto mais jovens os profissionais, maiores as expectativas e a ânsia por desenvolvimento, deixando para segundo plano fatores como salário e benefícios, por exemplo. Os mais experientes, por sua vez, partem em busca de satisfação e qualidade de vida”, afirma Ana.
Dicas para conseguir um novo emprego
Além dos fatores motivacionais, o profissional deve estar bem preparado quando almeja novas oportunidades. Definir a área em que pretende atuar, o mercado que pretende atingir e a maneira como fará a busca, é o primeiro passo. Na sequência, o candidato deve elaborar um currículo adequado e se candidatar as oportunidades de interesse.
De acordo com Hudson Fernandes, consultor de Recursos Humanos da incorporadora Elvas Empreendimentos, estar atualizado e acompanhar o mercado também são fatores importantes que passam segurança ao candidato e o qualificam para conquistar o novo trabalho.
“O candidato precisa mostrar que se atualiza constantemente, seja com cursos, palestras ou participação em eventos. O importante é que esteja sempre se reciclando. Outro ponto relevante é estar atento ao mercado de trabalho e pesquisas sobre as empresas de interesse”, finaliza.
Fonte: Portal Carreira & Sucesso
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