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Quem sou eu
- Mari Costa
- Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.
"Pessoas bem sucedidas"
Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.
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domingo, 22 de julho de 2012
Chefe ou Líder? Existem diferenças?
A principal diferença de um chefe para um líder, é que o chefe quer brilhar sozinho e o líder quer brilhar junto com a equipe. Chefe é aquele que dispõe de autoridade formal, mediante a investidura de um cargo, cujas atribuições outorgam capacidade para representar a empresa, deliberar e decidir, dentro das limitações de sua competência.Líder é aquele que, mesmo não dispondo de autoridade estatutária é seguido, respeitado e obedecido, que consegue unir o grupo, representá-lo e levá-lo coeso à perseguição e à defesa dos anseios comuns, que possui grande identificação com seus companheiros, com os quais mantém bom relacionamento.
Os principais estudiosos de Liderança começam a identificar nítidas diferenças entre um Chefe e um Líder. Parece oportuno traçarmos um paralelo entre estas duas posição.
Chefiar é fazer com que as pessoas façam o que é "preciso"
Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer o que é preciso.
- Os Chefes empurram- Os líderes puxam
- Os Chefes comandam- Os líderes comunicam
- Os Chefes são mestres- Os líderes são maestros
- Os Chefes são comandantes- Os líderes são treinadores
- Os Chefes são os donos da voz mais alta- Os líderes dos ouvidos mais acurados
- O Chefe administra- O líder inova
- Os Chefes é um cópia- O líder é um original
- O Chefe mantém- O líder desenvolve
- O Chefe focaliza os sistemas e a estrutura- O líder inspira confiança
- O Chefe pergunta "como" e "quando"- O líder pergunta "o quê" e "por quê?"
- O Chefe convive melhor no "status-quo"- O líder desafia, muda
- O Chefe é um bom soldado- O líder é ele mesmo
- O Chefe faz a coisa corretamente- O líder faz a coisa certa
- O Chefe obtém resultados através - ou apesar - das pessoas- O líder desenvolve pessoas e grupo
- O Chefe quer segurança e estabilidade- O líder quer desafios
- O Chefe busca "status" de vida- O líder privilegia qualidade
- Os Chefes são obedientes-Os líderes contestadores
- Os Chefes são fazedores- Os líderes criativos.
- O Chefe veste a camisa da empresa- Os líderes participam dos negócios da empresa
“Os grandes lideres são aqueles que formam outros lideres”, as empresas mudaram a forma de gerenciamento, os cargos de chefe já estão sendo instintos, dando lugar aos gestores, pois ninguém mais chefia e sim gerencia as pessoas.
E você ta mais para chefe ou líder?
domingo, 15 de julho de 2012
Como Superei meu medo de falar em público?
Quem nunca teve medo, receio, suou frio, passou mal, só de pensar no fato de ter que falar para uma grande quantidade de pessoas. O medo de falar em publico pode ser um desencadeador de stress e isso já aconteceu comigo. Desde criança sofria com esse problema, não gostava muito de me comunicar, era uma criança mais introspectiva, ficava muito na minha, só o fato de falar para mais de duas pessoas me deixava angustiada, então preferia a solução mais fácil que era me isolar. Quando cheguei na adolescência, a coisa foi piorando, principalmente, nas apresentações de trabalho na escola, não fazia a menor questão de ser a escolhida para falar em nome do grupo e quando em alguns trabalhos a professora exigia que todos precisassem falar, era uma tortura, sofria por antecipação.
Mas com o passar do tempo, depois que entrei na faculdade, percebi a importância que tinha de saber falar em publico, às pessoas que tinham esse dom, eram mais comunicativas, populares, tinham atitudes, eram ousadas e eu queria ser como elas, pois ter habilidade de falar em publico é uma das grandes competências para quem quer ser um profissional de sucesso. Então comecei a mudar meu comportamento, procurarei respostas para esse meu medo. A primeira coisa que fiz, foi acreditar no meu potencial, e que era capaz, colocando em prática a superação desse meu medo, como por exemplo, todos os trabalhos da faculdade eu sempre me disponibilizava para fazer as apresentações em nome do grupo e antes do dia da apresentação, eu fazia o teste do espelho, ou seja, apresentava o trabalho na frente do espelho, o único fator negativo, é que o espelho não pode me dar um feedback de como foi minha apresentação, e isso só quem pode me dar é o publico.
Os trabalhos na faculdade me ajudaram muito, mas não estava ainda satisfeita com a minha desenvoltura em falar em público, queria muito mais, pois acreditava que eu era capaz, e com muita determinação e vontade tinha certeza que eu ia superar esse obstáculo. Outro fator que me ajudou muito foi participar de várias dinâmicas, nos processos seletivos, no começo me saia muito mal, é tanto que sempre escutava, "infelizmente você não tem o perfil para a vaga", mas os vários não que eu levei não me desestimulou, ao contrário, me deu força para seguir em frente e não desistir.
Quanto mais eu acreditava em mim, mas eu tinha convicção que eu ia superar esse medo de falar em público, e foi o que aconteceu, a prática e o aprendizado foi muito importante nessa minha superação, principalmente quando as pessoas, me incentivavam e diziam que eu tinha uma excelente comunicação verbal e empatia, conseguia obter a atenção das pessoas com o meu carisma. Hoje em dia eu posso considerar que tenho certa habilidade em falar em público, mas mesmo assim procuro sempre melhorar e aprender as melhores técnicas, pois a vida é um eterno aprendizado.
Mas para quem ainda não perdeu esse medo de falar em público, a próxima pessoa pode ser você, mas minhjas andanças pela net, achei no blog do Cristovao, algumas dicas para quem quiser superar esse medo de falar em público:
Aceite e domine seu medo
Comece aceitando que você fica nervoso toda vez que tem que falar em público; não é nada com que tenha que se sentir perturbado. Agora, enfrente seu medo fazendo um esforço para fazer alguma coisa a respeito. O pior que você pode fazer é evitar completamente falar em público. Isto pode ter um efeito adverso em sua carreira e intensificar o medo.
Liberte-se da perfeição
Pare de se pressionar para ter um discurso perfeito. Afinal de contas, é apenas uma fala, não uma questão de vida e morte. E se tropeçar um pouco, você não perderá seu emprego. Aceite que erros acontecerão. Quando isso acontecer, tente recuperar a calma rapidamente e seguir em frente. As chances são de que ninguém perceba.
Conheça seu material
Você se sentirá realmente confiante somente se souber de verdade o assunto. Provavelmente, você já é um especialista no tópico sobre o qual está falando. Portanto, aproveite o fato de ter um conhecimento valioso para compartilhar. Se não estiver familiarizado com o tópico, pesquise e prepare-se até se sentir confiante de que possa tratar de quaisquer questões que possam surgir. Sinta-se animado com o assunto. Se o assunto for chato, insira uma anedota, uma citação ou um elemento de interesse das pessoas.
Pratique. Pratique. Pratique.
Ninguém é um pianista nato. A pessoa deve aprender como tocar piano e praticar horas incontáveis para fazê-lo com graça e sem esforço em um recital. Da mesma forma, bons oradores não nascem assim, eles se tornam. Portanto, da próxima vez que tiver que palestrar, dê a si mesmo tempo suficiente para preparar, organizar o material, praticar o discurso e fazer os ajustes necessários antes de estar diante do público. Lembre-se de que quanto maior a freqüência com que fizer palestras, melhor você se tornará.
Preste atenção no seu público
Em vez de colocar o foco em si mesmo e se preocupar com o que os outros pensam a seu respeito, coloque o foco no público. Sorria, faça contato com os olhos. Incentive a interação atraindo-os para a apresentação e fazendo perguntas relevantes. Isso não apenas faz de você um orador mais dinâmico e simpático, mas também ajuda tirar a pressão e os olhos de você.
Imagine o sucesso
Pare de visualizar um desempenho desastroso. Você apenas ficará mais nervoso e seu cérebro automaticamente associará falar em público a emoções negativas. Em vez disso, substitua essas imagens negativas por imagens de sucesso. Imagine-se em pé confiantemente em frente a uma multidão e fazendo uma grande palestra. Fazer isso mudará associações negativas em positivas e ajudará a programar seu cérebro e seu corpo para o sucesso.
Sinta-se bem e transmita isso
Se começar sua palestra sentindo-se bem e transmitindo esta sensação, isso o ajudará a ficar mais relaxado e confiante quando estiver diante do público. Tente dormir o suficiente na noite anterior de forma que esteja o mais descansado possível. Não coma demais pouco antes da palestra. Use sua roupa predileta, algo agradável com que você se sinta confortável e confiante.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Você sabe trabalhar em equipe?
No mundo corporativo está
sendo cada vez mais exigido que as pessoas saibam trabalhar em equipe, é hoje
uma das competências mais valorizadas pelo mercado de trabalho, sendo um grande
diferencial. As pessoas são muito distintas, e devido a isso os conflitos surgem,
muitos não aceitam criticas, não conseguem escutar as outras, e se isso não for
contornado, a equipe pode ser prejudicada. Trabalhar em equipe, em alguns
casos, é imprescindível, porém nem sempre isso é possível, depende muito dos
participantes que formam a equipe, e de as atitudes profissionais de cada uma.
Para trabalhar em equipe
não basta apenas querer, tem que se autoconhecer e ter algumas habilidades
necessárias. Um dos principais entraves de um bom trabalho em equipe é o medo
que algumas pessoas têm de dividir trabalhos e conhecimentos com os colegas. Nem
todo mundo tem essa capacidade de trocar conhecimento, pois tem medo de que um
colega tome seu lugar, isso é bem tipo de pessoas inseguras e com baixa autoestima,
pois tem medo de que os outros brilhem mais do que ela.
A diferença de trabalhar
em grupo e em equipe, é que no grupo cada um pensa por si só, e numa equipe as
pessoas pensam em conjunto em prol de um mesmo ideal. Trabalhar em equipe é
mais do que ter um bom relacionamento com os colegas da empresa - é saber
dividir trabalho sem medo de que alguém descubra que você é totalmente
dispensável.
As redes sociais também
proporcionam o trabalho em equipe, o DIHITT, o Facebook, Linkedin, Twitter são
bons exemplos disso, pois são milhares de pessoas, na maioria com o mesmo
ideal. Mas nas redes sociais encontramos aquelas pessoas que não respeitam as
opiniões das outras, que se acham melhor do que todos e que querem brilhar
sozinha.
Eu prefiro trabalhar em
equipe, por mais que às vezes seja um pouco difícil, porque lidar com varias
pessoas de personalidades diferentes requer muito tato e paciência, mas cada um
pode fornecer um tipo de conhecimento e agregar muito valor ao grupo e o
resultado final pode ser maravilhoso, pois quando uma pessoa sonha sozinha,
continua sendo um sonho, mas quando sonha em equipe vira realidade.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Programa Internacional de Trainee Andrade Gutierrez 2013
Dados do Programa de Trainee
Programa Internacional de Trainee Andrade Gutierrez 2013
A Andrade Gutierrez aposta na sua carreira e quer contar com você para construir o futuro juntos!
O programa Internacional Trainee AG forma jovens profissionais para que tenham a visão estratégica e sustentável dos negócios, de forma a conhecer a empresa globalmente e contribuir para a visão de futuro.
Dessa forma, o programa acelera o desenvolvimento desse time para que os jovens sejam símbolos da Cultura AG – princípios e comportamentos do Grupo Andrade Gutierrez – capazes de implementar as estratégias da empresa e garantir o crescimento sustentável do negócio.
São profissionais com alto potencial e perfis comportamentais diferenciados, estimulados de forma permanente, em um ambiente de negócios desafiador. O Grupo busca pessoas ambiciosas, audaciosas e que tenham mobilidade e interesse pela diversidade cultural, pois os trainees vivenciarão experiências de diversas culturas e transitarão em todas as áreas e negócios da organização.
Diferenciais e Atrativos
Escolha da área de atuação: A escolha da área fim, após programa, é feita pelo trainee em conjunto com a empresa.
Vivência internacional: O trainee passa por experiências nos mercados em que a Andrade Gutierrez marca presença, no mundo.
Movimentações: O trainee circulará e terá treinamentos em gestão e operação nos ambientes de negócios – como Construção e Engenharia, Concessões, Logística de Saúde, Desenvolvimento de Novos Negócios e Telecomunicações, além da Holding.
Formações Multidisciplinares: Uma realidade em um Grupo reconhecido pela gestão de negócios, gestão de pessoas, gestão socioambiental e gestão técnica.
Coaching e Tutoria: O trainee é acompanhado de perto pelos tutores, um Coach e um profissional da área de Gente e Gestão Andrade Gutierrez.

Pré-Requisitos:
- Ensino Superior completo entre Dezembro de 2010 e Dezembro de 2012 nos cursos:
- Desejável que tenha experiências internacionais.
- Inglês avançado (exigido).
- Espanhol ou Português intermediário como segundo idioma.
- Mobilidade: disponibilidade para mudanças e viagens.
- Bons conhecimentos no Pacote Office.
Administração, Arquitetura, Ciências Social, Contabilidade, Comércio Exterior, Comunicação (Relações Públicas, Jornalismo, Comunicação Social, Publicidade), Direito, Economia, Engenharias (todos os cursos), Estatística.
Física, Geologia, Geofísica, Marketing, Matemática, Pedagogia, Psicologia, Relações Internacionais, TI (Ciências da Computação, Análise de Sistemas, Engenharia de Software e Processamento de Dados).
Buscamos jovens profissionais aderentes à Cultura AG que formem um time de sucesso, que estejam alinhados com as atitudes que resultam em alta performance e que diferenciam as pessoas pelo mérito do que produzem, entregam e trazem de resultados.
Etapas do Processo de Seleção:
- Inscrições mundiais (entre 15 de junho a 15 de agosto).
- Testes online.
- Dinâmica/ entrevista com a área de Gente&Gestão e gestores.
- Testes/ business game.
- Entrevista final com o Comitê Executivo do Grupo Andrade Gutierrez.
As três últimas etapas serão de caráter presencial.
Sistema de Avaliação:
- Avalia aderência à Cultura AG e o desempenho.
- Desenvolvimento de relatório ao final de cada job rotation.
- Apresentação de um projeto ao final do programa.
Etapas de Desenvolvimento:
- Imersão na Cultura AG (atividades de integração).
- Treinamentos (técnicos e comportamentais).
- Job rotation internacional.
- Coaching Interno e Tutoria.
Há acompanhamento e feedback de tutores e de profissional da área de Gente e Gestão ao longo do programa
Regime de Contratação: CLT
Duração: 18 meses
Local das Vagas: Todo o Brasil
Inscrições abertas até 15 de Agosto de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
Teste: Você é um Workaholic?
Vamos saber o que é um workaholic, popularmente falando são pessoas viciadas em trabalho. Sendo que está cada vez mais crescendo o numero de workaholics no mundo. O que faz com que uma pessoa se torne um workaholics? Não tem nenhum embasamento cientifico, são minhas próprias conclusões, que estou relatando para meus amigos internautas, eu acho que competitividade no mercado está cada vez mais acirrada e isso é um fator a mais para as pessoas mergulharem de vez no trabalho, tendo hora para chegar na empresa mas não tendo hora de largar, esquecendo até de beber água, fazer suas necessidades fisiológicas e até mesmo de comer, outro fator é a busca de status. Poder e realização profissional, sendo uma das mais prováveis razões para que uma pessoa torne um workaholic é a fuga dos problemas intimo e pessoais, elas não conseguem encarar seus próprios problemas e frustrações e tentar resolver, por isso dedicar-se todo seu tempo ao trabalho, esquecendo de sua própria família e de si mesmo.
O workaholic faz de seu trabalho o sentido de sua vida,uma obsessão, canaliza cada vez em maior escala sua energia no trabalho, sacrificando assim o lazer e as relações pessoais. É muito frio e racional, tem medo de conectar com si mesmo, pois desconsidera seus próprios sentimentos, pois sua vida é o trabalho, pois sem ele não tem o menor sentido.É um tanto individualista e egoísta, não consegue sentir prazer com o momento de lazer, ver sempre o mundo preto e branco.´
Ser um workaholic traz muito prejuízo a saúde física e mental, na verdade a pessoa esta se autodestruindo.Primeiramente se for é um workaholic, deverá fazer uma autoanalise, para saber direcionar seu tempo não só para o trabalho, mas também para o lado pessoal e familiar, tirar alguns minutos para relaxar, sem pensar em nada, principalmente no que se refere a trabalho, ter momentos de lazer e dependendo da situação pode até procurar fazer uma terapia.
Trouxe um teste para vocês saberem se são workaholic ?
Você costuma esquecer e até perder compromissos sociais e festas de família por causa do trabalho ? Mesmo dormindo ou comendo, sua cabeça continua no escritório ? Responda as perguntas deste teste elaborado pelo Empregos.com.br e descubra se você é ou não é um workaholic e se não está na hora de diminuir o ritmo do trabalho.
SIM= 1 ponto NÃO = 0 ponto
>1. Você se empolga mais com seu trabalho que com qualquer outra coisa? ( )Sim ( )Não
>2. Você trabalha ou lê durante as refeições? ( )Sim ( )Não
>3. Você regularmente deixa de almoçar para trabalhar? ( )Sim ( )Não
>4. Seu horário de trabalho causa estranheza nos seus relacionamentos? ( )Sim ( )Não
>5. Seu trabalho interfere no seu tempo livre? ( )Sim ( )Não
>6. Você raramente pensa sobre trabalho fora do escritório? ( )Sim ( )Não
>7. Você subestima o tempo de duração de um projeto e depois corre para terminá-lo
no prazo? ( )Sim ( )Não
>8. Você geralmente sobrecarrega sua agenda? ( )Sim ( )Não
>9. Você sente que não pode reduzir sua carga horária sem comprometer sua carreira? ( )Sim ( )Não
>10. Você tem dificuldades em delegar tarefas a outras pessoas? ( )Sim ( )Não
>11. Você raramente cancela eventos familiares e sociais para cumprir prazos determinados
por si próprio? ( )Sim ( )Não
> 12. Você pensa em trabalho enquanto dirige, escuta outras pessoas falando ou quando
está indo dormir? ( )Sim ( )Não
>13. Você é competitivo? ( )Sim ( )Não
>14. Você trabalha mais de 45 horas por semana? ( )Sim ( )Não
>15. Você desistiu de algum de seus hobbies por causa do trabalho? ( )Sim ( )Não
16. Você se preocupa excessivamente com o futuro, mesmo quando as coisas estão bem? ( )Sim ( )Não
17. Você acredita já ter adoecido por causa do trabalho? ( )Sim ( )Não
18. Você está infeliz com seus hábitos de trabalho? ( )Sim ( )Não
TOTAL;
Gabarito
1 a 8 pontos
Zen: você consegue um bom equilíbrio entre a ambição e hábitos saudáveis. Bom para a sua saúde e bom para a sua carreira também, afinal, você reserva um tempo para aprender e viver experiências que também podem contribuir para o seu desenvolvimento profissional.
9 a 14 pontos
Cuidado: Não está na hora de tirar aquelas férias vencidas? Seu corpo pode não ter reclamado ainda, mas certamente seus pensamentos às vezes fogem e sua produtividade está comprometida. Tente umas férias, mas, se não for possível agora, aposte nos exercícios físicos, nas atividades culturais e em tudo o que lhe dá prazer.
15 a 18 pontos
Perigo: Reduza suas horas de trabalho, pois há mais vida fora do escritório. O ideal mesmo é que você se desligue por uns dias e faça algo para o bem do seu corpo e da sua mente. Você ficará mais disposto e conseguirá trabalhar bem em menos tempo, porque sua produtividade aumentará.
Quem desejar, pode postar um comentário com o resultado.
sábado, 30 de junho de 2012
7 jeitos inusitados para ficar mais criativo
Uma das principais competências exigidas pelas empresas é a "criatividade", pois grande parte do sucesso profissional depende de um bom dom de criatividade e de idéias geniais que só alguns criativos conseguem executar. Por isso trouxe para o meu blog, uma reportagem da Revista Exame falando sobre criatividade.
Esqueça todas as teorias que argumentam que criatividade é um dom ou está relacionada com uma propensão genética ou é habilidade exclusiva de um seleto grupo de pessoas com um QI fora do normal. Pesquisas recentes comprovam: o ato de pensar fora da caixa e ter soluções inovadoras é o tipo de habilidade que pode, sim, ser desenvolvida.
Boa parte dos estudos mostram que ideias e soluções criativas não surgem por geração espontânea. Antes, geralmente, elas são fruto da combinação de diferentes ideias já existentes.
Por isso, os cientistas afirmam: quanto mais exposto a diferentes conceitos, culturas e valores, melhor. Mas para fazer essas conexões valiosas é preciso estar relaxado. Em outras palavras, quanto "mais de boa", melhor.
Por isso, ingerir bebidas alcóolicas, ter amigos de outras áreas e sonhar acordado podem ser hábitos essenciais para você virar o tipo de pessoa que vê como uma enorme teia de soluções criativas. Confira:
- Vá para um café
Quando faltarem ideias e você estiver mergulhado em um marasmo de criatividade, qual é a melhor opção: uma biblioteca (extremamente silenciosa) ou um café? De acordo com pesquisa da University of Illinois em Urbana-Champaign, a segunda opção é mais favorável para a criatividade.
Para chegar a esta conclusão, o professor Ravi Mehta e sua equipe observaram o desempenho dos participantes em um ambiente com 70 decibéis e em outro de 50. Aqueles que ficaram no ambiente menos silencioso, tiveram o melhor desempenho em tarefas de criatividade.
- Fique bêbado (ou quase)
Em uma pesquisa recente, cientistas da Universidade de Illinois em Chicago compararam o desempenho de estudantes sóbrios e bêbados em atividades que exigiam habilidades criativas. Aqueles que haviam ingerido bebidas alcoólicas conseguiram resolver 30% mais problemas do que os sóbrios.
Resultados semelhantes foram encontrados por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh. Os participantes da pesquisa que tinham ingerido vodca tiveram mais “insights” ao resolver um conjunto de problemas linguísticos.
Mais: eles foram mais rápidos do que os que não tinham bebido uma gota da bebida, que por sua vez ficaram mais focados. Porém, pouco criativos.
- Divirta-se no YouTube
Chefes que proíbem acesso a redes sociais e sites de vídeos, como o YouTube, deveriam rever seus conceitos. Pesquisadores da University of Western Ontario dividiram os participantes do estudo em três grupos.
O primeiro ouviu um trecho de uma música de Mozart e assistiu a um vídeo de um bebê sorrindo; o segundo, um trecho da trilha sonora do filme “A lista de Schindler” e assistiu a uma reportagem sobre um terremoto, enquanto o último grupo ouviu uma música e assistiu a um vídeo que não alterou o humor deles.
Resultado: o grupo que foi exposto a vídeos e músicas mais felizes teve um desempenho melhor ao resolver problemas que exigiam criatividade. Ponto para o YouTube (e para o bom humor) durante o expediente.
- É uma pessoa noturna? Faça brainstorm de manhã
Qual é o período do dia que você está mais alerta e consegue se concentrar melhor? Então, estimule sua criatividade no período exatamente oposto a este. Isso mesmo.
Segundo estudo da psicóloga Mareike Wieth, publicado em dezembro passado, somos mais criativos no período em que estamos menos alerta no dia. Isso significa que se você é uma pessoa noturna, provavelmente terá insights no período matutino.
Na pesquisa, os voluntários conseguiram ter uma performance até 50% melhor em tarefas que exigiam criatividade no período em que eles, geralmente, ficavam menos alertas.
- Faça amigos. De preferência, longe da sua área de atuação
A criatividade é fruto da combinação de diferentes ideias já existentes. Por isso, quer ter mais e melhores insights? Expanda seus horizontes cognitivos e sociais.
Em um estudo com alunos da Stanford Business School, o sociólogo Martin Ruef , da Universidade de Princeton, constatou que aqueles que tinham amigos de outros setores eram mais inovadores.
- More no exterior
Na mesma toada, o contato com outras culturas também pode incrementar sua criatividade. A dupla de professores Willian Madduz e Adam Galinsky, respectivamente do INSEAD e Kellogg School of Management, comprovaram isso após observar o desempenho de estudantes americanos e estrangeiros (que moravam nos EUA) em um problema que exigia criatividade.
Segundo os pesquisadores, 60% dos estudantes estrangeiros e dos americanos que viveram no exterior conseguiram resolver a tarefa. Daqueles que nunca cruzaram a fronteira dos Estados Unidos, apenas 42% tiveram um “insight” para solucionar a atividade.
- Sonhe acordado
Freud estava errado. A arte de divagar, ou melhor, sonhar acordado não é um ato infantil ou neurótico, como ele pontuou. Em vez disso, pode ser uma excelente estratégia para aguçar a sua criatividade, entre outros fatores. Em pesquisa do professor Jonathan Schooler, da Universidade de Santa Bárbara (EUA), pessoas que tem uma propensão a sonhar acordado se dão melhor em testes de criatividade.
Fonte: Revista Exame
segunda-feira, 25 de junho de 2012
50 perguntas e respostas para usar em entrevistas de emprego
Eis uma tradução de um artigo do blog bhuvans.wordpress.com, redigido por sua vez a partir do livro “The Accelerated Job Search” de Wayne D. Ford. Como estamos em maré de busca acelerada de emprego, em plena maré de quase meio milhão de desempregados pensei que fosse muito oportuno apresentar aqui a minha tradução “livre”, com algumas achegas de minha própria lavra. Cá vão assim as 50 perguntas que mais frequentemente surgem em entrevistas de emprego, e que podem ser usadas nos dois papéis, quer como entrevistador, quer como entrevistado:
1. Fale-me sobre você:
Esta será talvez a pergunta mais frequente numa entrevista de emprego. Precisará de trazer na sua mente uma resposta breve mais ou menos memorizada, mas procure não deixar transparecer que trazia a resposta preparada, já que isso dará de si uma imagem de fraca espontaneidade. Evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade laboral e aborde-os apenas se estes lhe forem especificamente apresentados. Descreva aqui que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga a que está a responder. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.
Esta será talvez a pergunta mais frequente numa entrevista de emprego. Precisará de trazer na sua mente uma resposta breve mais ou menos memorizada, mas procure não deixar transparecer que trazia a resposta preparada, já que isso dará de si uma imagem de fraca espontaneidade. Evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade laboral e aborde-os apenas se estes lhe forem especificamente apresentados. Descreva aqui que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga a que está a responder. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.
2. Porque deixou o seu último emprego?
Seja lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um toque positivo. Nunca, mas nunca mesmo, mencione problemas graves na sua organização anterior e jamais, mais jamais mesmo, mencione conflitos com os seus superiores ou colaterais. Se o fizer, perderá o emprego com toda a certeza. Diga que saiu por uma qualquer razão positiva, como a procura de uma nova oportunidade profissional.
Seja lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um toque positivo. Nunca, mas nunca mesmo, mencione problemas graves na sua organização anterior e jamais, mais jamais mesmo, mencione conflitos com os seus superiores ou colaterais. Se o fizer, perderá o emprego com toda a certeza. Diga que saiu por uma qualquer razão positiva, como a procura de uma nova oportunidade profissional.
3. Que experiência tem neste campo?
Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se o mais possível. Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com o campo para que está a concorrer.
Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se o mais possível. Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com o campo para que está a concorrer.
4. Considera-se um homem/mulher de sucesso?
Tem que responder obrigatoriamente que sim e explicar sumariamente porque pensa dessa forma, listando os objetivos que traçou para si próprio no passado e a forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.
Tem que responder obrigatoriamente que sim e explicar sumariamente porque pensa dessa forma, listando os objetivos que traçou para si próprio no passado e a forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.
5. O que pensam os seus colegas de si?
Leve mentalmente consigo uma ou duas frases citadas de um dos seus colaboradores, colaterais ou superiores. Se não se lembrar de nada diga “O Joaquim diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.
Leve mentalmente consigo uma ou duas frases citadas de um dos seus colaboradores, colaterais ou superiores. Se não se lembrar de nada diga “O Joaquim diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.
6. O que conhece sobre esta organização?
É imperativo que investigue a organização antes da entrevista. Tente conhecer tudo sobre a organização, quais são os seus planos de expansão, a sua solidez económica, etc.
É imperativo que investigue a organização antes da entrevista. Tente conhecer tudo sobre a organização, quais são os seus planos de expansão, a sua solidez económica, etc.
7. O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?
Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela anterior organização até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.
Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela anterior organização até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.
8. Está a concorrer também a responder a ouras ofertas de emprego?
Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas já que o importa é manter o foco no emprego sobre a mesa, não nenhum dos outros.
Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas já que o importa é manter o foco no emprego sobre a mesa, não nenhum dos outros.
9. Porque é que quer trabalhar nesta organização?
Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação.
Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação.
10. Conhece alguém que trabalha para nós?
Esta pergunta pode ser fatal… há organizações que não contratam familiares e mencione apenas amigos se este estiver previamente avisado e fôr de absoluta confiança… não seria o primeiro a ser enganado por falso amigo que quando questionado sobre nós nos dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa.
Esta pergunta pode ser fatal… há organizações que não contratam familiares e mencione apenas amigos se este estiver previamente avisado e fôr de absoluta confiança… não seria o primeiro a ser enganado por falso amigo que quando questionado sobre nós nos dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa.
11. Qual é salário que espera poder obter?
Uma pergunta de resposta delicada… cuidado se responder primeiro, razão pela qual o mais avisado será evitar responder e se perguntar algo do género: “diga-me qual é tipo de salário que está aqui em questão”? Alguns entrevistadores responderão, outros não… praticamente nenhuns o levarão a mal por ter fugido à resposta. Se contudo, achar que tem mesmo que responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.
Uma pergunta de resposta delicada… cuidado se responder primeiro, razão pela qual o mais avisado será evitar responder e se perguntar algo do género: “diga-me qual é tipo de salário que está aqui em questão”? Alguns entrevistadores responderão, outros não… praticamente nenhuns o levarão a mal por ter fugido à resposta. Se contudo, achar que tem mesmo que responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.
12. Como se dá com o trabalho em equipe?
Não terá outra opção além de dizer que sim, que se dá muito bem e que gosta mesmo muito, muito. Tenha exemplos à mão, prontos a citar e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em sacrificou o seu próprio bem estar ou a sua glória pessoal em nome do desempenho da equipa. Nunca se vanglorie, mas procure manter-se no domínio dos factos, tanto quanto o possível.
Não terá outra opção além de dizer que sim, que se dá muito bem e que gosta mesmo muito, muito. Tenha exemplos à mão, prontos a citar e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em sacrificou o seu próprio bem estar ou a sua glória pessoal em nome do desempenho da equipa. Nunca se vanglorie, mas procure manter-se no domínio dos factos, tanto quanto o possível.
13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?
Não seja muito específico. Diga algo vago como “durante muito tempo” ou “enquanto acharem que estou a fazer um bom trabalho”.
Não seja muito específico. Diga algo vago como “durante muito tempo” ou “enquanto acharem que estou a fazer um bom trabalho”.
14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?
Outra questão em que a qualidade da resposta é vital… Nunca deixe transparecer que gostou de o fazer, mesmo se essa pessoa mereceu tal despedimento. Mencione que teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto. Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo tem sempre que optar pela primeira.
Outra questão em que a qualidade da resposta é vital… Nunca deixe transparecer que gostou de o fazer, mesmo se essa pessoa mereceu tal despedimento. Mencione que teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto. Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo tem sempre que optar pela primeira.
15. Qual é a sua filosofia quanto ao Trabalho?
Nem pense em alongar-se longamente sobre este tema… Diga o que pensa dos trabalhos que têm que ser feitos, e daqueles que são especialmente urgentes e do quanto pretende sacrificar para os cumprir. Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.
Nem pense em alongar-se longamente sobre este tema… Diga o que pensa dos trabalhos que têm que ser feitos, e daqueles que são especialmente urgentes e do quanto pretende sacrificar para os cumprir. Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.
16. Se tivesse hoje dinheiro suficiente para se aposentar, você faria isso?
Não. É claro que tem que dizer que não… diga que prefere trabalhar a estar aposentado.
Não. É claro que tem que dizer que não… diga que prefere trabalhar a estar aposentado.
17. Já alguma vez lhe pediram para deixar uma função?
Se sim, seja honesto… mas com brevidade e sempre sem dizer nada de negativo sobre a circunstância em que isso aconteceu.
18. Explique como poderia ser um ativo útil para a organização:
18. Explique como poderia ser um ativo útil para a organização:
Uma das respostas mais importantes de toda a entrevista é esta… Use-a para destacar os seus pontos mais positivos, especialmente aqueles que mais se relacionam com a oportunidade sobre a mesa.
19. Porque é que deveríamos contratar?
Sublinhe em que medida é que as suas capacidades correspondem às necessidades da organização. Nunca mencione que é melhor do que qualquer outro concorrente, nem sequer no abstrato.
20. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego:
Vá para a entrevista com uma destas sugestões já preparada. Esta deverá ser uma que foi aceite (de forma a manter o tom positivo) e que tenha tido uma aplicação bem sucedida. Idealmente, deverá ser diretamente aplicável no tipo de funções a que está agora a concorrer.
21. O que o irrita mais nos seus colaterais?
Não lhe cheira a armadilha? Se não devia, porque é exatamente disso que aqui se trata… Simule que está a pensar em alguma coisa e depois diga que não lhe ocorre nada neles que o irrite e que o seu relacionamento com eles é tão bom que não lhe acorre agora nada que o irrite neles.
22. Qual é a sua maior força?
22. Qual é a sua maior força?
Pode dar uma de várias respostas. Desde que seja um aspecto claramente positivo. As respostas mais comuns são algo do género: a sua capacidade para prioritizar a resolução de problemas ou projetos, a sua capacidade para trabalhar sobre pressão, os seus conhecimentos técnicos ou a sua capacidade de liderança.
23. Descreva aquele que seria para um “emprego de sonho”:
Procure não se referir a nenhum emprego que tenha tido no passado, nem sequer aquele que está agora na mesa. Não mencione especificamente um outro trabalho que não aquele que corresponderá a esta entrevista, porque isso poderá dizer ao entrevistador que sairá na primeira oportunidade. O melhor é manter-se no campo das generalidades.
24. Porque pensa que se adaptará bem a este emprego?
Mencione as suas capacidades, experiência e motivação.
25. O que procura num trabalho?
Veja a resposta 23.
26. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?
Mencione deslealdade para com a organização, violência física ou verbal ou ilegalidade. Qualquer coisa menos grave do que isto deve ser omitida.
27. O que é mais importante para si; dinheiro ou trabalho?
O dinheiro é sempre importante, mas o tipo de trabalho e a satisfação que se retira dele pesa sempre mais.
28. Qual era o seu ponto forte, segundo o seu anterior superior hierárquico?
Há aqui várias respostas possíveis, como lealdade, energia, capacidade de liderança, conhecimentos técnicos, etc
29. Conte-me o maior problema que já teve com um superior hierárquico:
Mais uma armadilha… A ideia é colocá-lo a falar mal do seu superior. Se cai nela, a entrevista está concluída. A solução pode ser manter-se positivo e alegar falta de memória, exatamente como fazem os políticos quando se sentem mais apertados.
30. O que é o desapontou antes num emprego?
Não seja negativo. Fale de “falta de desafios” ou se foi afastado numa qualquer reorganização ou se a empresa fechou as portas, use essa informação agora.
31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão
31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão
Diga que gosta de certos tipos de pressão. Dê exemplos que se possam relacionar com o cargo a que está a concorrer.
32. As suas capacidades são mais adequadas para este emprego ou para outro?
Provavelmente, este. Não dê pistas de que poderia quer mais outro emprego além deste.
33. O que é que o motiva a trabalhar melhor?
Depende de si… Mas pode usar chavões como Desafios, espírito d realização pessoal e organizativa, reconhecimento do bom trabalho feito. Etc
34. Está disposto a trabalhar para além do seu horário? Fazendo noites e fins de semana?
Sim, claro… Se necessário e se a organização precisar, terá que estar disposto a tudo.
35. Como vai saber se teve sucesso neste emprego?
Existem varias formas de medir o sucesso. Definindo elevados padrões de qualidade e desempenho e cumprindo-os. Mas somente o seu superior é que saberá de facto se foi ou não bem sucedido.
36. Se fosse necessário, estaria disposto a mudar de local de trabalho?
Deve ser claro e honesto. Devendo recolher junto da sua própria família a sua disponibilidade para tal mudança se lhe parecer provável que o questionem sobre tal. Nunca diga que está disposto a mudar-se e depois não o faça… Já que isso poderá determinar o fim da sua carreira.
37. Está disposto a colocar os interesses da organização acima dos seus próprios?
Esta questão pretende aferir a sua potencial lealdade. Não se alongue. Limite-se a responder que sim.
38. Descreva o seu estilo de gestão
Fuja dos chavões de gestão, porque parecem exatamente aquilo que são: ocos. Contudo, pode usar termos comuns como “progressivo”, “gerador de consensos” (como apregoa Obama) e diga que o altera de acordo com as necessidades de cada circunstância.
39. O que aprendeu de erros anteriores?
Uma armadilha, de novo… Não mencione nada de realmente grave, mas não deixe de mencionar um ou outro pequeno erro, sublinhando sempre o aspecto positivo (medidas corretivas, aprendizagem obtida, etc)
40. Tem alguns pontos fracos?
Não lhes dê pistas… Obviamente que os tem – como toda a gente – mas deixe ao seu futuro empregador a tarefa de os descobrir. Refugie-se na frase de que ninguém é bom juiz em casa próprio.
41. Se estivesse a contratar alguém para este trabalho, o que procuraria nela?
Obviamente, seja lá o que for que diga, mencione sempre características que já possua e deixe de parte todas aquelas que não tem.
42. Acha que está sobrequalificado para esta vaga?
Diga qualquer coisa menos sim. Se pensar assim, e se o confirmar dizendo, está a dizer ao seu potencial empregador que irá sair na primeira oportunidade…
43. Como se propõe compensar a sua falta de experiência?
Se tem alguma experiência relevante de que o entrevistador ainda não tem conhecimento, refira-a agora. Se não, concentre-se em confirmar o seu empenhamento e a sua capacidade de esforço.
44. Que qualidades procura num superior hierárquico?
Seja genérico e positivo. Aluda a confiança, sentido de humor (todos julgamos que o temos, especialmente os chefes) e conhecimentos.
45. Exemplifique um caso em que teve que resolver uma disputa entre colaboradores
Dê um caso concreto e aluda sobretudo à forma como resolveu o problema.
46. Que posição prefere numa equipe que esteja a trabalhar sobre um dado projeto?
Seja honesto. Indique se trabalha bem em equipe, se tem capacidades de liderança e exemplifique sumariamente com exemplos concretos.
47. Descreva a sua ética de trabalho
Mencione tudo aquilo que possa beneficiar a organização, como espírito de missão e gosto pela satisfação recolhida pela pura execução de um trabalho com qualidade e eficiência.
48. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?
Diga lá o que disser, nunca pode mencionar algo que estivesse sob o seu controlo direto. Demonstre espírito de aceitação e evite negativismos.
49. Qual foi a coisa mais divertida que fez no trabalho?
Algo que contribuiu para a organização e dentro do normal prosseguimento das suas funções, naturalmente…
50. Tem alguma pergunta?
Leve sempre – mentalmente – uma lista preparada de perguntas, fruto das suas pesquisas na Internet e que tenham a ver com a forma como pode contribuir para a organização. Questione sobre os projetos que estão a decorrer e sobre aqueles que estão prestes a começar e sobre a estrutura onde se irá integrar.
Fonte Principal:http://bhuvans.wordpress.com/2006/08/19/50-common-interview-qa/
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