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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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sábado, 31 de agosto de 2013

Os 7 erros fatais de um currículo





No mundo corporativo, o currículo tem o papel de preparar o caminho para que o candidato a uma oportunidade de trabalho consiga, na entrevista, convencer o recrutador de que ele é o profissional ideal para aquele cargo. 



No entanto, na obstinação para conquistar o emprego dos sonhos, muitos acabam caindo em deslizes banais, porém perigosos para um currículo ou até para a carreira. 

Conversamos com especialistas para saber quais os principais erros em um currículo. Confira nas próximas páginas:



1. Ser megalomaníaco

O excesso é o primeiro erro fatal de quem está elaborando um currículo. “Há profissionais que descrevem, em detalhes, todos os seus  projetos anteriores ou todos os cursos possíveis que fez ao longo da carreira”, diz Guilherme Brandão, sócio da 2GET. “Nenhum headhunter irá ler um documento destes”.



Por isso, concisão é palavra de ordem para quem quer elaborar um bom currículo. A começar pelo limite de páginas. De acordo com especialistas, o currículo ideal deve ter no máximo duas páginas. 

Para não ultrapassar essa marca, a dica é divulgar no currículo apenas as experiências que são relevantes para o cargo em questão. Limite também o período. Não vale divulgar no currículo um curso que você fez há mais de dez anos. 

O mesmo critério vale para as premiações que o profissional recebeu. “O candidato deve apenas divulgar os prêmios que tenham relevância e aderência à carreira dele”, explica Matilde Berna, diretora de transição da Right Management. 


2. Pular o essencial (ou o vergonhoso)

Se alguns pecam pelo excesso, outros erram pela omissão. Segundo os especialistas, leva cartão vermelho todo candidato que decidir ocultar passagens frustrantes de sua carreira, como uma demissão ou um período curto de tempo em uma empresa. 



“Se o profissional errou, ele não pode se esquivar disso”, afirma Brandão. Por isso, não hesite em assumir seus erros. Mas prepare-se para encarar questionamentos relacionados a eles na entrevista.

Por outro lado, muitos candidatos se esquecem de informações essenciais. De acordo com pesquisa recente da consultoria Right Management, 60% dos recrutadores admitem que é imprescindível que o profissional informe a data de nascimento e o estado civil no currículo. 


3. Ser discípulo de Pinóquio

Além de acabar com a sua reputação, a mentira no currículo, agora, pode levar para a cadeia. Tramita na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que torna crime o ato de publicar informações falsas em um currículo. 



Segundo o texto do projeto de lei, de autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB/MT), a pena prevista é de dois meses a dois anos de detenção. 

Por outro lado, não confunda marketing pessoal com autopromoção. Currículos repletos de adjetivos vazios não convencem recrutador algum.

“O candidato precisa mostrar resultados práticos, dados que revelem o perfil dele”, diz Brandão. 

4. Bancar o caridoso

No campo destinado ao trabalho voluntário, por outro lado, não vale fazer pose e bancar a alma mais benevolente da terra.
Muitos candidatos, de acordo com os especialistas, compilam uma porção de instituições onde supostamente eles fariam voluntariado. No entanto, isso pode soar irreal demais. 



Se você apenas oferece apoio esporadicamente para essas instituições, não adianta incluí-las no currículo. Cite apenas trabalhos voluntários onde você está, de fato, muito envolvido. 


5. Pecar contra a língua portuguesa

Assassinar a língua portuguesa é, de longe, um dos erros mais dolorosos de um currículo. Por isso, fique atento para as conjugações verbais e para a ortografia. 



“O ideal é que o candidato faça frases com verbos substantivados”, afirma Matilde. Assim, segundo ela, em vez de escrever “desenvolvi um projeto”, prefira “desenvolvimento de projeto”, por exemplo.


6. Superestimar a fluência

Não brinque com o valor da sua fluência em outro idioma. Não importa o quanto você falou bem outra língua no passado. Se, hoje, seu sotaque anda meio enferrujado, seja sincero no currículo. 



O recrutador irá testá-lo durante a entrevista. E não pega bem gaguejar uma contradição dessas na frente dele.

Por isso, prefira descrever bem qual seu nível real do idioma em questão. Uma dica é colocar a pontuação que você obteve em exames de proficiência de língua estrangeira. Mas não se esqueça de informar a validade desses resultados.
"Se o candidato não conseguir sustentar essa informação que colocou no currículo, pode perder uma oportunidade de emprego", diz Matilde.

7. Esbanjar megabytes

Atenção para o tamanho do arquivo que você irá enviar para o recrutador via e-mail. Além de não necessárias para um processo de seleção, fotos acabam com a caixa de entrada do correio eletrônico do headhunter. 



Se o arquivo está muito pesado há risco de não chegar até o recrutador. Ou pior: ele pode ficar tão exausto de esperar pelo download, que irá deletar o arquivo sem ao menos lê-lo. 

Cuidado também com a formatação. “O currículo é uma apresentação. Faça-o de maneira sintética. Não precisa inventar muito”, diz Brandão. 



Lembre-se: o currículo pode ser o passaporte para a sua carreira dos sonhos. Erros de português podem demonstrar falta de atenção e de cuidado. "Dá a impressão de que o candidato não se preocupou com a preparação do material", diz Brandão.





quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Programa de Trainee da Nova.com


domingo, 25 de agosto de 2013

Dicas para escolher um caminho profissional que vai trazer mais prazer e chances de crescimento





Concilie o seu trabalho com aquilo que te dá prazer: se você ama cozinhar, não precisa se transformar em um chef profissional para ser feliz. Nem tudo o que dá prazer tem de se profissionalizar. Quem gosta de culinária e cozinha bem não precisa se transformar em chef para ser feliz – há espaço para isso também na vida de uma executiva ou de uma professora. Um amador leva muitas vantagens sobre um profissional, a começar pelo fato de exercer a atividade conforme a própria disponibilidade e vontade. Um chef tem um longo caminho a percorrer antes de se tornar responsável pelo cardápio de um restaurante. Ele deve trabalhar um bom tempo como auxiliar de cozinha, cujas tarefas têm pouco a ver com “gostar de cozinhar”; precisa estudar continuamente, para se manter atualizado; tem de entender de química, para lidar com ingredientes perecíveis e compreender a compatibilidade entre diferentes sabores…
Ao levar em conta todos esses aspectos, talvez a melhor opção para quem adora a culinária não seja fazer disso sua forma de ganhar a vida. Da mesma maneira, um médico que descobre tardiamente seu gosto por história não deveria pendurar o bisturi para prestar um novo vestibular sem conhecer as oportunidades que o mercado oferece para alguém formado nessa área. É possível que ele descubra que, na melhor das hipóteses, viria a ser professor, mantendo uma rotina distante do seu foco de interesse.
Há muitos caminhos para se buscar a felicidade. A profissão é uma das vias mais importantes, por todas as chances de crescimento que oferece. Apesar de o trabalho ser tão valorizado na nossa cultura, somos convocadas a escolher uma carreira ainda no ensino médio, por volta dos 15 anos, fase em que a maioria das escolhas ainda é influenciada pelos pais, seja para agradar a eles ou para contestá-los.
Para a maioria de nós, a vocação não se impõe de modo assim evidente. A palavra tem sua raiz no verbo latino vocare, que significa chamar. Daí a ilusão de que se deve esperar por um chamado, que vai indicar o único caminho certo a ser percorrido sob o comando de uma voz interior. Na verdade, são vários os caminhos. Escolher um deles depende de um processo deautoconhecimento, que comporta enganos e correções de rota.
A psicóloga Lidia Aratangy dá algumas dicas para você rever os chamados do seu coração, pacificar sentimentos ou ganhar coragem se for preciso mudar. Confira:
Tome posse da sua história:  seja protagonista do seu enredo e acredite que você é coautora das suas decisões. Não é o caso de culpar os outros pelas escolhas que fez ao longo da vida.
Olhe para dentro:  descubra o que você real­mente deseja fazer e também o que você pode.
Olhe para fora: converse com quem tem experiência no que você gostaria de trabalhar e descubra que possibilidades reais o mercado atual tem a oferecer.
Olhe em volta: como estão as outras dimensões da sua vida? Você está insatisfeita com tudo ou apenas com suas atividades?
Tenha coragem: claro que você tem o direito de estar feliz. E a obrigação de contribuir para que esse objetivo seja atingido.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Fábula da galinha e o cão







O cão de estimação do fazendeiro adoece e o dono chama o veterinário:

- O cão está com uma virose comum, mas é preciso tomar este medicamento durante três dias. No terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo, infelizmente.

A galinha escuta a conversa.

No 1º dia de medicamento, a galinha diz ao cão:

- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado, hein!

No 2º dia, a galinha diz ao cão: 

- Vamos lá, eu te ajudo a levantar... - Entretanto, nada acontece.

Já no 3º dia de medicamento a galinha diz: 

- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Isso, devagar! Ótimo! 

Vendo o esforço do cão ao tentar levantar, a galinha fala: 

- Fantástico! Agora corre! Isso!

O dono dos animais vê o cão correndo feliz na fazenda e grita:

- O cão melhorou! Graças a Deus! Isso merece uma festa... Vamos matar a galinha!!

Moral da estória:

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso de um projeto, de uma campanha ou de determinada qualquer ação.

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte. Diga-se de passagem, mães, pais, avós, avôs e muitas pessoas "trabalham" sem serem devidamente reconhecidos. Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se que os amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic - assim como diz a sabedoria popular.

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser só uma pessoa de prestígio. O 
 prestígio  assim como o preço das coisas que compramos, diminui ao longo do tempo, mas o valor, não.


domingo, 18 de agosto de 2013

10 comportamentos insuportáveis no trabalho




Um bom relacionamento com as pessoas dentro do ambiente de trabalho é essencial tanto para a carreira como para a qualidade de vida. Mas manter um clima amistoso com os colegas profissionais nem sempre é fácil. Desagradáveis e até mal intencionados, alguns perfis desafiam a convivência com piadas excessivas, reclamações ou mesmo puxando o tapete dos outros. A psicóloga Juliana Saldanha, consultora de recursos humanos do Grupo Soma, orienta sobre as melhores reações. Selecionamos dez comportamentos insuportáveis no trabalho e dicas para lidar com cada um deles:

1. INJUSTIÇADA

"Eles não gostam de mim"

Reclamona, ela tem certeza que os chefes a perseguem – e percebe isso em cada olhar ou comentário. Passa muito tempo “alugando” os colegas com as suas lamentações. É extremamente sentimental e não tem foco no trabalho. Geralmente deixa a desejar profissionalmente, mas, mesmo assim, jura que é muito competente.

“O perseguido é um perfil difícil até porque não se sente assim só no profissional. Se um carro espirrar água de poça nela, também vai achar que é pessoal. Mas fugir das responsabilidades, ser a vitima, às vezes é insegurança”, aponta Saldanha. O segredo é não entrar na onda e começar a reclamar dos chefes também.

2. FALSO BONZINHO

"Essa é a equipe mais bonita do prédio"

Parece um anjo à primeira vista. Cordial, faz questão de estabelecer boas relações com todos os níveis hierárquicos. Cedo ou tarde você ficará sabendo de intrigas pesadas feitas pelas costas envolvendo o seu nome. Ele vai negar tudo e sair pela tangente. Mas não se engane, mês que vem tem mais!

O famoso “duas caras” é mais um caso de insegurança, segundo a consultora. “Acredita que para crescer não pode ser ele mesmo. Devemos evitar generalizações, mas normalmente essa pessoa tem segundas intenções e quer levar vantagem”, diz ela. Mas não tente desmascarar o “anjinho”. É melhor manter distância.


3. FOFOQUEIRA INCORRIGÍVEL

"Tenho uma boa pra contar"

Ela parece um radar: está sempre por dentro de tudo que acontece na vida dos outros funcionários e, por isso, não dedica muito tempo ao trabalho. Tende a envolver as pessoas em suas falações e pequenas maldades. Critica a roupa e cabelo das colegas, mas no fundo inveja cada centímetro.

“Falamos que a pessoa tem que ter bom senso, mas isso é relativo porque as experiências de vida são diferentes”, avalia Juliana. Sair de fininho das conversas sobre terceiros é a melhor forma de agir. A fofoca só existe porque alguém está ali para ouvir. “Não precisa dizer que não quer falar com ela, mas sinalize que tem outras prioridades e não seja conivente. Busque neutralidade”, orienta.


4. PUXA-SACO BAJULADOR

"Seu corte de cabelo está incrível"

É um clássico no mundo corporativo. Em suas relações, classifica as pessoas por cargos – e o mais humilde não costuma receber atenção. Está sempre pronto para elogiar o chefe, mesmo que sutilmente, e extrai dessa prática a segurança que precisa para continuar empregado.

Nada de fazer igual para ganhar pontos! “Um chefe com vivência maior consegue perceber que está sendo bajulado”, diz Juliana Saldanha. Portanto, ninguém perde pontos para o puxa-saco. Existem pessoas solícitas naturalmente, sem forçar a situação. “Não se iguale nem seja ingênua”, recomenda a consultora.

5. OVERSHARING

"Alguém tem remédio para prisão de ventre?"

Ela (ou ele) fica falando de coisas que ninguém realmente quer saber – e normalmente num tom de voz que os obriga a isso. Usa o telefone da empresa para discutir com a madrinha, com o atendente da TV a cabo ou com a amiga que insiste em ficar com aquele cara que não a merece.

Se você der a mínima corda, a “oversharing” vai explicar seus problemas em detalhes, sem perceber que você está olhando para o outro lado. No limite, entram em assuntos constrangedores – escatológicos, sexuais, patológicos. “Ambiente corporativo não é consultório sentimental. Mas as pessoas só falam muito porque alguém escuta”, diz Saldanha. Com medo de passar por chato, quem ouve as histórias excessivas nem sempre consegue sinalizar que aquilo invade a liberdade do seu ouvido. A dica é cortar o assunto e não fazer comentários que vão aumentar o diálogo.

6. CARREIRISTA ESPERTINHO

"Veja os meus projetos"

Está no jogo para ganhar. Ser bem sucedido é quase uma obsessão. Fala o que os chefes gostam de ouvir e não pensa duas vezes ao passar a perna em alguém. Costuma ser competente em suas funções, mas extremamente desleal com os colegas.

A dica aqui é simples: nunca compartilhe ideias e projetos com ele, por mais bacana que possa parecer na mesa de bar. Ele vai roubar seus insights, não duvide disso. Se apegue aos assuntos genéricos, comente sobre o tempo, o programa de TV, o futebol...


7. ULTRASEXY

“Eu já fui modelo”

Ela “dá mole” para os caras, mas se faz de sonsa e desentendida se algum deles reage. No escritório, todo mundo percebe a paquera com o colega: risadinhas, brincadeiras de mão e outras práticas irritantes dominam o ambiente. Tem certeza que é a garota mais desejada da empresa, e tenta tirar algum benefício disso.

“Provavelmente ela não acredita na sua competência profissional. É preciso que a equipe seja assertiva para mostrar que não gosta daquilo”, recomenda Juliana. E evite qualquer elogio à maquiagem ou roupas que possa inflar ainda mais esse ego.

8. GALÃ OFICIAL

"Cheguei, garotas!"

Ele não anda pelo corredor, desfila. Não cumprimenta as colegas, joga beijos e piscadinhas. Conta vantagens na hora do almoço para os outros homens e, muitas vezes, mente descaradamente sobre “aquela gata da academia” que nunca existiu.

“Não fique achando que você é a rainha da cocada preta só porque o cara fez uma brincadeira”, diz a psicóloga. Geralmente não é pessoal, esse tipo tende a repetir as gracinhas com todas as outras meninas do andar. Mas se ele extrapolar ou passar dos limites, então expresse seu sentimento com clareza, mas de forma suave. Não é preciso brigar com o garotão bobo e ficar marcada no andar pela sua agressividade.


9. MATRACA SOLTA

"Isso me lembra uma história ótima"

Ela não para de falar e tende a ser inconveniente. Faz comentários (geralmente dispensáveis) sobre tudo e atrapalha a concentração dos colegas que querem trabalhar. Em reuniões, os chefes chamam sua atenção por estabelecer conversas paralelas.

Não entre no enredo que a pessoa está contando. Deixe que ela fale (quase) sozinha e mantenha os olhos na tela do computador ou folha do caderno. Dessa forma, ficará claro que você não está disponível e o assunto acaba mais facilmente. “Aos poucos as conversas vão diminuindo”, aposta Juliana.

10. PIADISTA SEM GRAÇA

"Entenderam o trocadilho?"

Não fez curso de palhaço, mas quer sempre ser o mais divertido. Tenta copiar o colega engraçado de verdade, que tem timing e boas sacadas, mas nunca consegue. O problema? Ele continua insistindo e torrando a paciência dos colegas com suas piadas tolas.
A principal lição é parar de dar risadas forçadas. O sorriso, mesmo amarelo, prolonga o constrangimento coletivo e dá corda para o falso comediante continuar seu show. “A comunicação envolve as duas pessoas. Se o cara está vendo algum sinal de espaço ali, então vai falar mesmo”, aponta Juliana Saldanha.




Fonte: IG







domingo, 11 de agosto de 2013

Você faz seu marketing pessoal?



Nessa concorrência acirrada no mundo corporativo, umas das ferramentas mais importantes para você se destacar em uma determinada profissão é fazer marketing pessoal, que pode ser definido como uma estratégia individual para atrair e desenvolver contatos e relacionamentos interpessoais e profissionais, de características, habilidades e competências relevantes na perspectiva da aceitação e do reconhecimento por parte de outros.

Antigamente o marketing pessoal era um instrumento político, falso, visando apenas uma conquista específica, mas hoje em dia é uma forma de revalorização da capacidade e competências do homem.

Muitas pessoas competentes e com varias habilidades, às vezes passam uma imagem contraria, pois não tem habilidade nenhuma para fazer seu marketing pessoal e por isso ficam de fora do mercado de trabalho. As pessoas tem que saber que você existi, principalmente os headhunters(caça-talentos) sendo que de uma forma positiva, pelas suas qualidades, habilidades e competências e não ser notado desnecessariamente e por suas “aparições” tolas pois é péssimo, uma vez que será lembrado, com freqüência, que não é um bom profissional.

Algumas dicas para trabalhar seu Marketing pessoal:

1. Você deve ter liderança, desenvolvendo assim habilidades de influenciar pessoas e ser um formador de opinião.

2. Deve transmitir confiança aos seus chefes e companheiros de trabalho. Deve ser a pessoa que todos sabem que se algo precisa ser bem feito, tem que ser feito por você.

3. Precisa saber o que está fazendo e porque está fazendo. Fuja de fazer apenas algo que mandam fazer, sem saber do que se trata. Diferencie-se, torne-se um especialista em suas atividades e o motivo para a execução delas.

4. Saiba trabalhar em equipe e administrar conflitos. Mesmo que você tenha mais habilidades em determinadas atividades, colabore para o desenvolvimento de seus colegas de trabalho. Afinal, uma equipe coesa produz mais, melhor e com maior satisfação.

5. Saiba valorizar seu trabalho e apresente bons resultados. Tenha uma boa visibilidade. Sempre que tiver oportunidade, além dos resultados apresente seus projetos e idéias, mesmo que informalmente.

6. Seja uma pessoa otimista e bem-humorada. Ninguém gosta de rabugentos, aqueles profissionais cuja presença faz murchar até o pequeno cacto ao lado da mesa. Pessoas otimistas e bem humoradas proporcionam um ambiente agradável e irradiam bem- estar a todos à sua volta.

7.Faça um bom planejamento de onde pretende chegar. Qual situação que almeja profissionalmente, e tenha paciência. Tudo acontecerá ao seu tempo desde que, obviamente, você direcione seus esforços para realizar-se, conforme o planejado.

8.Saiba trabalhar sua imagem.Uma roupa espalhafatosa, ou mesmo casual demais, pode comunicar a idéia de que o sujeito é desleixado, desorganizado, inconseqüente ou rebelde. Mas vale pecar pelo excesso de sobriedade do que pela falta dela.

Quem ainda não faz seu Marketing pessoal, é bom começar logo, pois como já vimos, é muito importante para a carreira profissional e para o desenvolvimento pessoal.

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