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- Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.
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Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.
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sábado, 26 de outubro de 2013
Experimente a desconexão
As redes sociais têm deixado alguns seguidores com uma terrível sensação de estar de fora dos acontecimentos. Em inglês, esse mal já tem nome: fomo (fear of missing out).
Entenda um pouco mais sobre ele para não ser a próxima vítima: Um conhecido escreve no Facebook que está no show de sua banda favorita. Você não está lá por causa de uma reunião de trabalho. A prima de segundo grau posta uma foto em uma praia paradisíaca no Twitter. É o local que você sempre sonhou conhecer. Do sofá de casa ou de qualquer outro lugar e graças à inseparável companhia dos smartphones, é possível acompanhar os passos dos amigos, desejar a experiência deles e até sentir-se excluído de uma conversa.
Acompanhar essa avalanche de informações é tarefa árdua. São milhões de atualizações, posts e tweets diariamente que provocam diferentes sentimentos, já resumidos em uma sigla: fomo. Em inglês, fear of missing out, ou, traduzido para o português, “medo de ficar de fora”.
A jornalista Bianca Bosker, editora de tecnologia do jornal americano The Huffington Post, se considera vítima dessa sensação, embora saiba que as redes sociais são extremamente importantes para o seu trabalho. Várias vezes ao dia ela checa o Twitter (onde tem mais de 4 700 seguidores) e seu perfil no Facebook (onde tem mais de 1 100 amigos), responde às mensagens que recebe e faz comentários sobre as atividades dos grupos de que participa. “Sofro com o fomo, mas, ao mesmo tempo que essa ansiedade pode distrair o que estou fazendo em um determinado momento, pode ser extremamente motivadora e me levar a grandes aventuras na rede”, diz ela.Bianca não está sozinha. Uma única página no Facebook dedicada ao assunto reúne mais de 10 000 pessoas de vários lugares do mundo.
Rejeição social
Para o médico Ricardo de Oliveira, coordenador de neurociências do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, com sede no Rio de Janeiro, fomo é apenas uma nova denominação para algo que existe há muito tempo. “Quem nunca lamentou não fazer parte de determinado grupo?”, pergunta o neurologista e neuropsiquiatra.
Ele afirma que é preciso ficar atento caso o comportamento comece a prejudicar a usuária e quem a cerca, como família e amigos da vida real. “A rejeição social tem um padrão de ativação cerebral parecido com a dor física e, por isso, dói de verdade. O limite tem de ser colocado quando o que era uma atividade saudável começar a trazer prejuízo”, diz Ricardo.
Fisicamente, o fomo pode provocar fadiga, falta de sono e até transtornos de ansiedade. Se checar os perfis no Twitter e no Facebook não for mais um momento de prazer e provocar irritação ou dificuldade de concentração, pare. Ou pelo menos, tente parar.
A publicitária brasileira Alessandra Lariú, que mora em Nova York, percebeu que estava entrando nessa onda de ansiedade e conseguiu diminuir seu ritmo. Eleita uma das pessoas mais criativas do mundo pela revista americana Fast Company (à frente do chef Jamie Oliver e do estilista Tom Ford), ela controla o tempo que passa nas redes sociais. No fim de semana, evita olhar e-mails, mensagens no celular e, às vezes, nem usa relógio. “Edito as informações que recebo e só clico em links super-recomendados por amigos”, diz.
Para John Grohol, fundador do site Psych Central, um dos maiores sobre saúde mental e psicologia dos Estados Unidos, a ansiedade e a insegurança devem ser evitadas a todo custo. “Esse é o tipo de atividade que não pode trazer mais estresse para ninguém. Não consigo acreditar que saber o que o outro está fazendo vai tornar a vida de alguém melhor. Não mesmo”, afirma o psicólogo. Evitar ser vítima do fomo está em suas mãos.
Como diminuir a frustração
• Evite ler e-mails quando estiver em casa à noite.
• Tente ficar algumas horas do dia sem entrar no Facebook ou checar seu Twitter.
• Desligue o telefone quando for dormir para não ter um impulso de conferir onde os amigos estão de madrugada.
• Quando acordar, tente tomar café da manhã antes de checar os e-mails e as redes sociais.
• Passe mais tempo com os amigos de verdade — e não com os virtuais.
• Se conseguir, fique um dia longe da internet e aproveite para curtir com a família.
O medo em números
70% das pessoas que moram em países desenvolvidos já experimentaram a sensação de fomo. Dessas, quase 30% lidaram bem com a experiência, enquanto 15% não conseguiram.
61% na inglaterra, dos adultos de 18 a 33 anos acreditam que o aparecimento das redes sociais aumentou o receio de ser excluído de alguma situação.
45% os homens americanos são os que mais sofrem: dissera que sentem-se incomodados quando um amigo posta no Facebook ou no Twitter que está fazendo algo que eles não estão. Entre as mulheres, apenas 29% demonstram esse descontentamento.
60% dos adolescentes americanos e britânicos acreditam que as redes amplificam o sentimento de exclusão. Bianca Bosker admite sofrer de fomo: “tenho 4 700 seguidores no twitter e 1 100 amigos no face”
Fonte: Revista Você S/A
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Empresas Verificam Perfis dos Candidatos nas Redes Sociais
As redes sociais viraram uma ferramenta a mais na hora de um recrutador selecionar um candidato, pois permitem que a empresa faça uma pré-avaliação da pessoa. Perfis nas principais redes como Twitter, Facebook, Orkut, canais no Youtube e até blogs são instrumentos de conteúdo para essas empresas. Elas estão usando as redes sociais para recrutar os candidatos e bem como para investigar os candidatos que estão sendo contratados. Os selecionadores podem tirar proveito das redes sociais, porque podem identificar o perfil, os valores e os interesses pessoais dos profissionais, verificando assim se eles são adequados à cultura e à ambientação da organização, antes mesmo de uma entrevista pessoal. Sendo que tem que ter um bom senso na criação de um perfil para uma rede social, principalmente quem quer mudar ou estar a procura de emprego.
A exposição excessiva na internet, conteúdo que não agregue a sua formação profissional pode ser prejudicial ao candidato, como também fazer parte de várias comunidades que não têm haver com a área de atuação. Se um headhunter busca profissionais de uma determinada área em comunidades voltadas para aquele mercado e ele não está nela, pode não ser visto com bons olhos, pois o candidato teria que pelo mesmo está nas comunidades relacionadas com sua área de trabalho. Comunidades e fotos duvidosas não devem fazer parte de seu perfil, e principalmente comentários preconceituosos e insultos devem ser banidos dentro da rede social que você participa.
Em compensação se o perfil e o conteúdo forem de boa qualidade, tiver um ótimo relacionamento interpessoal e networking nas redes sociais, escrever assuntos atuais e que agreguem valores para a empresa, o profissional pode estar propenso com certeza a conseguir a vaga. As redes sociais não só é uma ferramenta excelente para as empresas mais também para o candidato, é só sabe usar com bom senso.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Facebook diz muito sobre desempenho profissional
Segundo o estudo de Don Kluemper, fotos descontraídas, como as tiradas em festas, não atrapalharam a análise dos especialistas, mas mostram um profissional extrovertido
As áreas "Sobre você", "Citações favoritas", "Preferências políticas" e "Interesses" podem dizer muito sobre um candidato e seu futuro em uma determinada empresa. Segundo um estudo realizado pela Universidade Northern Illinois, nos Estados Unidos, características pessoais como extroversão, socialização, consciência, estabilidade emocional e franqueza podem ser identificadas com facilidade a partir de uma análise feita no perfil de um usuário no Facebook.
Pesquisadores americanos chegaram à conclusão com base em uma experiência. Eles avaliaram o perfil de 56 estudantes universitários empregados (fotos, mural, comentários, educação e hobbies) e, em seguida, responderam a um teste com perguntas como "esta pessoa é dependente?" e "o quão emocionalmente estável é este voluntário?".
Seis meses depois de analisar os perfis, os cientistas entraram em contato com os supervisores desses estudantes. Eles descobriram, então, uma forte relação entre o desempenho no trabalho desses profissionais e a avaliação de suas páginas no Facebook, especialmente nos quesitos curiosidade intelectual, consciência e franqueza.
De acordo com os pesquisadores, os estudantes que mais viajavam, possuíam mais amigos e mostraram na rede seus interesse foram melhor avaliados na primeira fase e, consequentemente, considerados melhores funcionários pelos seus supervisores. Segundo Don Kluemper, que conduziu o estudo, fotos descontraídas, como as tiradas em festas, não atrapalharam a análise dos especialistas; ao contrário, esse material mostrou ao corpo de cientistas o quanto os voluntários eram amigáveis e extrovertidos.
Para Kluemper, o levantamento mostrou o potencial da ferramenta nos processos de seleção. "É difícil para as pessoas esconder a personalidade diante dos amigos", diz o professor.
Usar o Facebook no recrutamento de candidatos ainda é pouco utilizado no Brasil. De acordo com Iracema Dias de Araújo Andrade, diretora da Viva Talentos, empresa especializada em seleção, a análise comportamental com base no site é pouco usada, embora a plataforma possa ajudar a identificar problemas pontuais de personalidade. "Certa vez, um rapaz adotou um comportamento inadequado durante uma dinâmica de grupo. Pesquisamos o seu perfil no Facebook e percebemos associações com comunidades relacionadas a drogas", conta.
É claro que essas pesquisas não são descartadas, principalmente quando a vaga em questão exige determinados interesses. "Para algumas posições, onde é preciso encontrar uma pessoa alinhada a determinado perfil, é interessante usar o Facebook como um complemento. O problema é que muitos candidatos potenciais não oferecem acesso às suas páginas ou não incluem dados que demonstrem seus interesses pessoais na rede", diz a executiva.
As expectativas de Andrade para o futuro são positivas em relação ao uso da rede nos processos de seleção, embora sua participação no recrutamento de talentos ainda seja tímida no país.
"É preciso ter muito cuidado na hora de se levar em conta um perfil. As pessoas são diferentes em ambos ambientes - offline e on-line - e o profissional precisa estar apto a identificar e a avaliar essas nuances", afirma. "A utilização da plataforma requer treinamento, mas acho que no futuro devem surgir especialistas capazes de fazer essa análise comportamental", completa a executiva.
Fonte: Revista Exame
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Como lidar com o seu chefe (ou colegas de trabalho) no Facebook
Chega uma nova solicitação de amizade no Facebook: seu chefe. Aceitar ou ignorar o convite? Se você pensou duas vezes antes de clicar no “aceitar”, certamente avaliou rapidamente o que o seu superior passaria a ver na tela do seu perfil na rede social.
Para aqueles que não têm uma relação aberta e informal com o gestor no trabalho, imaginar seu chefe vendo suas fotos de momentos com amigos e lendo suas opiniões publicadas no mural pode até ser um pouco constrangedor.
Mas, para André Telles, professor de marketing digital e CEO da agência Mentes Digitais essa situação incomum pode ser vantajosa para sua carreira. Afinal, se a empresa em que você trabalha é muito formal e você se sente pouco à vontade de opinar ou sugerir ideais, o Facebook acaba ajudando de certa forma. “Postando com notoriedade sobre assuntos relevantes, é possível até mesmo chamar atenção de seu chefe”, afirma.
“Não existe dessa de separar o pessoal do profissional”, diz Rogerio Sepa, especialista em gerenciamento de carreiras no mundo virtual da DBM. Entretanto a rede social oferece ferramentas para que o usuário possa escolher quais pessoas poderão ter acesso às suas publicações. E o melhor: seu chefe ou colegas de trabalho não saberão em que tipo de lista você os classificou.
Do lado esquerdo da página inicial do Facebook, clique no botão mais ao lado do item Listas. Depois, clique em criar listas e faça uma lista apenas voltada para seus contatos profissionais. Adicione pessoas à lista.Clique em Gerenciar Lista, depois em Atualizações a serem mostradas. Defina os critérios de atualizações de status. Depois, lembre-se de a cada publicação, em vez de compartilhar para todos os seus contatos, selecione quais listas poderão ler seu post.
No canto superior direito, ainda na página inicial, clique na flechinha para baixo e acesse a página para configurar sua privacidade. Lá é possíve até limitar a visualização de publicações passadas.
Para os especialistas, ignorar o convite não é uma opção. O seu chefe ou aquele colega de trabalho que você não se dá bem pode até se esquecer que mandou um convite. Mas caso ele monitore a rede social, pode verificar que você foi o único a não aceitar a solicitação. E isso te colocaria em maus lençóis.
Agora, nem pensar em postar uma crítica sobre a sua ex ou atual empresa ou chefe. Isso pode render uma dor de cabeça se o bom senso não prevalecer.
“ Atualmente, a maioria das empresas têm programas que rastreiam a marca nas redes sociais, e essas acabam virando fontes de pesquisa e monitoramento da marca”, explica Sepa. Por isso, é melhor evitar que seu nome entra na lista de pessoas falando mal da empresa.
Fonte: Revista Exame
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O uso corporativo das redes sociais
A satisfação no trabalho e o engajamento dos funcionários também são afetados pelo acesso às novas mídias
Além de indicar que mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas mídias sociais, um estudo da consultoria KPMG Internacional, realizado em dez países, mostra que o Brasil aparece em 4º lugar entre as nações que despontam com presença mais intensa de suas empresas nas novas mídias.
Das organizações brasileiras consultadas, 69,1% indicaram já ter iniciativas ligadas a estes meios de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista está a China, com 82,7%.
Por mais que a importância e o uso das novas mídias venham ganhando destaque no ambiente corporativo, o seu acesso, por parte dos funcionários, ainda é tema de debate. E a pesquisa apurou que as organizações mais severas quanto ao acesso de seus profissionais às redes sociais podem estar investindo em uma "batalha perdida". Um terço dos funcionários de empresas em que o acesso a redes sociais é bloqueado disse que não apenas estava usando as mídias sociais no escritório, como se empenhava em "burlar os sistemas de proteção" de seus equipamentos de trabalho para "saciar suas necessidades nas redes".
A satisfação no trabalho e o engajamento dos funcionários também são afetados pelo acesso aos meios de comunicação social: 63% dos funcionários de organizações que têm políticas abertas de acesso a mídias sociais disseram que estavam satisfeitos em seu trabalho, contra apenas 41% daqueles que tiveram seu acesso restrito.
Pensando nisso, a maioria das organizações consultadas indicou que desenvolve políticas específicas ou apresentou um conjunto informal de expectativas para que seus profissionais se engajem nas mídias sociais. Mais da metade delas oferece aos seus funcionários formação específica em mídias sociais, e 62% já tinham desenvolvida uma política específica de mídias sociais.
Sobre os controles adotados, enquanto quase 60% dos gerentes dizem que suas organizações monitoram o uso que os profissionais fazem das redes sociais, apenas 40% dos funcionários estavam cientes desse cuidado das empresas. "A adoção de políticas claras, práticas e concisas, apoiadas por uma formação adequada, deve ser uma prioridade na agenda dos gestores, para dar aos empregados a confiança para que sejam ativos e produtivos nas mídias sociais, ao mesmo tempo em que são reduzidos os riscos por conhecerem os limites dentro dos quais eles devem agir", orienta Malcolm Alder, sócio da área de economia digital da KPMG na Austrália.
A KPMG ouviu 1 850 gerentes e 2 016 funcionários de empresas de dez países para realizar esse levantamento.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Seu processo seletivo começa nas redes sociais
Com a propagação do acesso a internet, o número de pessoas conectadas e usuários de redes sociais tende a aumentar, e com ele, o número de informações pessoais que passam a circular na rede também cresce. Com tantos dados disponíveis, recrutadores de empresas observaram que o monitoramento em mídias sociais é uma das mais valiosas ferramentas de pesquisa para conhecer o perfil do profissional que estão contratando, ou mesmo dos atuais colaboradores de sua empresa, e o resultado do que encontram pode mudar a opinião de muitos deles.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Conectados e desconectados pelo Facebook
Por: Nicolai Cursino
Duas e meia da manhã e me sento na frente do computador para escrever esse artigo, já que não posso conter meus inúmeros pensamentos despertados pelo filme a “Rede Social”, que conta a história da criação do Facebook, que acabei de assistir no meu DVD há algumas horas atrás.
Tentei meditação, chá de camomila e até o saxofone do quinteto onze e meia na Globo e hoje, excepcionalmente, me parece impossível dormir sem compartilhar algumas das intrigantes questões que me surgem ao observar a retrato contado de Mark Zuckerberg, o mais jovem bilionário da atualidade.
Como podem a avareza e abundância andarem tão próximas? Enfim, é preciso ter um pensamento infinitamente abundante para enxergar o mundo como um pequeno quintal e criar, da frente de um laptop, uma maneira de conectar milhões de pessoas em todos os cantos.
Mas o que há na verdade de conexão no Mark Zuckerberg mostrado no filme? Afundando em seu mundo mental, mergulhado em uma brilhante avalanche de pensamentos rápidos, geniais, equações e algoritmos, poderíamos perguntar, a quem de fato ele está conectado?
Certamente não às outras pessoas, já que demonstra uma gritante incapacidade de se relacionar com a namorada da maneira mais básica que um ser humano faria, incapaz de se conectar com seus supostos amigos mais próximos, com quem no máximo troca novas teorias, mas nunca, um sentimento, uma dificuldade ou uma alegria.
Arrisco-me a dizer, que no momento em que mergulha em seus mais poderosos insights mentais, olhando pela janela como se não houvesse ninguém ali, Mark Zuckerberg não parece nem conectado ao seu próprio corpo. De certo ele não está ali. Seu corpo está, mas sua mente está tão longe que deixa de ser uma única pessoa.
Mais desconectado ainda está o seu coração. Seu coração, fisicamente tão conectado bem no meio do seu peito, é inalcançável para sua experiência. Ele não parece apto a experimentar o enorme medo de não ser aceito, a insegurança em ser amado, sua infinita solidão. No meio de sua juventude não há festas, não há beijos, não há choros e não há compartilhar.
Se a vida fosse um raríssimo vinho, Mark Zuckerberg já teria lido sobre ele, sua origem, seus aromas, sua composição química e o PH de seu líquido, mas não teria tido a ousadia simples de dar um gole. Se a vida fosse uma longa e sinuosa estrada, ele certamente teria estudado seu mapa e conheceria o caminho, mas não teria dado um só passo nela. Projetaria um GPS se fosse preciso.
Um bilhão de dólares foi uma das ofertas recusadas pelo Facebook, antes mesmo de Mark completar seus 30 anos. Isso é abundância? Com certeza é abundância material. Uma quantidade absurda de cifras que colocaria qualquer um de nós em aposentadoria imediata, com direito a carregar quase todo mundo que a gente conhece.
O que eu vi no filme, era abundância de vida? Certamente que não. Em um mundo tão fechado pelos pensamentos, a vida parece acontecer lá fora. Como se fosse um videogame, estamos protegidos, pois há sempre uma vida extra. Centenas de vidas extras e nenhum contato.
E eu me lembro do velho clichê “cuidado com o que você deseja, que você pode acabar conseguindo”, e acho muito importante que seja levado a sério. Eu desejo abundância financeira em minha vida. E desejo também abundância espiritual, abundância de amigos, abundância de realização, abundância de amor.
O que eu acredito ser uma escolha sábia de carreira e sucesso envolve tudo isso. O que é sucesso para você? Cuidado, um bilhão de dólares pode ser muito pouco para preencher sua solidão. O que é uma boa carreira? Cuidado, tornar-se um jovem CEO pode não evitar que sua vida pareça sem sentido, depois de alguns anos.
Pare agora para sentir o que move a sua alma, o que te preenche. Pare agora para sentir o que você deseja construir neste mundo pelo seu trabalho. E então consiga o seu Bilhão. E então consiga a sua sala da presidência.
A distância entre você e a outra pessoa é do tamanho da distância entre você e você mesmo, não importa o número de links no seu computador.
Desconecte-se dos seus pensamentos. Conecte-se ao seu coração. Conecte-se ao seu corpo. Conecte-se às pessoas. Conecte-se a si mesmo.
Compartilhados os pensamentos, é hora de dormir. Mas não antes de postar este mais novo artigo no meu Facebook. Afinal, não dá mais pra viver assim, tão desconectado.
*Nicolai Cursino é consultor, treinador e palestrante em desenvolvimento humano e liderança, com foco no crescimento sustentável das pessoas e das empresas. Sua atuação abrange América Latina, Estados Unidos e Europa. É sócio-diretor da Iluminatta Brasil Desenvolvimento Humano.
Fale com ele escrevendo para:
nicolai@iluminattabrasil.com.br
Tentei meditação, chá de camomila e até o saxofone do quinteto onze e meia na Globo e hoje, excepcionalmente, me parece impossível dormir sem compartilhar algumas das intrigantes questões que me surgem ao observar a retrato contado de Mark Zuckerberg, o mais jovem bilionário da atualidade.
Como podem a avareza e abundância andarem tão próximas? Enfim, é preciso ter um pensamento infinitamente abundante para enxergar o mundo como um pequeno quintal e criar, da frente de um laptop, uma maneira de conectar milhões de pessoas em todos os cantos.
Mas o que há na verdade de conexão no Mark Zuckerberg mostrado no filme? Afundando em seu mundo mental, mergulhado em uma brilhante avalanche de pensamentos rápidos, geniais, equações e algoritmos, poderíamos perguntar, a quem de fato ele está conectado?
Certamente não às outras pessoas, já que demonstra uma gritante incapacidade de se relacionar com a namorada da maneira mais básica que um ser humano faria, incapaz de se conectar com seus supostos amigos mais próximos, com quem no máximo troca novas teorias, mas nunca, um sentimento, uma dificuldade ou uma alegria.
Arrisco-me a dizer, que no momento em que mergulha em seus mais poderosos insights mentais, olhando pela janela como se não houvesse ninguém ali, Mark Zuckerberg não parece nem conectado ao seu próprio corpo. De certo ele não está ali. Seu corpo está, mas sua mente está tão longe que deixa de ser uma única pessoa.
Mais desconectado ainda está o seu coração. Seu coração, fisicamente tão conectado bem no meio do seu peito, é inalcançável para sua experiência. Ele não parece apto a experimentar o enorme medo de não ser aceito, a insegurança em ser amado, sua infinita solidão. No meio de sua juventude não há festas, não há beijos, não há choros e não há compartilhar.
Se a vida fosse um raríssimo vinho, Mark Zuckerberg já teria lido sobre ele, sua origem, seus aromas, sua composição química e o PH de seu líquido, mas não teria tido a ousadia simples de dar um gole. Se a vida fosse uma longa e sinuosa estrada, ele certamente teria estudado seu mapa e conheceria o caminho, mas não teria dado um só passo nela. Projetaria um GPS se fosse preciso.
Um bilhão de dólares foi uma das ofertas recusadas pelo Facebook, antes mesmo de Mark completar seus 30 anos. Isso é abundância? Com certeza é abundância material. Uma quantidade absurda de cifras que colocaria qualquer um de nós em aposentadoria imediata, com direito a carregar quase todo mundo que a gente conhece.
O que eu vi no filme, era abundância de vida? Certamente que não. Em um mundo tão fechado pelos pensamentos, a vida parece acontecer lá fora. Como se fosse um videogame, estamos protegidos, pois há sempre uma vida extra. Centenas de vidas extras e nenhum contato.
E eu me lembro do velho clichê “cuidado com o que você deseja, que você pode acabar conseguindo”, e acho muito importante que seja levado a sério. Eu desejo abundância financeira em minha vida. E desejo também abundância espiritual, abundância de amigos, abundância de realização, abundância de amor.
O que eu acredito ser uma escolha sábia de carreira e sucesso envolve tudo isso. O que é sucesso para você? Cuidado, um bilhão de dólares pode ser muito pouco para preencher sua solidão. O que é uma boa carreira? Cuidado, tornar-se um jovem CEO pode não evitar que sua vida pareça sem sentido, depois de alguns anos.
Pare agora para sentir o que move a sua alma, o que te preenche. Pare agora para sentir o que você deseja construir neste mundo pelo seu trabalho. E então consiga o seu Bilhão. E então consiga a sua sala da presidência.
A distância entre você e a outra pessoa é do tamanho da distância entre você e você mesmo, não importa o número de links no seu computador.
Desconecte-se dos seus pensamentos. Conecte-se ao seu coração. Conecte-se ao seu corpo. Conecte-se às pessoas. Conecte-se a si mesmo.
Compartilhados os pensamentos, é hora de dormir. Mas não antes de postar este mais novo artigo no meu Facebook. Afinal, não dá mais pra viver assim, tão desconectado.
*Nicolai Cursino é consultor, treinador e palestrante em desenvolvimento humano e liderança, com foco no crescimento sustentável das pessoas e das empresas. Sua atuação abrange América Latina, Estados Unidos e Europa. É sócio-diretor da Iluminatta Brasil Desenvolvimento Humano.
Fale com ele escrevendo para:
nicolai@iluminattabrasil.com.br
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Como não perder tempo com as redes sociais
Há alguns anos, quando falávamos sobre redes sociais - ou mais especificamente o Orkut (que era a rede predominante na época) - a maioria das pessoas achava uma perda de tempo, que eram desnecessárias, coisa de adolescente ou apenas para diversão. Em pouco tempo, essa percepção foi totalmente alterada.
Podemos comparar a entrada das redes sociais com a entrada do celular na vida das pessoas. No começo, muita gente jurava que nunca precisaria de um celular e que era o “fim dos tempos” ter que andar com o telefone no bolso. Hoje em dia, a grande maioria dos brasileiros não consegue mais viver sem o seu aparelho.
As redes sociais entraram para ficar na vida das pessoas e das empresas e isso obviamente afetou o nosso tempo de alguma forma. Se usar bem essas ferramentas, você pode aproveitar os benefícios. Agora, se usar mal, vai conseguir mais um “ladrão de tempo” para se perder na sua rotina.
Muitas empresas me questionam se devem ou não liberar o acesso às redes sociais na empresa, e digo que deve ser proibido apenas se sua empresa revista os funcionários e proíbe a entrada de celular. Caso contrário, tem de estar liberado! Rede social é parte da vida e do tempo de todo mundo, ajuda a impulsionar muitos negócios, gera networking, contrata pessoas, busca informações, ajuda a pessoa a relaxar, a se comunicar, etc.
Na minha visão, as empresas e você precisam se preocupar como o uso consciente da ferramenta ou, do contrário, a má utilização pode matar sua produtividade por completo. Se mesmo assim achar que deve bloquear, então use um meio termo: libere nos horários pré e pós-expediente.
Veja algumas dicas sobre como não perder tempo com as redes sociais:
• Participe de redes sociais relevantes – Você não precisa estar em dez redes sociais, selecione as mais relevantes e que tenha o maior número de pessoas conectadas a seus objetivos. Eu participo apenas de quatro redes (atualizo pessoalmente): Twitter, Facebook, LinkedIn e Orkut. O resto não me agrega.
• Desabilite os avisos de recados e mensagens – Configure suas redes para não ficar te avisando, apitando ou enviando e-mails a cada nova mensagem ou scrap que você receber. Se você visualizar todos os avisos, vai perder um tempo que você nem imagina e o que os olhos vêem, a curiosidade não consegue controlar, não é?
• Tenha horários – Assim como no e-mail, nada de ficar com a rede aberta toda hora. Defina horário ou dias para atualizar e olhar suas redes. Costumo olhar minhas redes sempre de noite ou aos domingos. O twitter, quando estou na empresa, vejo três vezes por dia e olhe lá.
• Utilize Softwares – Existem milhares de programas que ajudam você a atualizar suas redes sociais de forma simples e integrada. Recomendo o Tweetdeck, ele integra todas as minhas redes, ou seja, basta escrever uma vez para todas as redes serem atualizadas. O Echofon para Firefox também é excelente. Para celulares, existem diversos, basta dar uma pesquisada para encontrar algum com a sua cara.
• Dica para o twitter – Como o twitter está na moda, a minha dica é: siga poucas pessoas, mas com conteúdo relevante. Se você seguir muita gente não deve estar usando o twitter como fonte de conhecimento e provavelmente ele não deve estar agregando muito valor ao seu dia-a-dia, pois acaba tendo tantas mensagens que dificilmente você vai ver.
Redes Sociais é a invenção mais nerd que deu mais certo no mundo dos “pops”! Impossível viver sem, mas não se perca por causa dela, saiba usá-la com sabedoria e não jogue seu tempo no lixo!
*Christian Barbosa é cientista de computação e o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. Abriu sua primeira empresa aos 15 anos e foi um dos profissionais mais jovens do mundo a receber o certificado da Microsoft. Fundador da Triad Consulting, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo, Christian dá treinamento e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100, e é autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.
Fonte:Jornal Carreira & Sucesso - 407ª Edição
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