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Quem sou eu
- Mari Costa
- Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.
"Pessoas bem sucedidas"
Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Você Quer Estagiar na Coca-Cola?
O programa Geração Coca-Cola é muito mais que um programa de estágios, é uma preparação de estudantes para assumir uma função estratégica na empresa, preparando o grupo de estagiários para uma carreira de sucesso, para uma geração que tem muito a contribuir para a Coca-Cola Guararapes.
Para participar, os candidatos devem estar cursando o penúltimo semestre do curso, nas áreas de:
- Administração
- Ciência Contábeis
- Ciência da Computação
- Publicidade e Propaganda
- Engenharia de Produção
- Engenharia Química
- Engenharia Civil
- Economia
- Psicologia
- Direito
- Marketing
- Engenharia Elétrica
- Engenharia Mecânica
SEO: Mercado Carente de Profissionais
Neste contexto, surge o SEO, ou Search Engine Optimization. Em terras brasileiras, mais conhecido como otimização de sites, essa manobra faz com que páginas sejam melhor ranqueadas nos resultados das buscas. Os SEOs – como são conhecidos os profissionais atuantes na área - aumentam a relevância dos sites, alterando a estrutura da página, o que garante um trânsito maior de visitantes e melhor posição no que é oferecido na página para quem está navegando. Esse segmento vê um mercado cheio de oportunidades e carente de qualificação.
Na prática, os SEOs atuam com programação e gerenciamento do projeto (site) como um todo. Muitas empresas conseguem distinguir essas duas atividades diferentes, que contempla o dia a dia destes profissionais: conhecer bastante de PHP, DOT.net, HTML e todas as linguagens de programação para poder aplicar no site a efetivação de melhora nos sistemas de busca, e, paralelamente, saber gerenciar, que é entender o conceito de posicionamento e revisar conteúdos (texto). ”O profissional de SEO deve estar envolvido em diversos segmentos, desde o design, redação e usabilidade, até a mensuração do ranqueamento nas ferramentas de busca”, explica Domicio Neto, especialista na área. De acordo com ele, o principal foco do profissional de SEO é a conversão e deve existir sempre o foco em alguma meta ou resultado que mensure a eficácia para o cliente (anunciante).
Para quem se interessa pelo assunto, recomenda-se estudar bastante na própria internet. O que mais existe na rede é informação de todos os tipos. Basta pesquisar pelo tema para ter um primeiro contato com técnicas de SEO. “O mais importante é absorver todos os conhecimentos e colocar na prática. Monte um site ou um blog e faça testes em cima dele. Comece a aplicar o conteúdo absorvido nessas plataformas e acompanhe os resultados de buscas. Participar de fóruns na internet e eventos presenciais com foco em otimização também é importante”, indicaBernhard Schultze, diretor da SEO Marketing, empresa que oferece o serviço.
É muito discutido se o SEO é uma “ciência” exata, e os especialistas e atuantes no ramo afirmam que não. “Tudo é trabalhado com a criatividade, por meio de ideias, e vamos testando ações e espalhando conhecimento. Muitos resultados podem dar certo para o meu negócio, mas para outro profissional, não”, aponta Domicio. Ele alerta que como a maioria das ações é feita por meio de testes e repetições, tem muita gente que fala bobagens na rede. “Deve-se tomar cuidado para não se deixar levar por informações falsas ou dicas de pessoas competentes que tiveram êxito em um caso específico, pois isso não quer dizer que para quem está absorvendo o conteúdo funcionará também”.
Atualmente, a escassez de SEOs e a demanda crescente na área, seguida da importância dada a este profissional, tem estimulado muitos jovens a seguir a nova carreira. Enquanto as pessoas estiverem usando sites de busca como Google para encontrar produtos e serviços, o SEOs serão cada vez mais valorizados. As empresas têm que estar onde os clientes estão, e até surgir uma outra maneira dos usuários procurarem informações na rede, esse atividade terá seu valor. “O mercado de SEO no Brasil é totalmente aberto, com muitos websites disponíveis e necessitando de otimização. Porém, existem pouquíssimas empresas especializadas no ramo”, aponta Domicio. Ele afirma que há um grande espaço para exploração nesse segmento e é um setor em grande ascensão.
Fonte:Jornal Carreira & Sucesso - 402ª Edição
http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=11922
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Unilever Abre Inscrições para Programa de Estágio e Trainees
De dez entre dez estudantes universitários almejam trabalhar numa empresa multinacional com possibilidade de fazer sua carreira profissional na empresa.Se você é estudante ou recém-formado, não perca esta oportunidade de trabalhar em uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo!
A grande chance
Se você está na faculdade ou se formou há pouco tempo, e sonha em trabalhar em uma grande multinacional, sua chance chegou: estão abertas as inscrições para os Programas de Trainees e Estagiários Unilever 2011!Se você é estudante ou recém-formado, não perca esta oportunidade de trabalhar em uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo!
Serão oferecidas aproximadamente 170 vagas para estágios nos estados de São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Goiás, e aproximadamente 25 vagas para trainees.Para trainee salário é de R$ 4,5 mil; para estágio auxílio vai até R$ 1,7 mil.
Quem tiver interesse é só acessar o site
domingo, 1 de agosto de 2010
Salários Altos X Salários Baixos:Um dilema na Administração das Empresas
Meus caros amigos leitores, desculpa por andar uns dias afastada do meu blog e das redes sociais, esses dias foram muito corrido e de muito trabalho, graças a Deus, por isso não estava com tempo que eu queria para dedicar a meu blog e meus amigos.Mas estou de volta trazendo mais um guest post do querido e competente executivo Gabriel Eigner, que nos brinda com um texto esplendoroso falando de : SALÁRIOS ALTOS x SALÁRIOS BAIXOS
Na maioria das Empresas existe um conflito de interesses entre os sócios e seus funcionários. Enquanto os primeiros sempre querem “valores mais baixos”, visualizando que a folha de pagamento é uma grande variável na composição dos custos, com absoluta certeza os funcionários normalmente pensam que estão ganhando menos do que mereceriam ganhar.
Então como analisar e procurar entender esta questão?
Não vamos considerar nesta avaliação os tradicionais pontos de vista que são utilizados nos Planos de Cargos de Salários, muitas vezes desenvolvidos por profissionais da área de Recursos Humanos que não enxergam globalmente outras questões relevantes da empresa, a não ser o “equilíbrio das funções e salários” segundo os seus próprios parâmetros.
A moderna administração precisa pensar de que forma irá prover a Empresa com os três tradicionais recursos que precisa:
· Recursos Financeiros
· Recursos Físicos / Técnicos
· Recursos Humanos
- Os Recursos Financeiros exigem uma gestão competente de obtenção e alocação do capital. Quando a Empresa é tomadora, quer comprar dinheiro da forma mais barata e quando é aplicadora quer vender da forma mais cara.
- Os Recursos Físicos / Técnicos englobam conhecimentos vastos para decidir a localização das unidades operacionais da Empresa, quais equipamentos e tecnologias devem ser utilizados e adquiridos, determinar indicadores de qualidade, métricas de produtividade e outros diferenciais que sejam competitivos no mercado que atua.
E assim deve ser a gestão dos Recursos Humanos. Os dois recursos anteriores, para serem bem geridos, dependem de bons e capacitados profissionais. E as pessoas que trabalham visualizam não apenas a necessidade de sobrevivência, mas de que forma contribuem para o sucesso da organização. Os bons profissionais percebem que a perpetuidade da Empresa assegura o seu salário e o crescimento dele.
De forma muito mais importante do que a análise tradicional da “Descrição do Cargo”, a moderna administração precisa entender claramente qual é o papel de cada pessoa, de cada recurso humano que trabalha na Empresa. Definir e avaliar o “papel” de cada um extrapola a mera visualização das atividades do funcionário. É a oportunidade que a administração possui para entender a importância de cada profissional, sua real contribuição e todas as questões pessoais e individuais que ele possui conferindo assim um valor para o mesmo, ou seja, o seu salário.
E para decidir quanto ele vale, basta pensar quanto custaria a perda do mesmo não só pela diferença salarial mas principalmente pela dificuldade que o seu substituto terá em assumir integralmente o “papel” do anterior.
Finalizando eu compartilho com o leitor um pensamento que sempre menciono para os meus clientes: “pagando salários melhores, você resolve duas questões básicas: o funcionário não quer ir embora e você sempre pode exigir mais, tendo a certeza que a empresa sempre será mais bem atendida”.
Gabriel Eigner
domingo, 25 de julho de 2010
O Chefe Saiu de Férias
Meus caros amigos leitores, venho compartilhar mais um guest post, escrito pelo renomeado executivo de sucesso e grande lider chamado Gabriel Eigner.Nesse texto ele fala sobre “O CHEFE SAIU DE FÉRIAS”, e ai o que fazer?
Por incrível que possa parecer, chefes também saem de férias. E aí começa uma grande questão se esta ausência não for bem planejada.Quem irá substituí-lo? Quem ficará no seu lugar para resolver questões relevantes ou dúbias?
A escolha deve ser realizada pelo chefe que vai se ausentar. Deve considerar não só a capacidade técnica do seu indicado, como também a liderança que exerce no grupo para ser respeitado e aceito como “chefe interino”.Um bom exercício que pode ser aplicado é o seguinte:
1. O chefe vai sair de férias
2. Seleciona criteriosamente seu substituto interino, realiza avaliações e “bate um papo” sobre o que espera que ele faça durante a sua ausência. Avalia as respostas e decide se deve ou não nomeá-lo como interino.
3. Para que o processo seja validado de forma legítima e evitar riscos de disputas e melindres com as demais pessoas do departamento, uma boa “dica” é solicitar que o indicado converse individualmente com as pessoas que vai liderar, fazendo-os avaliar e validar a capacidade do interino para exercer tal função.
4. Após estas entrevistas, o chefe titular conversa com a sua equipe e ouve os comentários e avaliações, tomando uma decisão segura sobre a indicação do seu substituto interino.
5. Caso haja um índice de rejeição superior a 20,0%, a indicação deve ser repensada, pois há um risco de ser implementada uma crise de liderança tão logo o titular saia de férias.
6. Finalmente conversa com seu indicado reforçando e corrigindo alguns detalhes relevantes para o sucesso desta gestão.
O que o chefe titular não pode temer, é que o indicado poderá “roubar” seu lugar. Se houver esta preocupação, certamente quem não está bem preparado para o cargo é ele, pois um interino não deveria ser mais qualificado do que o titular que o indicou.
Outra questão relevante é apresentar o “chefe interino” para toda a linha hierárquica da empresa, tanto na horizontal como na vertical superior. Os demais gerentes e diretores precisam reconhecer a autoridade deste novo colega.
É importante lembrar que uma comunicação interna e outra externa, são peças relevantes para comunicar ao mercado (clientes, fornecedores, bancos etc) que o “chefe saiu de férias” e que no seu lugar está o Interino XPTO.
Resolva ainda questões relacionadas ao dia a dia das mensagens do seu email profissional e do seu celular corporativo; não há necessidade de alterar qualquer procedimento para um celular pessoal que também é usado a trabalho, a não ser que você queira.
As férias, como todos os demais processos e procedimentos de uma empresa, se organizados e planejados não causam nenhum transtorno.
Gabriel Eigner
http://www.engenhariadevendas.com.br/
Por incrível que possa parecer, chefes também saem de férias. E aí começa uma grande questão se esta ausência não for bem planejada.Quem irá substituí-lo? Quem ficará no seu lugar para resolver questões relevantes ou dúbias?
A escolha deve ser realizada pelo chefe que vai se ausentar. Deve considerar não só a capacidade técnica do seu indicado, como também a liderança que exerce no grupo para ser respeitado e aceito como “chefe interino”.Um bom exercício que pode ser aplicado é o seguinte:
1. O chefe vai sair de férias
2. Seleciona criteriosamente seu substituto interino, realiza avaliações e “bate um papo” sobre o que espera que ele faça durante a sua ausência. Avalia as respostas e decide se deve ou não nomeá-lo como interino.
3. Para que o processo seja validado de forma legítima e evitar riscos de disputas e melindres com as demais pessoas do departamento, uma boa “dica” é solicitar que o indicado converse individualmente com as pessoas que vai liderar, fazendo-os avaliar e validar a capacidade do interino para exercer tal função.
4. Após estas entrevistas, o chefe titular conversa com a sua equipe e ouve os comentários e avaliações, tomando uma decisão segura sobre a indicação do seu substituto interino.
5. Caso haja um índice de rejeição superior a 20,0%, a indicação deve ser repensada, pois há um risco de ser implementada uma crise de liderança tão logo o titular saia de férias.
6. Finalmente conversa com seu indicado reforçando e corrigindo alguns detalhes relevantes para o sucesso desta gestão.
O que o chefe titular não pode temer, é que o indicado poderá “roubar” seu lugar. Se houver esta preocupação, certamente quem não está bem preparado para o cargo é ele, pois um interino não deveria ser mais qualificado do que o titular que o indicou.
Outra questão relevante é apresentar o “chefe interino” para toda a linha hierárquica da empresa, tanto na horizontal como na vertical superior. Os demais gerentes e diretores precisam reconhecer a autoridade deste novo colega.
É importante lembrar que uma comunicação interna e outra externa, são peças relevantes para comunicar ao mercado (clientes, fornecedores, bancos etc) que o “chefe saiu de férias” e que no seu lugar está o Interino XPTO.
Resolva ainda questões relacionadas ao dia a dia das mensagens do seu email profissional e do seu celular corporativo; não há necessidade de alterar qualquer procedimento para um celular pessoal que também é usado a trabalho, a não ser que você queira.
As férias, como todos os demais processos e procedimentos de uma empresa, se organizados e planejados não causam nenhum transtorno.
Gabriel Eigner
http://www.engenhariadevendas.com.br/
terça-feira, 20 de julho de 2010
Será que você tem a Doença da Mentira?
Quem nunca contou uma mentirinha se quer, que atire a primeira pedra? Uma mentirinha boba, uma vez perdida, não faz mal a ninguém,é bastante natural, desde que não prejudique ninguém, e que essas mentiras, não virem rotinas no seu dia a dia.No ambiente de trabalho,é comum, você encontrar,mentirinhas desse tipo, como , mentir só para agradar ao chefe, chega atrasado e dizer que foi o transito.Não vou dizer que nunca mentir, porque já mentir sim, principalmente quando era criança, mas hoje em dia, vejo que, não é nada melhor do que contar a verdade, mesmo que doa muito, mas sei que lá na frente, eu irei colher frutos por ter contado a verdade, pois como diz o ditado, toda mentira tem perna curta.
Mas a partir do momento que a mentira se torna uma compulsão, isso pode virar uma doença, pois o mentiroso compulsivo mente tanto, que acredita na própria mentira, nem ele sabe se o que tá falando é mentira ou verdade, deveremos ter muito cuidado com essas pessoas, principalmente em saber como ajudar-las.Esse costume de mentir fantasticamente pode refletir um Transtorno da Personalidade que alguns autores chamam de “Pseudologia fantástica”, que seria caracterizado por uma compulsão a fantasiar uma vida fictícia para causar grande mobilização e perplexidade em outras pessoas (Catalán, 2006), outros autores denominam de Síndrome de Münchhausen.
As principais características das pessoas que tem essa sindrome, são pessoas que não gostam de ser iguais as outras, querem ser melhor e diferente de todos, quer ser realmente uma pessoa fantástica.Elas querem ser admiradas, idolatradas, ser o centro das atenções, como na maioria das vezes não conseguem, precisam então inventar um monte de mentira.Essa inclinação impulsiva para a mentira reflete uma grande grande insatisfação com a real e medíocre condição existencial..A pessoa que sofre com esse problema tem quase sempre baixa auto estima e tem muita dificuldade para lidar com derrotas e encarar seus problemas.
Mas vamos salientar que nem todo mundo que mente tem essa sindrome, tem pessoas realmente que mentem, porque gostam, ou querem sempre levar vantagem com algo.Mas a mentira, principalmente no ambiente de trabalho, é muito delicada, e a pessoa tem que ter muito cuidado, pois se for descoberto,por mais que a mentira seja pequena, o profissional pode perder sua credibilidade, pois o que mais as empresas prezam nos seus valores são a honestidade e ética, e isso não combinam com mentira de nenhum tipo.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Traição Nas Empresas
Meus caros amigos leitores, demorou um poucos mais, venho compartilhar um guest post, escrito pelo renomeado executivo de sucesso e grande lider chamado Gabriel Eigner.Nesse texto ele fala sobre “TRAIÇÃO NAS EMPRESAS”, e para quem achava que traição só acontecia nos relacionamentos pessoais, estavam, muito enganados, nesse texto vocês irão saber um pouco sobre esse tipo de traição nas empresas .
As empresas são núcleos sociais em que as pessoas se encontram com um objetivo: trabalhar e, em troca, receberem a sua remuneração.
Existem regras e procedimentos a serem cumpridos como em qualquer núcleo social. Mas as longas horas que passamos nas empresas facilitam a identificação mais próxima com algumas pessoas, e aí nasce um processo de traição.
A traição é um desafio, uma aventura que confirma a capacidade das pessoas em superar algo que não é permitido. O ser humano, principalmente de determinadas culturas e nações, tem quase uma necessidade de auto-afirmação em conseguir burlar certas regras.
Traição nas Empresas. Uma longa lista de exemplos pode ser citada, mas vamos destacar algumas. A Internet no ambiente empresarial é uma grande fonte de traições. As pessoas traem as empresas usando a internet para conversar assuntos não comerciais pelo MSN. Traem usando esta mesma ferramenta para manter relacionamentos durante o expediente, que podem até levar a traições extraconjugais.
Outra forma de traição nas empresas são as “fofocas”. Os grupos sociais tendem a formar subgrupos que podem ser conhecidos como “panelinhas” que tem a capacidade de propagar no ambiente de trabalho “informações e notícias” – as populares “fofocas” que geralmente trazem desconforto e problemas para os outros envolvidos nos temas comentados.
Outra traição comum nas empresas é o telefone. Longas conversas absolutamente não inerentes ao trabalho são mantidas por muitas pessoas, consumindo tempo de trabalho, recursos financeiros e contribuindo assim para a queda da produtividade.
Existem as traições amorosas. Pessoas que se envolvem emocionalmente e que através desta cumplicidade, disponibilizam muitas informações confidenciais ou mesmo geram facilidades e acobertamento de fatos ao outro, criando um verdadeiro jogo político de interesses absolutamente pessoais.
Mas o que podemos fazer? Na realidade a traição nas empresas é um assunto muito complexo que exige uma grande dose de motivação e envolvimento de todos, para que respeitem seu ambiente de trabalho sem cometer estes atos de traição. A postura repressiva normalmente não resolve nada; pelo contrário, aumenta o grau de dificuldade mas aumenta a vontade de vencer o desafio gerando assim maior criatividade aos “traidores”.
As pessoas de uma empresa precisam sentir que ali e a sua casa, o seu verdadeiro ambiente de trabalho, o local onde ganham uma remuneração para desenvolverem uma atividade profissional focando os interesses da empresa. Evidentemente a empresa não é um presídio. Podem ocorrer situações durante o expediente, onde é absolutamente necessário dedicar uma parte do seu tempo para resolver alguma questão pessoal ou familiar.
O que estamos destacando são os abusos, a constância destas necessidades de falta de foco ao trabalho e dedicação contínua para questões fora do contexto. Aí sim você começa a praticar atos de traição deploráveis para um moderno conceito de organização empresarial.
A área de Recursos Humanos tem um papel fundamental neste processo, avaliando constantemente o “clima organizacional” e nos processos seletivos de novos funcionários, mensurando as características comportamentais dos candidatos.
Aí entre a vontade de trair a empresa e o fato real da traição existirá cada vez mais uma grande diferença.
GABRIEL EIGNER
Engenharia das Vendas
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