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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

7 esportes que podem ajudar a alavancar sua carreira




A prática de esportes não consta na sua lista de hobbies? Pois devia. De acordo com especialistas, além de determinar um estilo de vida mais saudável, os esportes também ajudam a traçar um caminho para o sucesso na carreira.
“Para ser um grande profissional você precisa de alta performance, motivação, autoconfiança, persistência para superar metas e resistência psicológica. O que é importante para um atleta, ganhar uma medalha, é importante para a carreira também”, explica Dietmar Martin Samulski, professor titular da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG e doutor em psicologia do esporte.
Para Rodrigo Scialfa Falcão, psicólogo especialista em psicologia do esporte e diretor da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (ABRAPESP), diz que não há regra na escolha de uma modalidade de esporte, o que vale é o gosto pessoal. E o importante é praticar regularmente.
Confira a seguir sete modalidades de esportes e as dicas dos especialistas:

  • Tênis
Esporte preferido de presidentes de grandes empresas também é praticado por chefes de Estado, como David Cameron. “A nível amador, tênis é um dos esportes mais completos. Trabalha o físico, 

  • Corrida

A coordenação motora e é uma modalidade extremamente mental, pois para ganhar é preciso de estratégias”, explica Samulski. Falcão diz que o esporte pode ajudar no planejamento de estratégias, na análise de adversários ou concorrentes e trabalhar com uma visão a longo prazo. “O golfe é outro exemplo de esporte que trabalha com estratégia, entre uma tacada (ou saque) e outra (o) você precisa controlar a ansiedade e ser preciso”, afirma.

Samulski, que já acompanhou a delegação brasileira em três Paraolimpíadas (Sydney, Atenas e Pequim) e nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, afirma que executivos que lidam com crises nas empresas a todo instante podem adotar valores como a disciplina e superação dos atletas no ambiente de trabalho. Assim como a corrida, o ciclismo e a natação são modalidades excelentes para ganhar resistência e incentivar a superação. “Por ser um esporte mais introvertido é bom para o profissional refletir e meditar durante a prática”, diz Falcão.

  • Futebol

Na categoria de esportes coletivos entra também o basquete – esporte favorito de Obama – vôlei, handebol, entre outros. “Para quem já é líder e tem esse papel consolidado, um esporte coletivo pode ser praticado junto com outros colegas de trabalho e é ideal para descontrair”, diz Falcão. “Para não perder a coletividade, o futebol do final de semana ajuda além do aspecto social nos trabalhos em equipe”, completa Samulski.

  • Judô

Especialistas indicam também o aikidô, kung fu, caratê e taekwondo. Falcão afirma que profissionais com uma rotina estressante e com muitas responsabilidades podem adotar a filosofia do esporte e canalizar a “agressividade”.
Samulski diz que além de disciplina, o profissional adquire habilidades como concentração mental e coordenação motora.

  • Triatlo

Ideal para profissionais que gostam de rotina, mas não gostam de fazer musculação em academias, o triatlo exige muito treinamento e dedicação. O atleta trabalha com a combinação de ciclismo, natação e corrida.
“Conheço executivos que praticam triatlo e que no dia que não conseguem praticar ficam mal”, afirma Falcão.

  • Rafting

Os esportes radicais são indicados para superar medos e encarar desafios. Rapel e paraquedismo também entram nessa categoria.
Para Samulski o mais importante para obter benefício desse tipo de esporte é a preparação física. Não é recomendável resolver praticar de uma hora para outra e sem acompanhamento.

  • Tai Chi Chuan

Assim como o ioga, praticar tai chi tem relação direta com a meditação e com movimentos que exigem equilíbrio e concentração do praticante.
“É preciso entender a filosofia e adotar no estilo de vida. Só praticar não basta ”, diz Falcão.













domingo, 1 de abril de 2012

Sustentabilidade:A profissão do futuro


Sustentabilidade, nunca se ouviu falar tanto nessa palavra como nos dias atuais. As empresas estão mais conscientes que precisam ser auto-sustentável, para não agredir mais o meio ambiente, já não basta o estrago que já fizeram nesses anos todos onde as organizações só pensavam em ganhar dinheiro, desrespeitando totalmente o meio ambiente.Mas o que vem a ser sustentabilidade, segundo a Wikipédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.

 No geral esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir, é o que as empresas estão procurando fazer e o governo está cada vez mais cobrando incisivamente e colocando metas para que o meio ambiente sofra menos agressão.

 Para entrar nesse ramo profissional de sustentabilidade,você primeiro tem que ser autosustentável, ou seja,basta ter pequenas atitudes sustentáveis ao longo de sua vida. Medidas simples como economizar e reciclar papel. Reciclar latas e embalagens; não queimar lixo; economizar água e energia elétrica através de um uso mais racional desses recursos; garantir que as empresas que fornecem bens e serviços para você tenham também a mesma preocupação e recusando-se a consumir produtos de origem ilícita ou que tenha sido obtidos (extraídos ou fabricados) através de meios prejudiciais a natureza.

 Tendo essas atitudes no seu dia a dia você já pode começar a se inserir no mercado de trabalho nessa área de sustentabilidade, pois vai ser a profissão do futuro, todos os cargos que tiver relação com o meio ambiente, responsabilidade social, referindo às profissões que, ao mesmo tempo em que promovem o progresso econômico, contribuem com a restauração da qualidade do meio ambiente,abrangendo as ocupações que ajudam a proteger a flora, a fauna e reduzem o consumo de energia, de recursos naturais e de água.

 As profissões ligadas a sustentabilidade vai ser a bola da vez nos próximos anos! Duas pesquisas - uma estrangeira, outra brasileira - confirmam isso. A primeira é do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, que revelou: metade dos 20 milhões de empregos que surgirão até 2030 serão ''verdes''. O outro estudo é da Fundação do Instituto de Administração de São Paulo, que entrevistou 88 especialistas - e 72% deles elegeram o cargo de gerente de eco-relações (profissional que trabalha com desenvolvimento de projetos ligados ao meio ambiente) como o mais promissor dos próximos anos.


Dados sobre as profissões do futuro

Veja quais são os setores, as profissões e a média de salários* de cada uma delas

Agrônomo
O que faz?
É responsável pela manutenção de recursos naturais renováveis e ambientais. Como encarregado da elaboração de documentos, também presta serviços em consultoria na área agrícola e na criação de animais.

Salário médio: R$ 2.954.

Paisagista
O que faz?
Profissionais com formação em cursos de tecnólogo de design de interiores podem atuar nessa área. O profissional é o responsável por lidar com as plantas que decoram o ambiente. Atua em propriedades privadas e públicas. Seu desafio é trabalhar com a vegetação sem causar danos ambientais. Os contratantes são construtoras, condomínios e escritórios de arquitetura e paisagismo.

Salário médio: de R$ 4 mil a R$ 5 mil.

Gerente de obras
O que faz?
Atua como um tipo de gestor ambiental na organização das obras. Ele se encarrega do material que será usado, do cuidado com o desperdício, com as sobras do material do empreendimento e dos processos de reciclagem. Cabe a ele garantir que a construção polua o menos possível. Além de arquitetos, engenheiros e designers, pessoas com formação tecnológica em controle de obras atuam no setor.

Salário médio: de R$ 5 mil a R$ 10 mil.

Lighting designer
O que faz?
Os profissionais deste segmento geralmente vêm das áreas de arquitetura e engenharia. Sua principal função é elaborar projetos de iluminação residenciais, comerciais, urbanos e de eventos. Trabalham com o uso consciente de materiais capazes de aproveitar melhor a luminosidade, poupando os recursos naturais o máximo possível.

Salário médio: R$ 4 mil a R$ 5 mil.

Biotecnólogo
O que faz?
Desenvolve produtos para a indústria médica, de bebidas e de alimentação com preocupação voltada para a ecologia. Na biomedicina, pode atuar no desenvolvimento de vacinas. Já na agroindústria, cuida da produção pecuária e desenvolve bioinseticidas e sementes.

Salário médio: de R$ 2,5 mil a R$ 4 mil.

Biólogo
O que faz?
Pode atuar como pesquisador, consultor, supervisor de ações nas áreas da saúde humana e coletiva, saneamento e preservação do meio ambiente. Há também a opção de seguir carreira acadêmica, assumindo a posição de professor.

Salário médio: R$ 1.778.

Engenheiro ambiental
O que faz?
Promove o desenvolvimento econômico sustentável, ou seja, respeita os limites de recursos naturais. Seu foco é preservar a qualidade da água, do ar e do solo fazendo estudos de impacto ambiental, além de propor soluções ecologicamente corretas. Também trabalha nos setores de planejamento e gestão ambiental de grandes indústrias e empresas.

Salário médio: R$ 4.528.

Advogado de direito ambiental
O que faz?
Lida com todas as questões legais do meio ambiente, de processos contra empresas que desmatam a ações preventivas para a implantação de projetos que afetam o uso de recursos naturais, entre outros. É preciso ter graduação em direito, obviamente.

Salário médio: R$ 3.714.

Tecnólogo em petróleo e gás
O que faz?
É responsável pelo apoio e gerenciamento das empresas ligadas ao setor do petróleo. Entre as principais funções estão: aplicar e avaliar a qualidade dos produtos, aplicar a legislação do setor e atuar no controle de acidentes de trabalho e ambientais.

Salário médio: R$ 1.061.

* Médias salariais fornecidas por Catho Online, Associação Brasileira de Empresas de Biotecnologia e Glaucius Ciancirdi, coordenador da Unicid

As pessoas que identificaram com uma dessas profissões, é só correr atrás e começarem a se especializar, pois ao mesmo tempo em que ganha dinheiro, também está ajudando a preservar o nosso planeta, que está pedindo socorro.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011

As Dez profissões que não existem mais


Com a tecnologia avançando a cada dia, o mundo está em constante mudança, o que era moda a um ano atrás, hoje em dia já está obsoleto. Temos que acompanhar a evolução nesse mesmo ritmo frenético, se não ficamos ultrapassados. Foi o que aconteceu com algumas profissões de antigamente, que não conseguiram acompanhar o boom da tecnologia e foram ou estão praticamente extintas. Trago para vocês algumas profissões que já foram importantes no passado, e hoje em sua grande maioria não existem mais:


  • Bobo da corte:  bufãobufo ou simplesmente bobo é o nome pelo qual era chamado o "funcionário" monarquis encarregado de entreter o rei e rainha e fazê-los rirem. Muitas vezes eram as únicas pessoas que podiam criticar o rei sem correr riscos.







  • Leiteiro:  é uma pessoa, tradicionalmente homem, que entrega leite em garrafas de leite ou em caixas de papelão. A entrega de leite, frequentemente, ocorre de manhã e não é raro eles entregarem outros tipos de produtos além do leite, como: ovos, queijos. O termo "leiteiro" é usado para referir-se quanto ao homem ou mulher que exerce esta profissão.





  • Fotográfo Lambe Lambe também conhecido como fotógrafo de jardim, por utilizar muitas vezes um jardim para o fundo das fotos, é um profissional em extinção. Era comum encontrar esses profissionais  nas praças encapuzados e quase fundidos à caixotes sobres tripés, verdadeiras maravilhas da síntese que unia a câmara ao laboratório.






  • Datilográfo: Aquele que escreve à máquina, depois do surgimento do computador, praticamente  foram substituídos pelos digitadores.




  • Cocheiros:  Era a pessoa responsável por conduzir os cavalos em uma carroça ou carruagens. Eles eram uma especie de motorista para a nobreza.




  • AlfarrabistasO que compra e vende alfarrábios (livro antigo ou velho).Coleccionador de livros antigos (in  "Dicionário técnico de termos alfarrabístico






  • Telegrafista:  O telegrafista era o profissional responsável por transmitir e receber mensagens por meio de um código próprio, conhecido como código Morse, em homenagem a seu inventor, Samuel Morse. 


  • Pinsetter tinha como função recolher e organizar os pinos derrubados depois de um arremesso de bola no boliche, e deixá-las certinhas para o próximo jogador. No entanto, em 1952 um sistema automático começou a ser usado para este fim, e os organizadores de pinos deixaram de ser contratados.




  • Pianista de CinemaNa época em que o cinema ainda era mudo, pianistas eram contratados para fazer a trilha sonora dos filmes e deixar o público mais interessado durante as exibições dos filmes.  A profissão foi popular até 1929.



  • CalceteiroOperário que calça as ruas com pedras justapostas; empedrador. É provavelmente  uma das mais antigas profissões conhecidas. Atualmente a maioria das cidades tem suas ruas cobertas por asfaltos, uma técnica mais barata, porém nem tão bonita.



Fonte de pesquisa: Wikipedia
domingo, 29 de maio de 2011

Você é Feliz no seu Trabalho?





Nunca foi tão importante ser feliz na profissão. A satisfação em exercer as atividades do dia a dia impulsiona a motivação de crescimento na carreira e a produtividade. Além das competências técnicas, um fator bastante relevante nas empresas é encontrar profissionais que se enquadrem nos valores, cultura e expectativas organizacionais.

Passamos a maior parte de nossos dias no trabalho e neste período, caso não haja o prazer em desenvolver as atividades, por consequência, não seremos integralmente satisfeitos com nós mesmos. A única maneira de conseguir ter uma vida mais agradável é fazer com que o ofício seja sinônimo de prazer. “Colaboradores infelizes produzem 40% menos, e seu trabalho rende apenas o equivalente há dois dias úteis da semana. Isso, durante um mês, significa apenas oito dias de produção. E para uma empresa, isso resulta em bastante perda de produção e lucratividade”, explica José Roberto Marques, coach e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching(IBC).

Houve um tempo em que acreditava-se muito na máxima de que o funcionário deveria vestir a camisa da empresa e que os problemas pessoais deveriam ficar do lado de fora da organização. Mas, a partir do momento em que as companhias lidam com indivíduos, devem considerar que seus profissionais não conseguem separar o lado profissional do sentimental. Hoje, o mundo corporativo está aprendendo a lidar com este cenário e começa a ver que o bem-estar das pessoas, tanto na vida pessoal, como dentro da empresa, reflete em produtividade e retenção de talentos. “A retenção de talentos é assunto de preocupação de qualquer organização nos dias de hoje. Conseguir permanecer com o quadro de funcionários intacto envolve custos e com um ambiente onde as pessoas se sintam felizes, os gastos com esta retenção será muito menor”, conta Caroline Calaça, coach formada pela Sociedade Brasileira de Coaching.

A contratação de profissionais que se alinham à cultura e valores da organização é uma realidade. Quando um líder, por exemplo, é contratado, e tem estes princípios alinhados aos da corporação, isso gera uma cadeia de entrada de profissionais com as atitudes cada vez mais compatíveis com o que a empresa espera. É muito difícil encontrar felicidade no trabalho se a cultural organizacional não é bem aceita. Contratar pessoas apenas por competências já não basta. É preciso avaliar as atitudes, comportamentos e conduta de vida destes profissionais. “Uma equipe sem um líder que efetivamente saiba explorar suas qualidades individuais e coletivas como inteligência, criatividade, capacidade de realização, entre outros potenciais, está fadada a ter resultados simplórios e insignificantes”, opina Marques. De acordo com ele, se a liderança se compromete não apenas com os lucros, mas entende em primeiro plano, que o bem-estar dos colaboradores é o que define o sucesso, a empresa poderá alcançar excelentes resultados, por meio é claro, de funcionários satisfeitos

Jovens profissionais

Hoje, temos a entrada da geração Y no mercado e este público tem uma concepção de trabalho diferente. Estes profissionais não conseguem desenvolver suas atividades perfeitamente sem se sentirem satisfeitos e felizes.
As empresas, para absorverem esta nova geração, precisaram se adequar a estas expectativas, e entenderam que a questão da felicidade é essencial. “No coach, falamos em três pontos: o pensar, o sentir e o agir. Se a pessoa pensa que seu trabalho é algo que gosta e que dá satisfação, acaba se sentindo bem em estar naquele local. Logo, as atitudes serão refletidas em prazer nas ações. É uma sequência de fatos”, revela Caroline.

O presidente do IBC completa e diz que a felicidade está em um bom relacionamento do chefe com os colaboradores, “que inclui estar atento ao desenvolvimento da equipe, certificando-se de que independente das discussões salariais, pelo menos uma vez por ano, o gestor tenha uma conversa com cada um de seus funcionários para observar quais são suas aspirações, o que aprenderam nos últimos dozes meses, quais são seus objetivos dentro da corporação e de que forma a empresa poderá ajudá-lo no desenvolvimento de suas potencialidades e metas”.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quais as diferenças entre a profissão do psicólogo e do psiquiatra?



Hoje em dia ainda existe uma grande confusão a respeito da profissão do Psicólogo e Psiquiatra, pois no imaginário das pessoas, esses dois profissionais fazem a mesma coisa e ainda por cima, alguns ainda tem a idéia pré-histórica de que psicologo e psiquiatra são para as pessoas que tem problemas mentais ou "doidos". Com o passar do tempo esse paradigma está sendo quebrado e o conceito verdadeiro da psicologia e psiquiatria está mais próximo da população.

Mas falando na diferença das duas profissões, é que o psiquiatra é formado em Medicina e o psicólogo formado em Psicologia. Ou seja, psiquiatra e psicólogo são profissionais que têm formações diferentes e estão preparados para lidar com situações que afetam o ser humano utilizando técnicas diferentes.Para se tornar um psiquiatra, o médico deve fazer uma residência em Psiquiatria.  Ou seja, para começar exercer sua clínica, deve concluir o curso de Medicina e especializar-se no estudo e tratamento dos transtornos mentais.
 
Já o psicólogo estuda o ser humano em seus aspectos biológicos, sociais e psicológicos, buscando compreender o indivíduo em suas relações consigo e com o mundo onde vive.
Por estudar o ser humano em seus diferentes contextos, o psicólogo pode atuar em diversas áreas, como em clinicas particulares, escolas, serviços de saúde mental, hospitais, empresas, no setor judiciário, dentre outras.

A Psicologia Clinica, que envolve o diagnóstico e o tratamento de dificuldades emocionais, é uma das varias áreas onde o psicólogo pode atuar. No contexto clinico, o psicólogo busca auxiliar o individuo em seu sofrimento psíquico através de técnicas de psicoterapia.
Esta opção é feita pelo psicólogo ao longo de sua formação, através do direcionamento de seus estudos e estágios profissionalizantes para a área clínica.

Para poder atuar, o profissional deve ser credenciado junto ao Conselho Regional de Psicologia, órgão que regulamenta a prática e a ética profissional do psicólogo em seus vários campos de atuação.Hoje se sabe que alguns transtornos mentais estão relacionados com alterações químicas no sistema nervoso. Portanto, em alguns casos é necessária a utilização de medicações apropriadas.Diante de uma situação deste tipo, o psicólogo pode encaminhar uma pessoa por ele avaliada ou atendida para uma avaliação psiquiátrica, caso suspeite de que aquele caso requer o uso de medicação.

Aqui observamos mais uma diferença entre psicólogo e psiquiatra: por ser médico, o psiquiatra pode receitar os medicamentos apropriados para determinados tipos de transtornos emocionais. Já o psicólogo não está habilitado a orientar o uso de nenhum tipo de medicação, utilizando como recursos terapêuticos o diálogo e a relação terapêutica.

Não precisa está com algum tipo de doença mental ou transtorno para procurar um psicólogo, qualquer pessoa pode fazer uma terapia , pois isso facilita um maior autoconhecimento e como lidar com os conflitos. Pois um dos grandes problema do ser humano, é a falta de conhecimento de si mesmo, e isso ocasiona um vazio existencial muito grande.

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