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Psicóloga,Blogueira,sou Analista de R&S numa consultoria de RH. Experiência em empresas da área de Varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.
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"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Quem ajuda mais tem mais chances de subir na carreira



Pesquisa mostra que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento.






São Paulo - Um novo estudo feito pelo Insper, de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos.
Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional — que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário — pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.
De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa. "Funcionários confiam mais em quem olha para a coletividade", diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.
Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação.
"Quem se doa para os outros tende a ter um crescimento mais rápido", afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Segundo ele, a con­s­ciên­­cia de que a aprendizagem do grupo importa mais do que a individual é uma das características dos profissionais de sucesso.
"Meu lema é fazer para ter, pois nada vem de graça", diz Felipe Siqueira, de 33 anos, controller da subsidiária uruguaia da White Martins, fornecedora de gases industriais. Felipe diz que o segredo de manter bons relacionamentos no trabalho (e fora dele) é o comprometimento com a empresa e com os colegas de trabalho.
A receita também exige que o profissional não espere retorno imediato por sua benevolência. Para chegar aonde chegou, Felipe assumiu alguns desafios e sempre manteve a disposição para contribuir. Em 2011, quando era gerente interino de controles internos na White Martins no Brasil, resolveu ser voluntário em um projeto da empresa na Venezuela, já que nenhum dos executivos convidados aceitou ir. Não haveria aumento de salário nem promoção, e ele teria de embarcar em uma semana. 
"Decidi ir para contribuir e mostrar que estou disposto a assumir desafios", afirma. Deu certo. Depois de três meses, ele voltou para o Brasil e assumiu a gerência de uma nova área. Após um ano, foi convidado a gerenciar todas as áreas­ ligadas a finanças na unidade da empresa no Uruguai.
Mas nem sempre essa ajuda exige sacrifícios. Ela pode estar em pequenos gestos, como orientar alguém a organizar melhor suas pastas de e-mail ou se oferecer para marcar reuniões e almoços. "Quando você se mostra solidário, ganha notoriedade.
É como se estivesse acumulando créditos para outros projetos", diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Mi­narelli, consultoria em recolocação e aconselhamento de carreira, de São Paulo. Quanto mais disposição você tiver em ajudar o outro e em pensar além de sua área, mais as pessoas vão confiar em você e lembrar seu nome na hora de um novo trabalho. No fim, todos ganham.
Como contribuir
Quatro atitudes que reforçam a chamada cidadania organizacional
1 Esteja disponível
Para se destacar, é necessário ter disposição para ajudar os demais. A capacidade técnica importa, mas o profissional que vai além de sua função pelo bem-estar do grupo cresce muito mais do que aquele igualmente capacitado que apenas age dentro de sua área.
“Colocar-se no lugar do outro deve permear tudo o que fazemos”, diz Christiano Bergman, de 40 anos, gerente de pós-venda da Bematech, empresa de automação comercial de Curitiba, que no dia a dia costuma agir dessa forma.
Segundo ele, existem muitas ações que podem facilitar a vida de quem trabalha na mesma empresa, como se mostrar disponível para tirar eventuais dúvidas sobre prazos, custos e processos e sempre entregar um trabalho bem-feito.
2 Faça aquilo que ninguém quer fazer
Sabe aqueles trabalhos mais operacionais que ninguém quer fazer, como marcar reuniões ou almoços e reservar salas para eventos? Solidarizar-se para ajudar nessas tarefas mostra que você olha para a empresa de forma geral e não se importa em fazer atividades mais técnicas. Outra sugestão interessante é auxiliar as pessoas a realizar essas tarefas de maneira mais rápida, se você tem facilidade para isso.
“Sempre há um atalho que pode facilitar a vida de alguém. O Excel, por exemplo, possibilita concluir praticamente qualquer estudo de demanda, venda, controle e resultado”, afirma Victor Vieira, de 27 anos, gerente da rede de prestadores da Fácil Assit, empresa de assistência 24 horas, de São Paulo. 
3 Compartilhe conhecimento 
Se você tem domínio sobre algum processo, como redigir propostas e navegar nas redes sociais, ou tem facilidade em um segundo idioma, e percebe que um colega está com dificuldade, tente ajudá-lo.
Não se trata de fazer por ele, e sim de orientá-lo. “O que para alguém é uma dificuldade, para você pode ser algo simples”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Amcham Brasil. Por que não ajudar um colega a finalizar uma planilha? Isso gera empatia.
4 Saiba receber 
Seja atencioso com quem chega à empresa ou muda de área. Mostrar como são os projetos e apresentar as pessoas são atitudes simples, mas que mostram solidariedade.
Quando ainda estava na sede da White Martins no Brasil, Felipe Siqueira se lembra de ter trabalhado mais para ajudar uma funcionária que havia acabado de trocar de área. “Ela ainda precisava dar atenção ao antigo setor. É uma troca”, diz Felipe. “Quando precisei, também obtive ajuda.” 
domingo, 5 de outubro de 2014

Você tem paixão no que faz?





Você é um apaixonado pela vida, ou leva a vida do jeito que dar? Para sermos profissionais de sucesso, acima de tudo temos que ter paixão pelo que fazemos. É acordar todos os dias e agradecer a Deus, por mais um dia de trabalho, é sempre ter o brilho nos olhos, é ser uma pessoa vibrante e que contagia as outras pessoas, é não ter medo de arriscar, é errar e tirar uma grande aprendizado daquele erro e dar a volta por cima, é ficar de pé , quando o vento está soprando contra.

Os apaixonados pela vida, pelo trabalho, pelas pessoas, estão sempre na frente, as pessoas frias, que não são movidas pela paixão tem medos delas, pois são ofuscadas pelos seus talentos e competências. Quando fazemos o que gostamos,  tudo flui naturalmente, as idéias surgem, a criatividade aflora, quando nossos pensamentos estão congruentes com nossas atitudes, somos pessoas apaixonadas, pois fazemos o que pensamos e o que gostamos.

Hoje posso dizer que sou uma apaixonada pelo que faço, realmente me achei na psicologia e essa paixão só tende a crescer, cada vez mais que vou caminhando essa grande jornada. A primeira coisa que temos que fazer para conseguimos fazer o que temos paixão, é acreditar e acreditar, as vezes podemos ter grandes obstáculos, mas quando conseguimos o que queremos, a recompensa é esplêndida. Eu acreditei e acredito muito em mim, sou taxada de diferente, excêntrica, pois não penso e não deixo me corromper pela sociedade, acredito nos meus valores, mesmo  todos sendo contra, mas pelo menos sou uma pessoa autentica e não cópia dos outros.

 
Se você não tem paixão pelo que faz, a hora de mudar é agora, pois você está desperdiçando tempo e energia, numa coisa que você não tem paixão e nem acredita, pois a  Paixão é o que dá ritmo à vida, é que nos mantém vivos.

Como dizia  Confucio  "Encontre um trabalho que ame, e você nunca trabalhará um dia em sua vida"
domingo, 14 de setembro de 2014

Identificando um emprego insuportável

Antes de tudo é necessário distinguir com muita clareza aquilo que é de fato insuportável, daquilo que simplesmente é eventualmente chato ou desagradável. Compreender isso é tão importante quanto encarar a realidade de que a busca pela perfeição absoluta, pela ausência total de aborrecimentos, costumeiramente se apresenta inútil.

Isso vale para o trabalho, e também é verdadeiro para a vida.
De fato, não existe nada sem defeitos ou imperfeições, mas existe sempre a curva da normalidade, do razoável e suportável. Trata-se de uma análise absolutamente personalizada, afinal de contas, o insuportável para alguns, pode ser imperceptível para outros. Porém existe um limite, sem dúvida alguma individual, mas existe. Uma vez ultrapassado, nasce o problema.
Pensando nisso, destacamos aqui algumas dicas que vão ajudar você a fazer essa avaliação.
O seu emprego poder estar se tornando insuportável quando:
1-Você é desrespeitada no trato pessoal :.

2 - As metas estabelecidas por sua direção são obviamente inatingíveis, e mesmo assim são cobradas como se o seu atingimento fosse uma obrigação.
 3 - A sua carga de trabalho impossibilita totalmente a atenção para outros campos de interesse na vida, tais como: a família e o convívio social, a prática de esportes e o lazer.

4 - Não há simultaneamente o adequado ou razoável reconhecimento profissional e financeiro.

5 - O trabalho lhe causa sofrimento psicológico, com identificados sintomas de persistente tristeza (depressão).
6 - O seu quadro de saúde apresenta um explícito declínio, em decorrência do "stress" ocasionado pelo trabalho.

7 - A sua qualificação profissional e o conjunto das suas competências, quando evidentemente necessárias para o exercício das suas atividades, são propositadamente depreciadas, por conta dos jogos políticos corporativos.

8 - Passa a descontar o stress vivido no trabalho, em entes familiares, amigos e outras pessoas de sua convivência pessoal, por meio de atos agressivos e intensa irritabilidade.
Depois disso faça a sua análise e não se esqueça de uma verdade: passamos a maior parte de nossas vidas úteis nos ambientes de trabalho. Vale a pena aturar um emprego insuportável?
Gustavo Chierighini, atento observador do universo corporativo, é fundador e publisher da Plataforma Brasil, especializada em informações e conteúdos de inteligência empresarial. www.pbrasilnet.com.br.

sábado, 14 de junho de 2014

Doenças psicossomáticas no ambiente de trabalho

Meus queridos amigos leitores, como já tinha feito um post falando de Doenças psicossomaticas, resolvi para dar mais compreensão e realidade sobre assunto, fazer um filminho, que apresentei na Semana da SIPAT, no qual eu sou a protagonista, interpretando uma pessoa que sofre de doença psicossomática no trabalho, uma jovem profissional, cujo codinome é Debora, de 30 anos, casada e sem filhos, trabalha numa multinacional, sofria de vários problemas emocionais e pessoais e devido a isso seu corpo somatizou e ..... ,este caso é baseados em fatos reais.








O final da história eu conto no próximo post.
sábado, 31 de maio de 2014

Andragogia e Pedagogia: Qual é a diferença?



Um belo dia fui convocada para dar um treinamento sobre Andragogia, vocês devem estar se perguntando o que é isso, mas fiquem tranqüilos, não só foram vocês não, eu também nem imaginava que palavra seria essa, tive que ir pesquisar, imagine ensinar uma coisa que nem eu sabia o que era. Eu sabia que a Pedagogia é a ciência que ensina as crianças e descobrir que a Andragogia é a ciência que ensina os adultos, pois é, temos que esta aprendendo constantemente.Essa história começou em 1833 com o professor alemão Alexander Kapp usou o termo pela primeira vez no seu trabalho “as idéias educacionais de Platão”, Lá ele defendia a necessidade de continuar aprendendo durante a vida toda, mas se popularizou muito por conta de Malcom Knowles, ele que desenvolveu os conceitos de palestra, workshop e dinâmica de grupos como forma de aprendizado para adultos há mais de 50 anos.

Definiu 5 premissas para a andragogia:

1. Conceito do eu-Mudança de um aprendizado passivo para um aprendizado ativo

2. Experiência- Acumulação crescente de experiência como recurso de aprendizado

3. Vontade de aprender- À vontade em aprender direcionando o desenvolvimento

4. Orientação para o aprendizado-Mudança de aprendizado apenas conceitual para aprendizado prático

5. Motivação para o aprendizado- A motivação para aprender é interna

Cada uma dessas 5 premissas marcam a diferença entre pedagogia e andragogia.Por isso para o adulto, é muito importante alguns pontos em um aprendizado:


• Motivação e interesse em aprender-Saber exatamente para que ele usará os conceitos que está aprendendo

• Conhecimento do desempenho correto a ser atingido-Saber exatamente o desempenho esperado

• Avaliação do resultado ao longo do processo- Saber se ele está no caminho para atingir o desejado, o que precisa ser ajustado

• Conhecimento do progresso na aprendizagem- Saber onde ele está e o quanto ainda falta para atingir o resultado esperado

• Organização adequada do material de ensino- Saber onde localizar informações na “vida real”, quando necessário

Resumindo, Andragogia é: Dar referências para as pessoas e ajudá-las a conectar estas referências com o que elas têm a volta.




segunda-feira, 12 de maio de 2014

Programa de Trainee Lemann 2014






Estrutura do programa e benefícios
O programa terá duração de 1,5 ano, no qual o trainee atuará nas 4 áreas estratégicas da Fundação (inovação, gestão, políticas educacionais e talentos) e nas áreas administrativas. Ao longo desse período, cada selecionado receberá acompanhamento de um gestor interno (coach), treinamentos formais e atuará na prática dos projetos. A remuneração será composta por uma parte fixa inicial de R$ 3.500 (com possibilidade de revisões semestrais baseadas no desempenho) e por uma parte variável atrelada a resultados. Além disso, oferecemos assistência médica e vale-refeição.

Pré-Requisitos
Inglês fluente;
Excelente comunicação verbal e escrita em português e inglês;
Bons conhecimentos no pacote Office;
Cursos: Serão aceitos todos os cursos de graduação (com duração mínima de quatro anos);
Formação entre dezembro/2011 e julho/2014;
Experiência prévia no setor educacional (governo, terceiro setor ou setor privado) será considerado diferencial;
Disponibilidade para residir em São Paulo / SP;
Disponibilidade para viagens.

*Atender aos pré-requisitos divulgados não garante a sua aprovação para a próxima fase. Será realizada uma análise do perfil de cada candidato, levando em consideração diversas necessidades do programa, além das especificações das vagas.

Link para inscrição no processo de trainee: vagas.com.br/ve943865
Etapas do Processo
         Testes Online (primeira quinzena de junho);
         Check Up de Competências/Dinâmica de Grupo (primeira quinzena de julho);
         Entrevista Individual com Gerentes (primeira quinzena de julho);
         Entrevista Individual com Diretores (segunda quinzena de julho);
          Início da atuação como trainee em agosto.

LOCAL DAS VAGAS: São Paulo

Inscreva-se já!!

Link para inscrição no processo de trainee: vagas.com.br/ve943865
domingo, 4 de maio de 2014

O que fazer quando o chefe dar em cima de mim?



Há alguns anos atrás trabalhei numa empresa familiar, onde os diretores eram irmãos. Sempre fui do tipo reservada no ambiente de trabalho, considerando todos que trabalhavam comigo como irmãos, pois não gosto de misturar trabalho com envolvimento amoroso, mas também não julgo que tem relação com algum colega de trabalho, já fiz até um post sobre isso, "É certo namorar um colega de trabalho?".


Mas mesmo assim no primeiro dia de trabalho nessa empresa, quando fui apresentada aos funcionários, percebi que um dos diretores olhava diferente para mim, fiquei sem graça e tirei logo a vista, cumprimentei educadamente ele e fui começar a fazer minhas atividades. Sendo que todos os dias, percebia esses olhares diferentes, ele era tipo galanteador, bem vestido, jovem, bonito e rico, tudo que as mulheres queriam, mas tinha um grande problema, ele era meu chefe. Achava toda essa situação muito embaraçosa, nunca tinha acontecido isso comigo, pois trato todo mundo igual, e nunca dei nenhuma liberdade para ele. Mas depois descobri que ele era do tipo Don Juan, já tinha ficado com varias funcionárias,  principalmente nas festas da empresa e nos happy hour, e depois as descartavam.

No começo ele era mais discreto, mas depois ele foi se insinuando mais, e não estava mais aguentando a situação, ele ficava mais intrigado porque resistia às investidas, sem dar a mínima atenção para ele. Ao invés de ficar com raiva ou ceder as suas investidas, eu procurava fazer cada vez melhor meu trabalho, pois não ia fazer suas vontades, ficar com ele ou sair do emprego. Infelizmente as pessoas procuram o caminho mais fácil, percebi que não estava fazendo nada de errado, pois o errado na história era ele, só porque era o diretor, não ia fazer tudo que ele quisesse, pois me valorizo como pessoa e profissional.

Sendo que um belo sábado que fui trabalhar tive que ficar até tarde, terminando um relatório, e não dei conta da hora e perdi o ônibus da empresa, pois tinha saído as 12:00, fiquei chateada, pois o local de trabalho era muito longe da minha casa, mas mesmo assim não me desanimei e fui para o ponto de ônibus, chegando lá minha sandália quebrou, vai lá eu voltar para a empresa, para ver se eu conseguia consertar, quis o destino que meu chefe me visse com a sandália quebrada e me ofereceu uma carona, tibutiei um pouco para aceitar, mas venci o orgulho e aceitei, pois não poderia me dar o luxo de recusar, uma vez que morava muito longe e não poderia ir para casa descalça, visto que lá perto não teria onde comprar uma sandália.

Entrei no carro muito desconfiada, e ele muito falante, eu estava bem monossilábica, teve uma hora que ele insistiu para eu almoçar com ele, eu recusei mais uma vez, ele ficou dizendo que eu era muito diferente das outras, visto que nunca aceitava um convite seu e nem saia com os colegas, nessa hora ele falou meio que bravo e irônico, pois tinha levado mais um não, e isso para o seu ego deveria pesar muito. Depois desse ocorrido, imaginei que aquele era meu ultimo dia de trabalho, pois pela fisionomia dele, sentia que ele ia me demitir. Quando cheguei na segunda-feira pronta para escutar a voz de demissão, tive uma grata surpresa, fui chamada na sala dele para uma reunião, no qual ele só queria me parabenizar pelo relatório que eu fiz, os outros diretores gostaram muito e elogiaram bastante. A partir desse dia ele começou a me tratar com muito respeito pessoal e profissional


PS!Não podemos ceder às investidas, e fazer tudo que as pessoas querem pelos simples fato de ter uma posição hierárquica maior que a nossa, pois todos somos iguais, independente do cargo que ocupamos.

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