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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Os Dez piores empregos do mundo

Hoje em dia a grande maioria das pessoas não gostam do seu emprego, acham o pior emprego do mundo e só estão nele porque tem que ganhar dinheiro para sobreviver, o pior de tudo é quando você acorda e diz” mais um dia de trabalho”, realmente é o fim. Mas infelizmente são poucos os sortudos que trabalham no que gostam e ainda são bem remunerados, sendo que achei um conforto para quem não está nessa lista e acha o seu trabalho o pior do mundo, acho que agora deveriam rever seus conceitos,  porque encontrei alguns empregos que podem superar o seu. Confira aqui e tire suas próprias conclusões, em Qual emprego desses você nunca trabalharia?


1) Faxineiro de cinema pornô: Tem lá suas vantagens… Como assistir a todo aquele filme de sacanagem de graça. Entretanto… A parte ruim é limpar toda a sujeira, inclusive aquela ‘maionese’ que ninguém garante ser maionese.



2) Guarda da Rainha da Inglaterra: Para quem não gosta de fazer nada, eis uma excelente profissão! Você não pode se mexer, não pode respirar, não pode tossir, nem piscar o olho, não pode fazer nada, absolutamente nada, além de ser obrigado a usar aquele figurino bizarro ‘a la Margie Simpson‘. A pior parte é ver uma mina te dando bola, praticamente se esfregando em ti, e você… Bom… Já sabe: Não pode fazer nada!









3) Masturbador de animais: Essa função tem como objetivo estimular animais com o intuito de reprodução. Normalmente exercida por veterinários, tem algo bom: Quando o animal acerta o alvo. O ruim é quando ele erra (urra!)



4) Limpador de esgoto em Calcutá, na Índia: De tempos em tempos, o limpador de esgoto tem que ‘mergulhar’ em excrementos de dois metros de profundidade de toda uma cidade, incluindo as vacas que são consideradas animais sagrados e podem usar o banheiro de casa de qualquer pessoa.








5) Pesquisador de picadura de pernilongo: Bom, este pesquisador (ossos do ofício) tem que ceder seu corpo pelo menos duas vezes por semana para ser picado pelos mais variados tipos de pernilongo. A parte ruim é se ele conseguir pegar a tal malária…









6) Limpador de banheiro químico: Como diria a Marilúcia, se limpar banheiro fosse bom não seria punição de soldado no Exército. Agora imagina este pobre coitado num evento estilo OktoberFest (já pensou?)





7) Cheirador de ‘pum’ (ou gases provenientes de fumentação intestinal, como achar melhor): O objetivo é distinguir os mais variados odores de ‘puns’ oriundos de vários tipo de comida. Sabia dessa? Pois é. Existe. A parte boa é que se paga muito bem. A parte ruim é porque não há dinheiro que pague cheirar tanta flatulência



8)Verificador de qualidade em comida de gato: Este trabalho se divide em três fases: Na primeira, o funcionário mergulha em um grande reservatório de papinha para verificar se ela está fresca (caso não estivesse, entenda o tamanho da podridão). Depois, coloca as mãos dentro daquela massa para ver se acha algum osso. E, por fim, espalha a ração em uma superfície lisa pra ver se tem algum granulado. A parte ruim ainda não é isso, e sim, os gatos e mais gatos que vão te seguir na rua



9) Recolhedor de animais atropelados: E aqui vale todos os tipos de animais (inclusive os seres humanos). A parte trágica é quando você encontra o bichinho em total fase de deterioração. A parte boa é quando eles têm acabado de morrer (eca!)



10) Guardião de macacos: A tarefa é impedir a fuga dos macacos. A parte boa é quando os macacos são pequenininhos. A parte ruim é quando eles são maiores que você e não são os únicos.





E aí? Tá se sentindo melhor no seu emprego agora?






Fonte: Blogando Notícias
domingo, 4 de dezembro de 2011

Você é Generalista ou Especialista?

Tempos atrás acreditava-se que apenas aqueles que tivessem profundo conhecimento em sua área pudessem alcançar o sucesso profissional. Para ser respeitado e requisitado no mercado, o profissional deveria ter graduação, pós-graduação e cursos de especialização, tudo com o mesmo foco. No entanto, o mundo mudou, as necessidades das empresas mudaram, e aquele profissional que sabia apenas sobre determinado assunto teve que se adaptar e conhecer de tudo um pouco para se enquadrar nas exigências das organizações. E esse executivo, que antes era especialista, acabou se tornando generalista.

Mas como podemos definir esse profissional? Para muitos eles são considerados “crânios”, pois conseguem armazenar uma grande quantidade de informações e se destacam na maioria das atividades que se propõem a fazer. Já na opinião de outros, são profissionais que possuem “ralos” conhecimentos sobre diversos assuntos e ao mesmo tempo não sabem muito sobre algo específico. Mas independente dessas definições, o que notamos atualmente é que o mercado está em transição e já é visível uma tendência generalista nas empresas, que cada vez mais procuram reduzir seus custos e ampliar resultados.

Para Kleber Santiago, sócio da Directa Consultoria Empresarial, o generalista possui uma visão ampla de tudo que acontece a sua volta. É extremamente antenado e possui características fundamentais para um profissional de sucesso.
Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial, acredita que os especialistas são extremamente bons naquilo que fazem, no entanto não demonstram flexibilidade. Muitas vezes as empresas necessitam que uma só pessoa resolva mais de um problema, e é nesse momento que o generalista entra em ação. “Hoje nós definimos esse tipo de profissional como generalista, mas eu diria que são pessoas que possuem um conhecimento a mais, que não entende apenas do seu trabalho, mas sim de diversas outras áreas.

Embora o generalista tenha invadido o mercado por completo, o especialista ainda é preterido em diversas situações. Muitas vezes é necessário que se conheça algo por completo e que exista uma atualização constante sobre determinado assunto, já que o mercado gira em uma velocidade extremamente feroz. Nesses casos o executivo que cuida de várias áreas, ou que realiza atividades distintas, não consegue acompanhar e acaba conhecendo apenas o superficial, enquanto o especialista ganha vantagem. 

Particularmente eu procuro ser generalista, pois prefiro ter experiencia e vivenciar varias áreas do setor que eu trabalho que é a area de RH, já trabalhei com recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, departamento pessoal, comunicação interna, pois quero trilhar o caminho que futuramente possa exercer um cargo de Gestora de RH, tendo essas experiencias, posso me tornar uma profissional completa.E você, prefere ser generalista ou Especialista?







domingo, 20 de novembro de 2011

Saiba o que é o Eneagrama





Em meio a tantas ferramentas para desenvolver pessoas utilizadas no universo corporativo nos dias de hoje, uma vem ganhando muito espaço: o eneagrama. Este sistema consiste em um canal para a busca de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal e profissional. Ele descreve nove tipos de comportamento (perfeição, presteza, performance, profundidade, privacidade, precaução, prazer, poder e paz) e permite que executivos entendam e superem pontos fracos específicos.


A palavra deriva do grego (ennea = nove, grammos = figura) e faz alusão aos nove pontos identificados ao longo da circunferência externa do eneagrama. É um símbolo que existe há mais de cinco mil anos. Não se sabe exatamente de onde veio, mas desde as primeiras civilizações cristãs, na Idade Média e no Oriente, encontram-se vestígios e traços do estudo deste desenho.” A ferramenta é bastante aplicada em equipes. Quando as pessoas compreendem que cada indivíduo tem uma estratégia inconsciente que orienta seus comportamentos e verdades, elas se resolvem automaticamente e dão espaço a um clima maior de respeito”, explica Alexandre Timmers Montandon, coach e escritor do livro A Chave do Universo – As Nove Máscaras e o Eneagrama. Segundo ele, existe uma melhora imediata na qualidade do diálogo e uma maior aceitação ao outro e às suas diferenças, pois é possível compreender conscientemente as intenções que existem por trás das ações, reduzindo os mal-entendidos e falhas de comunicação.

Antes de iniciar um processo de coaching, o eneagrama possibilita um mapeamento da personalidade e das motivações da pessoa e da equipe. Assim o processo fica muito mais poderoso. “O sistema é aplicado para facilitar a compreensão das tendências da personalidade do profissional e depois, quando for aplicar um feedback, por exemplo, vai entender como a personalidade dele afeta na hora de dar e receber esse retorno aos subordinados: quais são os filtros, facilidades e dificuldades. Ou na hora de lidar com conflitos: em que a personalidade dele vai influir, que tipo de conflito vai atrair ou evitar”, conta Nicolai Cursino consultor, treinador e palestrante em desenvolvimento humano e liderança.

Entenda os conceitos


  • Paz: o tipo que originou todos os outros, segundo a teoria do eneagrama. Para tentar manter uma harmonia, a pessoa tem enorme dificuldade em dizer “não” e as atividades são muito mais priorizadas com base nas atividades dos outros.
  • Perfeição: internamente, o crítico do profissional para com ele mesmo é muito alto. Ele irá criticar as outras pessoas, mas no fundo, o que está querendo é ajudá-las a atingir a excelência.
  • Presteza: a pessoa com esta característica cuida tanto dos outros que têm dificuldades de olhar para dentro de si próprio.
  • Performance: o profissional só acredita que tem valor se tiver sucesso ou se fizer algo produtivo o tempo todo.
  • Profundidade: um tipo que concentra a maioria da energia no emocional. Tem facilidade com relacionamentos, mas por outro lado tem uma tendência a achar que sempre está faltando alguma coisa.
  • Privacidade: é o mais racional de todos os tipos. A pessoa com esta característica acredita que se for invadida, os outros irão exigir dela mais do que ela pode oferecer.
  • Precaução: muitas vezes chamado de pessimista. Sempre imagina o pior, porque pensa que se precaver o pior, estará seguro.
  • Prazer: o tempo todo quer ter estímulos prazerosos, faz muitas coisas ao mesmo tempo, está sempre alegre e pensa muito rápido. Mas, ao mesmo tempo, executa ações superficialmente.
  • Poder: fala mais alto, encara os desafios de frente e “compra a briga” dos outros. É incompreendido por ser muito direto e assertivo.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nem sempre a roupa diz sobre seu talento!


Esse video traz um pouco sobre como não podemos julgar o talento de alguém por uma simples vestimenta. Claro que se tratando de  uma entrevista de emprego, temos que ir pelo menos com um visual agradável, mas mesmo se o candidato não estiver com uma roupa adequada, em hipótese alguma deveremos desmerecer a pessoa.

Mas não foi o que aconteceu com um candidato que estava participando de um concurso de dança, assim que entrou na sala, um dos jurados questionou logo sobre sua roupa, dizendo "Que roupa é essa, seu figurino não tem nada ver", mas o candidato humildemente respondeu " O que tem haver mesmo é minha interpretação" , e ele mostrou que mesmo com uma roupa simples, pode dar um show de interpretação e técnica  emocionando todos os jurados.

Assim é a vida profissional e pessoal, muitas pessoas julgam pela aparência, só dão valor a quem ta mais bem vestido, a quem sabe se expressar melhor. Na verdade temos que dar valor a pessoa pela sua essência e seu talento, pois olhar apenas pela aparência, podemos ter grandes frustrações e cometer equívocos.




Parabéns John Lennon da Silva, você é um talento nato, sua sensibilidade, humildade e técnica encantaram a todos, com essa sua simplicidade você vai longe. Você tem a dança na alma e interpreta com o coração.




terça-feira, 15 de novembro de 2011

Como lidar com Colegas de Trabalho que Tenham Mau hálito?



comportamentos e coisas que alguns colegas do trabalho provocam que irritam profundamente as pessoas que convivem no mesmo ambiente. Sem a pessoa perceber, essas pequenas coisas vão minando a sua imagem e comprometendo o seu sucesso pessoal e profissional. 

Não á nada pior do que conviver no trabalho com alguem que tem mau hálito ou um forte odor nas axilas?O que fazermos quando nos deparamos com um caso assim? é complicado, pois não sabemos o que fazer, principalmente porque nao temos como prever a reação da pessoa se dermos um feedback, dizendo do incomodo que ela está provocando com seu mau hálito ou mal cheiro, pois podemos ser interpretado como mau educado, etc., mas memso assim o ideal é falar com a pessoa dizendo que é preciso tomar cuidado com seu hálito, sendo que de uma forma delicada e que não crie um constragimento.

Podendo informar para consultar um dentista , dizer que leu numa revista que mascar um dente de alho pela manhã faz muito bem à saúde, mas e os outros que são obrigado a sentir o cheiro de alho em sua boca o dia todo? Você gosta de sanduíche de mortadela com guaraná sem gelo. Isso pode ser do seu gosto, mas veja se a mortadela fermentando em seu estômago não o fará arrotar um pouco azedo demais a tarde toda.....

Aconteceu uma situação dessa numa empresa que trabalhei, uma pessoa tinha um odor bem forte nas axilas, que ninguem conseguia chegar proximo a ela, como também ninguem tinha coragem de falar sobre isso.Eu conversei com minha gerente na época e a mesma, disse que não iria dar um feedback, e como eu percebi que a pessoa estava sendo mal vista e prejudicada no ambiente do trabalho, resolvi tomar uma decisão, não falei pessoalmente com ela, mas enviei um torpedo pela internet, anonimamente, relatando sobre seu odor forte nas axilas, explicando o que estava acontecendo, sem criticar , mas querendo ajudar.Isso foi um santo remedio, pois no outro dia essa pessoa foi trabalhar sem nenhum forte odor, e ao contrario, muito cheirosa por sinal, o bom foi que a mensagem que o feedback deu resultado, mesmo que não sendo pessoalmente.Essa pessoa voltou a conviver tranquilamente no ambiente de trabalho, sem mais provocar irritação nos seus colegas.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Porque as empresas não informam o motivo que o candidato não foi aprovado?





Não existe nada pior do que você estar participando de um processo seletivo a meses e no final, receber um telefonema que você não foi aprovado, porque não tinha o perfil da vaga, claro que você fica frustrado  se questionando, mas onde foi que eu errei, porque eu não tenho o perfil, no que tenho a melhorar? e essas indagações não tem resposta, pois simplesmente as empresas não tem essa preocupação com o candidato de dar o feedback, informando como foi seu desempenho durante o processo seletivo e o motivo porque não foi aprovado.


Quando faço processo seletivo e percebo que algumas pessoas não tiveram um desempenho positivo e que alguns aspectos precisariam melhorar, eu fico bastante preocupada, pois gostaria muito de dar um retorno e conversar com a pessoa para analisar alguns pontos que ela tem a melhorar. Mas infelizmente a empresa que trabalho não tem esse procedimento, eu acho uma pena, pois perdemos muitos candidatos bons, devido a pequenos erros cometidos durante o processo seletivo.


A dica que eu dou aos candidatos, é que desde quando você chega na empresa até o momento de saída, você está sendo avaliado, tem que ter postura e educação, saber se comportar, pois algumas pessoas deixaram de ser aprovados, porque na hora do preenchimento da ficha de inscrição, começaram a falar alto, dizer palavrão, sendo que não sabiam eles que naquele momento também eles estavam sendo avaliados.


Também teve alguns casos que os candidatos não foram aprovados devido a postura corporal, minha vontade era de eu poder dar  o livro "O corpo fala", porque você não pode de forma alguma numa entrevista de emprego, sentar de qualquer forma, como se estivesse em casa.


São atitudes simples que poderiam ser evitadas novamente se as empresas tivessem essa preocupação de informar o motivo porque o candidato não foi aprovado para aquela vaga, pois se ele não saber onde errou, não tem como ele se auto avaliar, o feedback é muito importante, pois o candidato um dia pode tornar seu cliente. Apesar que eu sei que as vezes fica um pouco  pouco inviável dar o retorno para todos, mas acho que daria sim para dar pelo menos aqueles que chegaram ate a etapa final da seleção, pois seria de grande ajuda para o candidato poder melhorar suas habilidades e competências.

O que retém talentos?




Cada dia mais é possível notar gerentes e profissionais de recursos humanos preocupados com planos de retenção de talentos, pois o mercado, cheio de possibilidades, está tornando mais fácil a rotatividade daqueles profissionais insatisfeitos.

O dinheiro já não é mais o principal chamariz dos profissionais qualificados, que buscam possibilidade de crescimento e aprendizado dentro das organizações. Se nossos pais e avós acreditavam na importância da estabilidade, hoje, os jovens querem satisfação profissional e pessoal.
 
Segundo o Dieese, Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, a média de permanência dos trabalhadores numa mesma companhia na Região Metropolitana de São Paulo é de cinquenta e sete meses, ou seja, aproximadamente cinco anos. Além disso, dados recentes apontam que o Brasil ocupa a segunda posição no mundo em intenção de mudança de emprego entre os executivos e a pesquisa A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros (Catho Online, 2009) indica o aumento do número de profissionais que recorrem a sites deanúncios de vagas e currículos à procura de recolocação.
 
O consultor internacional da MOT (Mudanças Organizacionais e Treinamento), Alfredo Castro acredita que este fenômeno é resultado da sensação que as pessoas têm hoje de que a permanência em uma mesma empresa é uma coisa ruim, o que ele considera mito. “As pessoas acreditam que deveriam ficar apenas dois ou três anos em uma mesma organização, mas isso apenas deveria ser assim se a empresa não traz mais desafios, se não tem mais motivações”, aponta.

Pensadores como Alvin Toffler (1971) e Zygmunt Bauman (2001) apontam que caminhamos rumo a um mundo que tende à efemeridade, à fluidez e à redução do tempo dos relacionamentos humanos. Nosso cotidiano é marcado pela rotatividade e pela transitoriedade, ou seja, encontram-se cada vez menos relações duradouras na sociedade. Namoros, casamentos e amizades são cada vez mais instáveis. Da mesma forma, os bens de consumo são cada vez mais descartáveis, reflexo da produção e da comercialização indiscriminada de produtos, também tornados efêmeros.

 
Ainda assim, especialistas entendem que a retenção de talentos é possível. Para o CEO doInstituto MVC, Costacurta, é preciso que as empresas mostrem aos profissionais a possibilidade de futuro, pois desta forma terão motivos para permanecer na organização. “Especialmente para as gerações mais novas, é importante mostrarmos que podem inovar e crescer. O profissional precisa ter autonomia, ter a chance de errar por tentar, e não por não fazer” afirma.
 
Castro também acredita que as empresas não devem se preocupar apenas com a retenção, mas com a atração por meio da abertura para novas ideias e de benefícios para o colaborador. “As empresas tem que mostrar porque é bom para o funcionário estar ali”, aponta.
 

Vantagens e maneiras de reter funcionários:

Uma das vantagens da retenção de profissionais é a eliminação de novos custos com seleção, treinamentos e tempo de adaptação. Mas para que exista a retenção, inicialmente é preciso que a seleção tenha critérios rigorosos não apenas quanto à qualificação técnica dos candidatos, mas também em relação a suas características comportamentais.

O grande erro das empresas é focar muito no currículo do profissional e não medir o grau de divergência entre o perfil buscado pela empresa e o perfil apresentado pelo candidato. Isso pode causar um choque que resultará em insatisfação, e provavelmente afastamento deste funcionário, que acaba permanecendo pouco tempo na organização”, avalia Costacurta.
 
Outro problema que resulta na perda de talentos, para Castro são os problemas com superiores. “Programas de liderança podem ajudar na retenção, pois 70% das pessoas que deixam uma empresa estão na verdade deixando seu líder, seu chefe, e não a empresa de fato”, garante.
 
Costacurta também aponta que um bom trabalho do líder pode ajudar na permanência do funcionário. “Existem escalas de necessidades. Nem todo mundo precisa das mesmas coisas do mesmo jeito, e os chefes podem avaliar isso e trabalhar de forma a adaptar, customizar o tratamento de acordo com o que seus colaboradores precisam”, afirma.

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