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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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domingo, 25 de julho de 2010

O Chefe Saiu de Férias

Meus caros amigos leitores, venho compartilhar mais um guest post, escrito pelo renomeado executivo de sucesso e grande lider chamado Gabriel Eigner.Nesse texto ele fala sobre “O CHEFE SAIU DE FÉRIAS”, e ai o que fazer?

Por incrível que possa parecer, chefes também saem de férias. E aí começa uma grande questão se esta ausência não for bem planejada.Quem irá substituí-lo? Quem ficará no seu lugar para resolver questões relevantes ou dúbias?

A escolha deve ser realizada pelo chefe que vai se ausentar. Deve considerar não só a capacidade técnica do seu indicado, como também a liderança que exerce no grupo para ser respeitado e aceito como “chefe interino”.Um bom exercício que pode ser aplicado é o seguinte:

1. O chefe vai sair de férias

2. Seleciona criteriosamente seu substituto interino, realiza avaliações e “bate um papo” sobre o que espera que ele faça durante a sua ausência. Avalia as respostas e decide se deve ou não nomeá-lo como interino.

3. Para que o processo seja validado de forma legítima e evitar riscos de disputas e melindres com as demais pessoas do departamento, uma boa “dica” é solicitar que o indicado converse individualmente com as pessoas que vai liderar, fazendo-os avaliar e validar a capacidade do interino para exercer tal função.

4. Após estas entrevistas, o chefe titular conversa com a sua equipe e ouve os comentários e avaliações, tomando uma decisão segura sobre a indicação do seu substituto interino.

5. Caso haja um índice de rejeição superior a 20,0%, a indicação deve ser repensada, pois há um risco de ser implementada uma crise de liderança tão logo o titular saia de férias.

6. Finalmente conversa com seu indicado reforçando e corrigindo alguns detalhes relevantes para o sucesso desta gestão.

O que o chefe titular não pode temer, é que o indicado poderá “roubar” seu lugar. Se houver esta preocupação, certamente quem não está bem preparado para o cargo é ele, pois um interino não deveria ser mais qualificado do que o titular que o indicou.

Outra questão relevante é apresentar o “chefe interino” para toda a linha hierárquica da empresa, tanto na horizontal como na vertical superior. Os demais gerentes e diretores precisam reconhecer a autoridade deste novo colega.

É importante lembrar que uma comunicação interna e outra externa, são peças relevantes para comunicar ao mercado (clientes, fornecedores, bancos etc) que o “chefe saiu de férias” e que no seu lugar está o Interino XPTO.

Resolva ainda questões relacionadas ao dia a dia das mensagens do seu email profissional e do seu celular corporativo; não há necessidade de alterar qualquer procedimento para um celular pessoal que também é usado a trabalho, a não ser que você queira.

As férias, como todos os demais processos e procedimentos de uma empresa, se organizados e planejados não causam nenhum transtorno.

Gabriel Eigner
http://www.engenhariadevendas.com.br/
terça-feira, 20 de julho de 2010

Será que você tem a Doença da Mentira?



Quem nunca contou uma mentirinha se quer, que atire a primeira pedra? Uma mentirinha boba, uma vez perdida, não faz mal a ninguém,é bastante natural, desde que não prejudique ninguém, e que essas mentiras, não virem rotinas no seu dia a dia.No ambiente de trabalho,é comum, você encontrar,mentirinhas desse tipo, como , mentir só para agradar ao chefe, chega atrasado e dizer que foi o transito.Não vou dizer que nunca mentir, porque já mentir sim, principalmente quando era criança, mas hoje em dia, vejo que, não é nada melhor do que contar a verdade, mesmo que doa muito, mas sei que lá na frente, eu irei colher frutos por ter contado a verdade, pois como diz o ditado, toda mentira tem perna curta.

Mas a partir do momento que a mentira se torna uma compulsão, isso pode virar uma doença, pois o mentiroso compulsivo mente tanto, que acredita na própria mentira, nem ele sabe se o que tá falando é mentira ou verdade, deveremos ter muito cuidado com essas pessoas, principalmente em saber como ajudar-las.Esse costume de mentir fantasticamente pode refletir um Transtorno da Personalidade que alguns autores chamam de “Pseudologia fantástica”, que seria caracterizado por uma compulsão a fantasiar uma vida fictícia para causar grande mobilização e perplexidade em outras pessoas (Catalán, 2006), outros autores denominam de Síndrome de Münchhausen.

As principais características das pessoas que tem essa sindrome, são pessoas que não gostam de ser iguais as outras, querem ser melhor e diferente de todos, quer ser realmente uma pessoa fantástica.Elas querem ser admiradas, idolatradas, ser o centro das atenções, como na maioria das vezes não conseguem, precisam então inventar um monte de mentira.Essa inclinação impulsiva para a mentira reflete uma grande  grande insatisfação com a real e medíocre condição existencial..A pessoa que sofre com esse problema tem quase sempre baixa auto estima e tem muita dificuldade para lidar com derrotas e encarar seus problemas.

Mas vamos salientar que nem todo mundo que mente tem essa sindrome, tem pessoas realmente que mentem, porque gostam, ou querem sempre levar vantagem com algo.Mas a mentira, principalmente  no ambiente de trabalho, é muito delicada, e a pessoa tem que ter muito cuidado, pois se for descoberto,por mais que a mentira seja pequena, o profissional pode perder sua credibilidade, pois o que mais as empresas prezam nos seus valores são a honestidade e ética, e isso não combinam com mentira de nenhum tipo.
segunda-feira, 19 de julho de 2010

Traição Nas Empresas



Meus caros amigos leitores, demorou um poucos mais, venho compartilhar um guest post, escrito pelo renomeado executivo de sucesso e grande lider chamado Gabriel Eigner.Nesse texto ele fala sobre “TRAIÇÃO NAS EMPRESAS”, e para quem achava que traição só acontecia nos relacionamentos pessoais, estavam, muito enganados, nesse texto vocês irão saber um pouco sobre esse tipo de traição nas empresas .


As empresas são núcleos sociais em que as pessoas se encontram com um objetivo: trabalhar e, em troca, receberem a sua remuneração.

Existem regras e procedimentos a serem cumpridos como em qualquer núcleo social. Mas as longas horas que passamos nas empresas facilitam a identificação mais próxima com algumas pessoas, e aí nasce um processo de traição.

A traição é um desafio, uma aventura que confirma a capacidade das pessoas em superar algo que não é permitido. O ser humano, principalmente de determinadas culturas e nações, tem quase uma necessidade de auto-afirmação em conseguir burlar certas regras.

Traição nas Empresas. Uma longa lista de exemplos pode ser citada, mas vamos destacar algumas. A Internet no ambiente empresarial é uma grande fonte de traições. As pessoas traem as empresas usando a internet para conversar assuntos não comerciais pelo MSN. Traem usando esta mesma ferramenta para manter relacionamentos durante o expediente, que podem até levar a traições extraconjugais.

Outra forma de traição nas empresas são as “fofocas”. Os grupos sociais tendem a formar subgrupos que podem ser conhecidos como “panelinhas” que tem a capacidade de propagar no ambiente de trabalho “informações e notícias” – as populares “fofocas” que geralmente trazem desconforto e problemas para os outros envolvidos nos temas comentados.

Outra traição comum nas empresas é o telefone. Longas conversas absolutamente não inerentes ao trabalho são mantidas por muitas pessoas, consumindo tempo de trabalho, recursos financeiros e contribuindo assim para a queda da produtividade.

Existem as traições amorosas. Pessoas que se envolvem emocionalmente e que através desta cumplicidade, disponibilizam muitas informações confidenciais ou mesmo geram facilidades e acobertamento de fatos ao outro, criando um verdadeiro jogo político de interesses absolutamente pessoais.

Mas o que podemos fazer? Na realidade a traição nas empresas é um assunto muito complexo que exige uma grande dose de motivação e envolvimento de todos, para que respeitem seu ambiente de trabalho sem cometer estes atos de traição. A postura repressiva normalmente não resolve nada; pelo contrário, aumenta o grau de dificuldade mas aumenta a vontade de vencer o desafio gerando assim maior criatividade aos “traidores”.

As pessoas de uma empresa precisam sentir que ali e a sua casa, o seu verdadeiro ambiente de trabalho, o local onde ganham uma remuneração para desenvolverem uma atividade profissional focando os interesses da empresa. Evidentemente a empresa não é um presídio. Podem ocorrer situações durante o expediente, onde é absolutamente necessário dedicar uma parte do seu tempo para resolver alguma questão pessoal ou familiar.

O que estamos destacando são os abusos, a constância destas necessidades de falta de foco ao trabalho e dedicação contínua para questões fora do contexto. Aí sim você começa a praticar atos de traição deploráveis para um moderno conceito de organização empresarial.

A área de Recursos Humanos tem um papel fundamental neste processo, avaliando constantemente o “clima organizacional” e nos processos seletivos de novos funcionários, mensurando as características comportamentais dos candidatos.

Aí entre a vontade de trair a empresa e o fato real da traição existirá cada vez mais uma grande diferença.

GABRIEL EIGNER

Engenharia das Vendas
sexta-feira, 16 de julho de 2010

Homenagem de Aniversário a Uma Grande Amiga:Jackie Freitas

 No dia 16 de junho de 1969 o mundo ganhou mas luz e brilho , pois nasceu um anjo chamo Jackie Freitas, aliás uma Grande Fenix, pois literalmente ela renasceu das cinzas, pois superou todos os obstaculos que a vida colocou em seu caminho, caia várias vezes, mas tinha forças para se levantar sempre,  ela se transformou numa grande mulher, uma super mulher em todos os sentidos,não só um heroina,ao contrário, ela tambem tem defeitos, mas uma mulher batalhadora, supermãe, amiga, protetora, excelente esposa,  tem um um carisma imenso e um dom de fazer o bem, ela sabe para que veio ao mundo e vai cumprindo sua missão  de transmitir amor, paz, bondade, benevolencia e acima de tudo o respeito ao proximo.

Esse dia tão especial que é seu aniversário, nao poderia deixa passar em branco, por isso que estou fazendo essa singela homenagem, pois minha querida amiga, você para mim é mais que um amiga, é minha irmã do coração, a irma que nunca tive e estou reencontrando agora, eu sei que nada acontece por acaso, e não foi por acaso que voce entrou na minha vida, tudo tem um proposito e vamos conseguir concretizar tudo isso.

Te desejo nesse seu aniversário que  você continue assim do jeito que você é, evoluindo sempre e que sua linda familia seja cada vez mais feliz ao seu lado, pois vocês transbordam amor e isso contagia.

domingo, 4 de julho de 2010

O que é Falso Moralismo?


Para falar sobre falso moralismo, que está cada vez mais presente em nossa sociedade, vamos primeiro ao significado de moral que tem como idéia e valor central o conceito de bem, que pode ser entendido como tudo aquilo que promove e desenvolve o ser humano. A partir dessa idéia central é são retirados princípios e diretrizes até se chegar às regras morais, que influenciam o comportamento e a mentalidade humana. Cada cultura tem seus preceitos morais e seus próprios valores, o que pode ser moral para um pode não ser para outro.


Já o falso moralista é exatamente uma pessoa que prega a moral e os bons costumes, porem no seu dia-a-dia não pratica a moral que ele defende, ou julga correta.Eles condenam os outros, por algo que também fazem.A falsos moralistas por todos os lados, principalmente nas empresas, pois muitas delas afirmam que os clientes vem sempre em primeiro lugar, mas muito se sabem, que o que vem em primeiro lugar realmente é o lucro, onde o capitalismo ainda impera.

Trabalhei numa empresa onde minha chefe pregava que para sermos bons profissionais, temos que trabalhar muito e seguir as regras da empresa, o mais engraçado que uma das regras da empresa era a proibição do uso de internet no ambiente de trabalho, sendo que a própria gerente passava horas no MSN e jogando colheita feliz, era o cumulo, deixava as vezes de atender um funcionário para ficar de bate papo no MSN.Não aguentei de ver aquela situação, como tinha liberdade para falar com ela, contei toda a situação e muito educadamente disse que ela estava desvirtuando os procedimentos da empresa e não dando exemplo nenhum aos funcionários, ao contrario estava sendo falsa moralista, falava uma coisa e agia totalmente diferente, mas infelizmente ela não soube digerir essa critica construtiva e continuou agindo de forma errônea, sendo que perdeu o respeito de todos os funcionário.Fiquei tranquila porque fiz minha parte, espero que ela um dia tenha essa consciência e colocar em pratica o que realmente prega.

Também somos falsos moralistas quando vamos contra as nossas vontades e crenças, mas temendo a reprovação da sociedade, agimos de acordo com seus padrões e opiniões pré-estabelecidos.Muitas pessoas tem medo de ser rejeitadas, excluídas e então preferem seguir um padrão, só para agradar a maioria.Por isso eu prefiro seguir minhas próprias convicções, meus valores, mesmo sendo taxada de diferente, porque eu sei que muitas pessoas queriam ter essa coragem de agir conforme seus valores, mas não tem coragem .
sexta-feira, 2 de julho de 2010

O Que Todo Chefe Deveria Saber Para Virar Um Lider

                                    



Meus caros amigos leitores, venho compartilhar mais um guest post, escrito pelo renomeado executivo de sucesso e grande lider chamado Gabriel Eigner.Nesse texto ele fala do como um chefe pode vir à torna-se um grande lider, pois é justamente, esse tipo de profissional que as empresas buscam no mercado de trabalho, pois já era o tempo dos chefes autoritáros e que queriam brilhar sozinho, agora, o que está em alta são grandes lideres que saibam conduzir e brilhar com toda a equipe, espero que aproveitem o máximo com essa  leitura.

Comandar funcionários numa empresa exige o domínio de uma série de assuntos técnicos relacionados com a área, somados a profundos conhecimentos sobre “gestão de pessoas”.


Encontramos nas empresas, com muita facilidade, quem são os “chefes” e quem são os “líderes”, independentemente do título ou cargo que possuem como Diretor, Gerente, Supervisor, Encarregado e até mesmo Chefe e Líder.

As principais características de um “chefe” são percebidas pela forma autoritária que dirige seus comandados, normalmente com baixo envolvimento emocional e muito foco em austeridade, limites de tolerância apertados e a exploração contínua do poder que possuem em “demitir pessoas”. Sim, esta é a principal arma. Se você não desempenhar todas as suas atribuições da forma como seu chefe quer ou determina, paira no ar o medo de perder o emprego.

Normalmente os “chefes” nem são tão especialistas nos assuntos que chefiam. Sempre possuem um guardião, uma pessoa de confiança, que “segura as pontas” e resolve muitas coisas que são de competência do “chefe”, ganhando assim certa proteção mas seguramente sem muita admiração.

Os “chefes” não são admirados pelos seus subordinados. São respeitados, são temidos, são aceitos ainda que com controvérsias íntimas. Mas não são convidados para festas de aniversário, almoço com a equipe ou mesmo para atividades não vinculadas ao trabalho. São pessoas que são percebidas e toleradas com certo grau de amargura pela sua equipe.

Agora o “líder” é bem diferente. Geralmente defende de tal forma os interesses da sua equipe, que passa a ser admirado, respeitado e conquistando fiéis liderados.

O “líder” domina com facilidade as características técnicas da área e entende muito bem de “gestão de pessoas”. Coordena a equipe de forma amigável, com metas e objetivos, buscando entender os resultados que não foram alcançados. Sabe elogiar e destacar os funcionários que realizaram um bom trabalho promove o espírito de equipe.

Todos têm satisfação de trabalhar com o “líder”, pessoas querem ser transferidas para a sua área e, geralmente, é uma pessoa bem popular com portas abertas em “happy hours” e outras atividades sociais não vinculadas ao trabalho.

O “líder” sabe cobrar sem ofender. Sabe conquistar a equipe para que dêem o máximo de si para se manterem bem na empresa, sem utilizar ameaças ou outros atributos negativos do seu poder.

O “líder” é o “chefe” moderno. É o verdadeiro gestor de pessoas e negócios que todo mundo gostaria de ter.

Então, você é “chefe” ou “líder”?

Gabriel Eigner – Diretor da Engenharia das Vendas

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