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Quem sou eu
- Mari Costa
- Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.
"Pessoas bem sucedidas"
Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.
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sábado, 17 de setembro de 2011
Vagas de Empregos em RH: Gerente de DP, Coordenador de RH e Assistente de DP
Seguem Vagas de Empregos para Recife
GERENTE DE DEPTO PESSOAL
Requisitos:
Domínio de todos os impostos que fazem parte da Folha de pagamento de pessoal; Noção em atividades ligadas ao DP; Conhecimentos em técnicas de RH (admissão/demissão, férias, benefícios, etc).
Atividades:
Elaboração de folha de pagamento; Guia de Impostos; Controle de ponto, Controle de benefícios, Assistência em recrutamento/seleção, controle/preenchimento de contrato e análise gerencial de gastos com pessoal.
Interessados se cadastrar no site da Laborh no código da vaga 3965 ou enviar CV para curriculospe@laborh.com.br com pretensão salarial.
COORDENADOR DE RH
Requisitos:
- Formação superior em Psicologia, Administração ou Gestão de Pessoas;
- Conhecimento intermediário do Pacote Office;
- Experiência em gestão de RH;
- Conhecimento em Departamento Pessoal e Segurança do Trabalho;
- Conhecimento consolidado em Implantação de RH.
Atribuições:
- Irá realizar toda a gestão da área de RH da empresa;
- Gerenciar o Departamento Pessoal e a Segurança do Trabalho;
- Fazer implantação de RH;
- Planejar ações voltadas ao desenvolvimento humano na organização;
- Liderar e facilitar o desenvolvimento do trabalho das equipes;
- Assessorar a diretoria e setores da empresa em atividades como planejamento, contratações, negociações de relações humanas e do trabalho.
Acesse o site www.100porcento.srv.br e cadastre-se ou envie currículo para faleconosco@100porcento.srv.br não perca essa oportunidade!
ASSISTENTE DE DP/RH
- Horário: 8 às 18h, Segunda a Sexta
- Requisitos: Preferência com experiência em Rotinas burocráticas dos processos de
- Contratação, demissão, controle de liberação de EPI, controle de carga horária e adicional noturno, abertura de folha de ponto.
- Remuneração: R$700 + VT
- Local: Nova Descoberta
Interessados enviar currículo com o título da vaga no assunto para curriculo@projetiva.com
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Bate papo com Marcantonio Fabra sobre sua história de Sucesso
Como nesse blog fala de Como ser um profissional de sucesso, não é nada mais justo de trazer pessoas reais para falar um pouco sobre sua carreira de sucesso. Por isso trago para vocês, um profissional de alto gabarito, que é gente como a gente, para um bate papo agradável e inteligente. Tenho um maior prazer de entrevistar: MARCANTONIO FABRA , ele fazendo Doutorado em Administración da UNAM - Argentina e tem MBA em Logistica. Atualmente é especialista em Projetos da área de TI da OI . Atua também como tutor do FGV Online no MBA em Gerência de Projetos (em parceria com a UCI University (University of California – Irvine, ao qual também faz parte do corpo docente) nas cadeiras Introdução ao Gerenciamento de Projetos, Liderança e Trabalho em Equipe, Preparação para o PMP, Monitoramento e Controle de Projetos, Gerência de Múltiplos Projetos, Gestão de Riscos e Concorrência de Projetos, este último tendo sido o tutor que participou da sua criação e mentor dos tutores da referida disciplina. É co-autor do livro Gerenciamento de Projetos da Série Cademp lançado pela Editora FGV em 2009.
Entrevista
Profissão? Gerente de projetos e professor
Hobbys? Bowls (um esporte não muito conhecido no brasil) e futebol.
Livro que lê no momento? A cabana (William Young)
Último filme que assistiu? Não me lembro
Quem é Marcantonio na sua essência? Uma pessoa que gosta de ensinar e ajudar os outros. E que tem uma vida a serviço do nosso Pai.
Fale um pouco da sua atividade profissional: Na área acadêmica ministro disciplinas voltadas à gerência de projetos e no mundo corporativo atuo no controle dos indicadores de qualidade bem como no monitoramento do portfólio da área ti de crm.
Quem você considera um grande líder e porque? Jesus Cristo! Por ter morrido para nos salvar.
Como é seu perfil de liderança? Sou democrático, mais cuidado para não confundir com baderna. Outra característica é pensar muito no bem-estar dos meus liderados.
Você se considera um vencedor? Descreva: não gosto de falar de mim mesmo. Prefiro que os outros falem de mim. Apenas faço com amor o que gosto.
Quais são seus planos a curto, médio e longo prazo? A curto prazo quero comemorar no início de 2012, meus 25 anos na área acadêmica (bodas de prata). No mais é continuar atuando com humildade e felicidade.
O que precisa para ser um profissional de sucesso? Um misto de paciência, humildade, perseverança, motivação e liderança. E saber que todos são importantes e tem seu propósito nesta vida.
Qual recado você deixa para nossos leitores: Os meus dois lemas de vida que utilizo. No mundo acadêmico: sábio é aquele que ensina o que aprende e aprende o que ensina.No mundo corporativo: não faça aos outros aquilo que não gostaria que fosse feito a você.
Gostaria de agradecer imensamente ao Marcantonio fabra, por ter aceito o convite e compartilhar um pouco sua historia de sucesso. espero que sirva de exemplo para todos, pois com muito estudo, determinação, humildade, podemos fazer uma historia de sucesso.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Profissionais maduros em alta
Nunca se falou tanto do assunto Geração Y no mercado de trabalho. Engajados e com muita vontade de fazer acontecer, estes profissionais ganham cada vez mais espaço dentro das organizações. Porém, para que haja equilíbrio entre velocidade de resultados e ponderação de atitudes, existe uma grande tendência no recrutamento das empresas: a contratação de pessoas mais experientes.
A chamada Geração Baby Boomer, compreendida pelas pessoas nascidas entre 1946 e 1964 vem conquistando novamente seu espaço nas organizações por terem maior vivência, conhecimento e inteligência emocional. O uso das tecnologias para execução do trabalho é relativamente novo e muito do conhecimento de processos organizacionais está embutido na cabeça de pessoas mais velhas. Com a saída destes trabalhadores no decorrer dos anos, muitas empresas perderam em conhecimento e muitas companhias passaram a recontratar antigos colaboradores da própria empresa, como os já aposentadas, por exemplo.
Um dos principais desafios deste perfil de profissionais é conviver com uma geração mais nova. Ter este tipo de flexibilidade é uma competência vital para quem retorna ao mercado de trabalho. “Outro desafio é a adaptação ao avanço das tecnologias. Ainda há uma certa resistência dos profissionais mais velhos em utilizar algumas ferramentas, mas estar ‘antenado’ com as novidades garante uma sobrevivência maior nas organizações”, Carolina Manciola, gerente de consultoria e treinamento do Grupo Triunfo. Segundo ela, os mais experientes devem ter a humildade de saber que há muito coisa para aprender, apesar de terem grande conhecimento sobre outras questões importantes do mercado de trabalho.
A linguagem e a atitude no ambiente de trabalho praticada pelos mais novos pode causar estranheza. Para esta geração, a hierarquia ou a diferença de idade não são tão valorizadas quanto antes – o que mais importa são as competências. Então, cabe ao mais velho aprender com esta geração e ao mesmo tempo passar seu conhecimento de anos. “A geração mais antiga pensa mais de uma vez ao tomar uma decisão. Em contrapartida, vejo que uma das falhas dos mais jovens é agir por impulso. O estado emocional faz com que os mais velhos sejam mais estáveis e não repliquem tanto conflitos pessoais nas atividades do trabalho”, opina Reinaldo Passadori, administrador de Empresas com especialização em Recursos Humanos.
Liderança
Hoje, um dos principais desafios das organizações é ter líderes preparados. Elas começaram a perceber que não adianta investir em talentos com alta capacidade de trabalho, mas que não tenham competência de gerir outras pessoas e pulso para tomar importantes decisões. Nestes momentos, profissionais mais maduros são requisitados, pois a experiência dá condições de uma gestão com mais equilíbrio.
Para Passadori, “o bom profissional é valorizado em qualquer época, independente da idade e das circunstâncias do mercado”. De acordo com o administrador, a Geração Y tem vontade, conhecimento, mas não tem a experiência que certos cargos exigem. “Pelo fato da maior maturidade e vivência, as características mais contrastantes se comparado aos mais jovens é a ponderação, racionalidade e equilíbrio emocional”, completa.
Fonte: Portal Carreira & Sucesso
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
As profissões mais estressantes em 2011
O site de empregos CareerCast coloca na berlinda as carreiras com os piores índices de estresse. Para montar o ranking, o site avaliou 200 profissões diferentes nos Estados Unidos. Entre os critérios estavam condições do ambiente de rabalho, grau de competitividade e riscos no trabalho, além de salário e potencial de crescimento na carreira.
De acordo com um estudo recente da Associação de Psicologia Americana, 70% dos profissionais apontam seus empregos como a principal causa para sintomas de estresse. No Brasil, o cenário não é diferente. Por isso, Exame.com listou as 10 profissões com os índices mais altos de estresse e consultou especialistas para entender se a história se repete no país e os motivos para isso
1. Pilotos de aviões comerciais: Por mais seguro que, segundo as companhias do setor, seja o transporte aéreo, os pilotos de avião sentem na pele (e na mente) o peso da responsabilidade de conduzir as vidas de centenas de pessoas céus afora. No topo do ranking, os pilotos comerciais apresentaram um nível de estresse de 59.53. Além dos cuidados com a segurança dos passageiros, eles sempre têm de estar dentro dos horários de vôo estabelecidos, além de trabalhar por várias horas seguidas. O salário pode chegar até R$16.000.
2. Relações públicas: Ser a ponte entre as empresas e o público em geral não é tarefa fácil. Resultado? A carreira de Relações Públicas conquistou a segunda posição do ranking com nível de stress em 47,6. Trabalhamos sempre sob pressão. O relações sempre corre na frente para cuidar da imagem da empresa”, afirma Maria Amélia Cruz, presidente da Confederação Nacional de Relações Públicas. “Não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais.Os salários para profissionais com mais experiência podem ultrapassar os 10 mil reais.
3. Executivo sênior: Chegar no topo do escalão é o objetivo de quase todo profissional que trabalha em grandes empresas. No entanto, a pesquisa mostra que maior status profissional e salarial é diretamente proporcional aos níveis de estresse.Com jornadas que podem superar as 11 horas por dia, os alto executivos apresentaram níveis de estresse de 47.41, segundo a pesquisa. A pressão por resultados, a responsabilidade de gerir e conhecer em profundidade detalhes de vários departamentos contribuem para o cenário.
Por conta disso, segundo uma pesquisa recente da consultoria Dasein, em 2010, os executivos que trabalham em São Paulo receberam salários maiores do que profissionais que têm o mesmo cargo em Nova York. De acordo com o estudo, um diretor de uma empresa em São Paulo teve, em 2010, remuneração anual média de 243 mil dólares. No Brasil, de acordo com especialistas, a realidade pode ser mais alarmante. “No dia-a-dia, o executivo precisa driblar uma série de questões políticas ou de infraestrutura que impactam o ciclo produtivo, sem contar que o custo Brasil é muito alto”, afirma Davi Braga, gerente de negócios da Dasein.
4. Fotojornalista: Estar em lugares inóspitos e brigar por espaço para conseguir os melhores enquadramentos. A combinação de fatores que tornam a rotina de um fotojornalista estressante é até óbvia.Some-se a isso salários nem tão atraentes, horários estranhos e muita pressão. Pronto, terá como resultado um nível de estresse de 47.09. No Rio de Janeiro, fotojornalistas freelancers recebem cerca de 840 reais por foto publicada em capa de revista.
5. Repórter: De dentro de um estúdio, redação ou direto do local dos acontecimentos, o repórter deve ser o primeiro a levar o fato do momento para o público. O profissional que trabalha na busca pelas notícias em tempo real vive sob pressão.Os prazos de entrega apertados, a constante procura pelo inédito, longas horas de trabalho e, muitas vezes, a exposição a situações de perigo faz com que o jornalista atinja o nível de estresse de 43,56. O repórter no estado de São Paulo recebe a partir de 1,9 mil por cinco horas de trabalho, de acordo com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj). Profissionais com mais experiência ou com mais exposição em telejornais, no entanto, podem ganhar até 200 mil reais em salário e benefícios.
6. Executivo de contas: O profissional que traduz os desejos do cliente à área de criação da agência de publicidade vive sob pressão. É o chamado executivo de contas ou “atendimento” que fica responsável por fazer a relação entre as duas pontas ser satisfatória. Fazer esse meio de campo pode ser estressante e exigir dedicação de várias horas de trabalho por dia. Segundo o estudo, um executivo de contas trabalha, em média, 9, 5 horas por dia e atinge até 41,05 pontos em nível de estresse. “A rotina é estressante porque geralmente o profissional deve cuidar de várias contas ao mesmo tempo e dar atenção personalizada para cada cliente”, diz Marcelo D’Emídio, chefe do departamento de marketing da graduação da ESPM-SP.
7. Arquiteto: Com nível de estresse de 39,93, os arquitetos estão na sétima posição do ranking do CareerCast. Mas as pressões, segundo o arquiteto Marcílio Barotti, não estão ligadas ao processo de elaboração do projeto. “O problema são os entornos, a burocracia para aprová-lo junto à prefeitura, as reclamações dos vizinhos e preocupações dos clientes”, diz.Ele, que trabalha 12 horas todos os dias, estima que, em média, um arquiteto com experiência e negócio estabelecido receba em torno de 20 mil reais por mês.
8. Corretor de Valores: Um telefone em cada mão e sempre de olho na movimentação de ações nas bolsas de valores em todo o mundo. O corretor de valores no Brasil não corresponde à a imagem que se vê nos filmes, de gritaria com a variação de humor dos mercados, que é mais comum em bolsas no exterior. Mesmo assim, a profissão exige jogo de cintura para sobreviver às pressões de clientes investidores e às alterações rápidas e, muitas vezes, abruptas, do mercado de ações. Com essa missão, o profissional que trabalha, em média, 8 horas por dia pode atingir o nível de estresse de até 39,7
9. Técnico de emergência médica: Os profissional da área de saúde que faz o primeiro atendimento emergencial são os responsáveis por manter vivo o paciente até a chegada ao hospital. O socorro pré-hospitalar é geralmente feito por técnicos de emergência médica em diversos níveis. Paramédicos e socorristas que cumprem essa função trabalham longas horas sob pressão, muitas vezes em turnos noturnos de atendimento e plantões de 24 horas. Sem rotina precisa, os técnicos de emergência médica podem atingir o nível de estresse de 39,68.
10. Corretor de imóveis: A crise financeira americana (que teve seu estopim no mercado imobiliário) pode ter ajudado a colocar os corretores entre as piores profissões em termos de estresse. No Brasil, de acordo com Carlos Kapudjian, diretor de Vendas da Lopes, o cenário é diferente. Otimista, ele prefere descrever a rotina de trabalho dos corretores de imóveis no país como agitada. E os motivos para isso são positivos. Impulsionado pelas facilidades de crédito, aumento da renda e bônus demográfico, o mercado imobiliário brasileiro está a todo vapor.
Para compensar, os rendimentos mensais podem extrapolar os 30 mil reais para profissionais mais experientes. "É uma carreira que não tem limite de ganho. O salário é 100% variável, por isso, é muito competitivo". Mas, na opinião dele, isso não implica, necessariamente, em uma rotina negativa em termos de estresse
Fonte: Revista Exame
De acordo com um estudo recente da Associação de Psicologia Americana, 70% dos profissionais apontam seus empregos como a principal causa para sintomas de estresse. No Brasil, o cenário não é diferente. Por isso, Exame.com listou as 10 profissões com os índices mais altos de estresse e consultou especialistas para entender se a história se repete no país e os motivos para isso
1. Pilotos de aviões comerciais: Por mais seguro que, segundo as companhias do setor, seja o transporte aéreo, os pilotos de avião sentem na pele (e na mente) o peso da responsabilidade de conduzir as vidas de centenas de pessoas céus afora. No topo do ranking, os pilotos comerciais apresentaram um nível de estresse de 59.53. Além dos cuidados com a segurança dos passageiros, eles sempre têm de estar dentro dos horários de vôo estabelecidos, além de trabalhar por várias horas seguidas. O salário pode chegar até R$16.000.
2. Relações públicas: Ser a ponte entre as empresas e o público em geral não é tarefa fácil. Resultado? A carreira de Relações Públicas conquistou a segunda posição do ranking com nível de stress em 47,6. Trabalhamos sempre sob pressão. O relações sempre corre na frente para cuidar da imagem da empresa”, afirma Maria Amélia Cruz, presidente da Confederação Nacional de Relações Públicas. “Não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais.Os salários para profissionais com mais experiência podem ultrapassar os 10 mil reais.
3. Executivo sênior: Chegar no topo do escalão é o objetivo de quase todo profissional que trabalha em grandes empresas. No entanto, a pesquisa mostra que maior status profissional e salarial é diretamente proporcional aos níveis de estresse.Com jornadas que podem superar as 11 horas por dia, os alto executivos apresentaram níveis de estresse de 47.41, segundo a pesquisa. A pressão por resultados, a responsabilidade de gerir e conhecer em profundidade detalhes de vários departamentos contribuem para o cenário.
Por conta disso, segundo uma pesquisa recente da consultoria Dasein, em 2010, os executivos que trabalham em São Paulo receberam salários maiores do que profissionais que têm o mesmo cargo em Nova York. De acordo com o estudo, um diretor de uma empresa em São Paulo teve, em 2010, remuneração anual média de 243 mil dólares. No Brasil, de acordo com especialistas, a realidade pode ser mais alarmante. “No dia-a-dia, o executivo precisa driblar uma série de questões políticas ou de infraestrutura que impactam o ciclo produtivo, sem contar que o custo Brasil é muito alto”, afirma Davi Braga, gerente de negócios da Dasein.
4. Fotojornalista: Estar em lugares inóspitos e brigar por espaço para conseguir os melhores enquadramentos. A combinação de fatores que tornam a rotina de um fotojornalista estressante é até óbvia.Some-se a isso salários nem tão atraentes, horários estranhos e muita pressão. Pronto, terá como resultado um nível de estresse de 47.09. No Rio de Janeiro, fotojornalistas freelancers recebem cerca de 840 reais por foto publicada em capa de revista.
5. Repórter: De dentro de um estúdio, redação ou direto do local dos acontecimentos, o repórter deve ser o primeiro a levar o fato do momento para o público. O profissional que trabalha na busca pelas notícias em tempo real vive sob pressão.Os prazos de entrega apertados, a constante procura pelo inédito, longas horas de trabalho e, muitas vezes, a exposição a situações de perigo faz com que o jornalista atinja o nível de estresse de 43,56. O repórter no estado de São Paulo recebe a partir de 1,9 mil por cinco horas de trabalho, de acordo com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj). Profissionais com mais experiência ou com mais exposição em telejornais, no entanto, podem ganhar até 200 mil reais em salário e benefícios.
6. Executivo de contas: O profissional que traduz os desejos do cliente à área de criação da agência de publicidade vive sob pressão. É o chamado executivo de contas ou “atendimento” que fica responsável por fazer a relação entre as duas pontas ser satisfatória. Fazer esse meio de campo pode ser estressante e exigir dedicação de várias horas de trabalho por dia. Segundo o estudo, um executivo de contas trabalha, em média, 9, 5 horas por dia e atinge até 41,05 pontos em nível de estresse. “A rotina é estressante porque geralmente o profissional deve cuidar de várias contas ao mesmo tempo e dar atenção personalizada para cada cliente”, diz Marcelo D’Emídio, chefe do departamento de marketing da graduação da ESPM-SP.
7. Arquiteto: Com nível de estresse de 39,93, os arquitetos estão na sétima posição do ranking do CareerCast. Mas as pressões, segundo o arquiteto Marcílio Barotti, não estão ligadas ao processo de elaboração do projeto. “O problema são os entornos, a burocracia para aprová-lo junto à prefeitura, as reclamações dos vizinhos e preocupações dos clientes”, diz.Ele, que trabalha 12 horas todos os dias, estima que, em média, um arquiteto com experiência e negócio estabelecido receba em torno de 20 mil reais por mês.
8. Corretor de Valores: Um telefone em cada mão e sempre de olho na movimentação de ações nas bolsas de valores em todo o mundo. O corretor de valores no Brasil não corresponde à a imagem que se vê nos filmes, de gritaria com a variação de humor dos mercados, que é mais comum em bolsas no exterior. Mesmo assim, a profissão exige jogo de cintura para sobreviver às pressões de clientes investidores e às alterações rápidas e, muitas vezes, abruptas, do mercado de ações. Com essa missão, o profissional que trabalha, em média, 8 horas por dia pode atingir o nível de estresse de até 39,7
9. Técnico de emergência médica: Os profissional da área de saúde que faz o primeiro atendimento emergencial são os responsáveis por manter vivo o paciente até a chegada ao hospital. O socorro pré-hospitalar é geralmente feito por técnicos de emergência médica em diversos níveis. Paramédicos e socorristas que cumprem essa função trabalham longas horas sob pressão, muitas vezes em turnos noturnos de atendimento e plantões de 24 horas. Sem rotina precisa, os técnicos de emergência médica podem atingir o nível de estresse de 39,68.
10. Corretor de imóveis: A crise financeira americana (que teve seu estopim no mercado imobiliário) pode ter ajudado a colocar os corretores entre as piores profissões em termos de estresse. No Brasil, de acordo com Carlos Kapudjian, diretor de Vendas da Lopes, o cenário é diferente. Otimista, ele prefere descrever a rotina de trabalho dos corretores de imóveis no país como agitada. E os motivos para isso são positivos. Impulsionado pelas facilidades de crédito, aumento da renda e bônus demográfico, o mercado imobiliário brasileiro está a todo vapor.
Para compensar, os rendimentos mensais podem extrapolar os 30 mil reais para profissionais mais experientes. "É uma carreira que não tem limite de ganho. O salário é 100% variável, por isso, é muito competitivo". Mas, na opinião dele, isso não implica, necessariamente, em uma rotina negativa em termos de estresse
Fonte: Revista Exame
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Trabalho pode trazer felicidade?
Tenho uma honra de ter novamente como convidado do meu Blog um grande profissional de sucesso que é o Florian Pass, Executivo Financeiro Sênior com mais de 20 anos de experiência bem sucedida em todas as financeiras e controlar questões referentes à grandes empresas multi-nacionais como: Disney, Merck, Sharp e Dohme e WL Gore & Associates Inc. Responsável pelo planejamento financeiro completo, orçamento e relatório de custo, receitas e ativos (incluindo acompanhamento e ações corretivas). Líder comprovado de projetos de redução de activos líquidos (resultando em EVA aumentou 2 milhões de USD) e custo (resultando em aumento de lucros de 10 milhões de USD).
Ele escreveu um guest post anterior falando sobre Conceitos de Talentos e entrevistas estruturadas, e agora ele traz um guest post sobre " Trabalho pode trazer felicidade" ?
“Quem sabe o que o mundo esta pensando?” A pergunta é simples mas ninguém sabia a resposta. Por isto foi criado um projeto monstruoso se chama “World Poll”. Neste “World Poll” milhões e milhões de pessoas em mais do que 100 países foram entrevistados justamente para descobrir o que o mundo esta pensando e o que o mundo esta querendo. E a melhor descoberta desse projeto é o conhecimento que o mundo inteiro quer um bom trabalho. Isto já pode dar uma indicação que trabalho pode trazer felicidade.
Mas felicidade é um termo muito subjetivo. O que é felicidade para você pode ser bem diferente para uma outra pessoa. Talvez podemos substituir a palavra “felicidade” com a palavra “bem-estar”? Ciência moderna usa cinco grupos de “bem-estar” para investigar se pessoas estão indo bem na vida ou não. Esses cinco grupos são:
- · Bem-estar na sua carreira ou seja como você gosta o que você esta fazendo todos os dias
- · Bem-estar nos seus relacionamentos
- · Bem-estar nas suas finanças
- · Bem-estar na sua saúde
- · Bem estar na sua comunidade
A empresa onde você trabalha tem muitas possibilidades para influenciar todos esses cinco grupos. Você realmente gosta o que você faz no trabalho? Você tem boas relacionamentos no trabalho? Você sente segurança no seu trabalho e não se precisa preocupar como pagar as suas contas? Você tem acesso a comida saudável no trabalho e talvez a sua empresa incentiva você para prática esportes? A empresa (com seus funcionários) dão benefícios para a comunidade? Tudo isto são exemplos como uma empresa pode ajudar o “bem-estar” dos seus funcionários.
Se uma empresa ajude o “bem-estar” dos seus funcionários ela vai transformar funcionários comuns em funcionários comprometidos. E a ciência moderna descobriu se a única coisa que uma empresa faz diferente é tornar seus funcionários em funcionários comprometidos tem uma grande chance que os resultados financeiros da empresa crescem até 70%.
Por isto é obvio para mim que seu trabalho pode trazer “felicidade” e esta “felicidade” vai se tornar em melhores resultados financeiro para a empresa.
Por Florian Pass
Email: florian@sucandi.com
Fone: 011 9606 0030 begin_of_the_skype_highlighting 011 9606 0030 end_of_the_skype_highlighting
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
FDC Experience promove reflexão sobre a gestão
Nos dias 15 e 16 de setembro, a Fundação Dom Cabral (FDC), 5ª melhor escola de negócios do mundo, segundo o jornal Financial Times, promove o FDC Experience. O programa é indicado para executivos em posição de tomada de decisão que queiram buscar novas formas de enxergar os desafios empresariais, ampliando o seu repertório e alavancando o seu desempenho.
Com um modelo dinâmico e instigante, o evento convida os participantes a saírem do escritório e usar diversos pontos de vista para pensar a gestão, como, por exemplo, o da filosofia, história ou, até mesmo, gastronomia.
Na programação, nomes como o do especialista em Estratégia, Georges Blanc dividem espaço com os do filósofo Clovis de Barros Filho e do historiador Francisco Teixeira. Executivos, professores e especialistas de diversas áreas participam do encontro, como o jornalista Adalberto Piotto, o economista José P. Rossetti e o especialista em Organizações, Aldemir Drummond.
Além das palestras e debates principais, os inscritos também participarão de instalações, isto é, experiências de aprendizado impactantes, com conteúdo cocriado pela FDC e empresas de referência em diferentes áreas de atuação. Para completar a programação, um show de jazz inusitado com Hammond Groves.
Para mais informações sobre o FDC Experience, acesse o hotsite.
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