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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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sábado, 30 de junho de 2012

7 jeitos inusitados para ficar mais criativo






Uma das principais competências exigidas pelas empresas é a "criatividade", pois grande parte do sucesso profissional depende de um bom dom de criatividade e de idéias geniais que só alguns criativos conseguem executar. Por isso trouxe para o meu blog, uma reportagem da Revista Exame falando sobre criatividade.
 Esqueça todas as teorias que argumentam que criatividade é um dom ou está relacionada com uma propensão genética ou é habilidade exclusiva de um seleto grupo de pessoas com um QI fora do normal. Pesquisas recentes comprovam: o ato de pensar fora da caixa e ter soluções inovadoras é o tipo de habilidade que pode, sim, ser desenvolvida.
Boa parte dos estudos mostram que ideias e soluções criativas não surgem por geração espontânea. Antes, geralmente, elas são fruto da combinação de diferentes ideias já existentes.
Por isso, os cientistas afirmam: quanto mais exposto a diferentes conceitos, culturas e valores, melhor. Mas para fazer essas conexões valiosas é preciso estar relaxado. Em outras palavras, quanto "mais de boa", melhor.
Por isso, ingerir bebidas alcóolicas, ter amigos de outras áreas e sonhar acordado podem ser hábitos essenciais para você virar o tipo de pessoa que vê como uma enorme teia de soluções criativas. Confira:
  • Vá para um café

Quando faltarem ideias e você estiver mergulhado em um marasmo de criatividade, qual é a melhor opção: uma biblioteca (extremamente silenciosa) ou um café? De acordo com pesquisa da University of Illinois em Urbana-Champaign, a segunda opção é mais favorável para a criatividade.
Para chegar a esta conclusão, o professor Ravi Mehta e sua equipe observaram o desempenho dos participantes em um ambiente com 70 decibéis e em outro de 50. Aqueles que ficaram no ambiente menos silencioso, tiveram o melhor desempenho em tarefas de criatividade.
  • Fique bêbado (ou quase)

Em uma pesquisa recente, cientistas da Universidade de Illinois em Chicago compararam o desempenho de estudantes sóbrios e bêbados em atividades que exigiam habilidades criativas. Aqueles que haviam ingerido bebidas alcoólicas conseguiram resolver 30% mais problemas do que os sóbrios.
Resultados semelhantes foram encontrados por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh. Os participantes da pesquisa que tinham ingerido vodca tiveram mais “insights” ao resolver um conjunto de problemas linguísticos.
Mais: eles foram mais rápidos do que os que não tinham bebido uma gota da bebida, que por sua vez ficaram mais focados. Porém, pouco criativos.
  •  Divirta-se no YouTube

Chefes que proíbem acesso a redes sociais e sites de vídeos, como o YouTube, deveriam rever seus conceitos. Pesquisadores da University of Western Ontario dividiram os participantes do estudo em três grupos.
O primeiro ouviu um trecho de uma música de Mozart e assistiu a um vídeo de um bebê sorrindo; o segundo, um trecho da trilha sonora do filme “A lista de Schindler” e assistiu a uma reportagem sobre um terremoto, enquanto o último grupo ouviu uma música e assistiu a um vídeo que não alterou o humor deles.
Resultado: o grupo que foi exposto a vídeos e músicas mais felizes teve um desempenho melhor ao resolver problemas que exigiam criatividade. Ponto para o YouTube (e para o bom humor) durante o expediente.
  •  É uma pessoa noturna? Faça brainstorm de manhã

Qual é o período do dia que você está mais alerta e consegue se concentrar melhor? Então, estimule sua criatividade no período exatamente oposto a este. Isso mesmo.
Segundo estudo da psicóloga Mareike Wieth, publicado em dezembro passado, somos mais criativos no período em que estamos menos alerta no dia. Isso significa que se você é uma pessoa noturna, provavelmente terá insights no período matutino.
Na pesquisa, os voluntários conseguiram ter uma performance até 50% melhor em tarefas que exigiam criatividade no período em que eles, geralmente, ficavam menos alertas.
  • Faça amigos. De preferência, longe da sua área de atuação

A criatividade é fruto da combinação de diferentes ideias já existentes. Por isso, quer ter mais e melhores insights? Expanda seus horizontes cognitivos e sociais.
Em um estudo com alunos da Stanford Business School, o sociólogo Martin Ruef , da Universidade de Princeton, constatou que aqueles que tinham amigos de outros setores eram mais inovadores.
  •  More no exterior

Na mesma toada, o contato com outras culturas também pode incrementar sua criatividade. A dupla de professores Willian Madduz e Adam Galinsky, respectivamente do INSEAD e Kellogg School of Management, comprovaram isso após observar o desempenho de estudantes americanos e estrangeiros (que moravam nos EUA) em um problema que exigia criatividade.
Segundo os pesquisadores, 60% dos estudantes estrangeiros e dos americanos que viveram no exterior conseguiram resolver a tarefa. Daqueles que nunca cruzaram a fronteira dos Estados Unidos, apenas 42% tiveram um “insight” para solucionar a atividade.
  •  Sonhe acordado

Freud estava errado. A arte de divagar, ou melhor, sonhar acordado não é um ato infantil ou neurótico, como ele pontuou. Em vez disso, pode ser uma excelente estratégia para aguçar a sua criatividade, entre outros fatores. Em pesquisa do professor Jonathan Schooler, da Universidade de Santa Bárbara (EUA), pessoas que tem uma propensão a sonhar acordado se dão melhor em testes de criatividade.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

50 perguntas e respostas para usar em entrevistas de emprego




Eis uma tradução de um artigo do blog bhuvans.wordpress.com, redigido por sua vez a partir do livro “The Accelerated Job Search” de Wayne D. Ford. Como estamos em maré de busca acelerada de emprego, em plena maré de quase meio milhão de desempregados pensei que fosse muito oportuno apresentar aqui a minha tradução “livre”, com algumas achegas de minha própria lavra. Cá vão assim as 50 perguntas que mais frequentemente surgem em entrevistas de emprego, e que podem ser usadas nos dois papéis, quer como entrevistador, quer como entrevistado:
1.  Fale-me sobre você:
Esta será talvez a pergunta mais frequente numa entrevista de emprego. Precisará de trazer na sua mente uma resposta breve mais ou menos memorizada, mas procure não deixar transparecer que trazia a resposta preparada, já que isso dará de si uma imagem de fraca espontaneidade. Evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade laboral e aborde-os apenas se estes lhe forem especificamente apresentados. Descreva aqui que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga a que está a responder. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.
2. Porque deixou o seu último emprego?
Seja lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um toque positivo. Nunca, mas nunca mesmo, mencione problemas graves na sua organização anterior e jamais, mais jamais mesmo, mencione conflitos com os seus superiores ou colaterais. Se o fizer, perderá o emprego com toda a certeza. Diga que saiu por uma qualquer razão positiva, como a procura de uma nova oportunidade profissional.
3. Que experiência tem neste campo?
Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se o mais possível. Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com o campo para que está a concorrer.
4. Considera-se um homem/mulher de sucesso?
Tem que responder obrigatoriamente que sim e explicar sumariamente porque pensa dessa forma, listando os objetivos que traçou para si próprio no passado e a forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.
5. O que pensam os seus colegas de si?
Leve mentalmente consigo uma ou duas frases citadas de um dos seus colaboradores, colaterais ou superiores. Se não se lembrar de nada diga “O Joaquim diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.
6. O que conhece sobre esta organização?
É imperativo que investigue a organização antes da entrevista. Tente conhecer tudo sobre a organização, quais são os seus planos de expansão, a sua solidez económica, etc.
7. O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?
Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela anterior organização até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.
8.  Está a concorrer também a responder a ouras ofertas de emprego?
Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas já que o importa é manter o foco no emprego sobre a mesa, não nenhum dos outros.
9. Porque é que quer trabalhar nesta organização?
Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação.
10. Conhece alguém que trabalha para nós?
Esta pergunta pode ser fatal… há organizações que não contratam familiares e mencione apenas amigos se este estiver previamente avisado e fôr de absoluta confiança… não seria o primeiro a ser enganado por falso amigo que quando questionado sobre nós nos dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa.
11. Qual é salário que espera poder obter?
Uma pergunta de resposta delicada… cuidado se responder primeiro, razão pela qual o mais avisado será evitar responder e se perguntar algo do género: “diga-me qual é tipo de salário que está aqui em questão”? Alguns entrevistadores responderão, outros não… praticamente nenhuns o levarão a mal por ter fugido à resposta. Se contudo, achar que tem mesmo que responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.
12. Como se dá com o trabalho em equipe?
Não terá outra opção além de dizer que sim, que se dá muito bem e que gosta mesmo muito, muito. Tenha exemplos à mão, prontos a citar e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em sacrificou o seu próprio bem estar ou a sua glória pessoal em nome do desempenho da equipa. Nunca se vanglorie, mas procure manter-se no domínio dos factos, tanto quanto o possível.
13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?
Não seja muito específico. Diga algo vago como “durante muito tempo” ou “enquanto acharem que estou a fazer um bom trabalho”.
14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?
Outra questão em que a qualidade da resposta é vital… Nunca deixe transparecer que gostou de o fazer, mesmo se essa pessoa mereceu tal despedimento. Mencione que teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto. Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo tem sempre que optar pela primeira.
15. Qual é a sua filosofia quanto ao Trabalho?
Nem pense em alongar-se longamente sobre este tema… Diga o que pensa dos trabalhos que têm que ser feitos, e daqueles que são especialmente urgentes e do quanto pretende sacrificar para os cumprir. Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.
16. Se tivesse hoje dinheiro suficiente para se aposentar, você faria isso?
Não. É claro que tem que dizer que não… diga que prefere trabalhar a estar aposentado.
17. Já alguma vez lhe pediram para deixar uma função?
Se sim, seja honesto… mas com brevidade e sempre sem dizer nada de negativo sobre a circunstância em que isso aconteceu.

18. Explique como poderia ser um ativo útil para a organização:
Uma das respostas mais importantes de toda a entrevista é esta… Use-a para destacar os seus pontos mais positivos, especialmente aqueles que mais se relacionam com a oportunidade sobre a mesa.
19. Porque é que deveríamos contratar?
Sublinhe em que medida é que as suas capacidades correspondem às necessidades da organização. Nunca mencione que é melhor do que qualquer outro concorrente, nem sequer no abstrato.
20. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego:
Vá para a entrevista com uma destas sugestões já preparada. Esta deverá ser uma que foi aceite (de forma a manter o tom positivo) e que tenha tido uma aplicação bem sucedida. Idealmente, deverá ser diretamente aplicável no tipo de funções a que está agora a concorrer.
21. O que o irrita mais nos seus colaterais?
Não lhe cheira a armadilha? Se não devia, porque é exatamente disso que aqui se trata… Simule que está a pensar em alguma coisa e depois diga que não lhe ocorre nada neles que o irrite e que o seu relacionamento com eles é tão bom que não lhe acorre agora nada que o irrite neles.

22. Qual é a sua maior força?
Pode dar uma de várias respostas. Desde que seja um aspecto claramente positivo. As respostas mais comuns são algo do género: a sua capacidade para prioritizar a resolução de problemas ou projetos, a sua capacidade para trabalhar sobre pressão, os seus conhecimentos técnicos ou a sua capacidade de liderança.
23. Descreva aquele que seria para um “emprego de sonho”:
Procure não se referir a nenhum emprego que tenha tido no passado, nem sequer aquele que está agora na mesa. Não mencione especificamente um outro trabalho que não aquele que corresponderá a esta entrevista, porque isso poderá dizer ao entrevistador que sairá na primeira oportunidade. O melhor é manter-se no campo das generalidades.
24. Porque pensa que se adaptará bem a este emprego?
Mencione as suas capacidades, experiência e motivação.
25. O que procura num trabalho?
Veja a resposta 23.
26. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?
Mencione deslealdade para com a organização, violência física ou verbal ou ilegalidade. Qualquer coisa menos grave do que isto deve ser omitida.
27. O que é mais importante para si; dinheiro ou trabalho?
O dinheiro é sempre importante, mas o tipo de trabalho e a satisfação que se retira dele pesa sempre mais.
28. Qual era o seu ponto forte, segundo o seu anterior superior hierárquico?
Há aqui várias respostas possíveis, como lealdade, energia, capacidade de liderança, conhecimentos técnicos, etc
29. Conte-me o maior problema que já teve com um superior hierárquico:
Mais uma armadilha… A ideia é colocá-lo a falar mal do seu superior. Se cai nela, a entrevista está concluída. A solução pode ser manter-se positivo e alegar falta de memória, exatamente como fazem os políticos quando se sentem mais apertados.
30. O que é o desapontou antes num emprego?
Não seja negativo. Fale de “falta de desafios” ou se foi afastado numa qualquer reorganização ou se a empresa fechou as portas, use essa informação agora.

31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão
Diga que gosta de certos tipos de pressão. Dê exemplos que se possam relacionar com o cargo a que está a concorrer.
32. As suas capacidades são mais adequadas para este emprego ou para outro?
Provavelmente, este. Não dê pistas de que poderia quer mais outro emprego além deste.
33. O que é que o motiva a trabalhar melhor?
Depende de si… Mas pode usar chavões como Desafios, espírito d realização pessoal e organizativa, reconhecimento do bom trabalho feito. Etc
34. Está disposto a trabalhar para além do seu horário? Fazendo noites e fins de semana?
Sim, claro… Se necessário e se a organização precisar, terá que estar disposto a tudo.
35. Como vai saber se teve sucesso neste emprego?
Existem varias formas de medir o sucesso. Definindo elevados padrões de qualidade e desempenho e cumprindo-os. Mas somente o seu superior é que saberá de facto se foi ou não bem sucedido.
36. Se fosse necessário, estaria disposto a mudar de local de trabalho?
Deve ser claro e honesto. Devendo recolher junto da sua própria família a sua disponibilidade para tal mudança se lhe parecer provável que o questionem sobre tal. Nunca diga que está disposto a mudar-se e depois não o faça… Já que isso poderá determinar o fim da sua carreira.
37. Está disposto a colocar os interesses da organização acima dos seus próprios?
Esta questão pretende aferir a sua potencial lealdade. Não se alongue. Limite-se a responder que sim.
38. Descreva o seu estilo de gestão
Fuja dos chavões de gestão, porque parecem exatamente aquilo que são: ocos. Contudo, pode usar termos comuns como “progressivo”, “gerador de consensos” (como apregoa Obama) e diga que o altera de acordo com as necessidades de cada circunstância.
39. O que aprendeu de erros anteriores?
Uma armadilha, de novo… Não mencione nada de realmente grave, mas não deixe de mencionar um ou outro pequeno erro, sublinhando sempre o aspecto positivo (medidas corretivas, aprendizagem obtida, etc)
40. Tem alguns pontos fracos?
Não lhes dê pistas… Obviamente que os tem – como toda a gente – mas deixe ao seu futuro empregador a tarefa de os descobrir. Refugie-se na frase de que ninguém é bom juiz em casa próprio.
41. Se estivesse a contratar alguém para este trabalho, o que procuraria nela?
Obviamente, seja lá o que for que diga, mencione sempre características que já possua e deixe de parte todas aquelas que não tem.
42. Acha que está sobrequalificado para esta vaga?
Diga qualquer coisa menos sim. Se pensar assim, e se o confirmar dizendo, está a dizer ao seu potencial empregador que irá sair na primeira oportunidade…
43. Como se propõe compensar a sua falta de experiência?
Se tem alguma experiência relevante de que o entrevistador ainda não tem conhecimento, refira-a agora. Se não, concentre-se em confirmar o seu empenhamento e a sua capacidade de esforço.
44. Que qualidades procura num superior hierárquico?
Seja genérico e positivo. Aluda a confiança, sentido de humor (todos julgamos que o temos, especialmente os chefes) e conhecimentos.
45. Exemplifique um caso em que teve que resolver uma disputa entre colaboradores
Dê um caso concreto e aluda sobretudo à forma como resolveu o problema.
46. Que posição prefere numa equipe que esteja a trabalhar sobre um dado projeto?
Seja honesto. Indique se trabalha bem em equipe, se tem capacidades de liderança e exemplifique sumariamente com exemplos concretos.
47. Descreva a sua ética de trabalho
Mencione tudo aquilo que possa beneficiar a organização, como espírito de missão e gosto pela satisfação recolhida pela pura execução de um trabalho com qualidade e eficiência.
48. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?
Diga lá o que disser, nunca pode mencionar algo que estivesse sob o seu controlo direto. Demonstre espírito de aceitação e evite negativismos.
49. Qual foi a coisa mais divertida que fez no trabalho?
Algo que contribuiu para a organização e dentro do normal prosseguimento das suas funções, naturalmente…
50. Tem alguma pergunta?
Leve sempre – mentalmente – uma lista preparada de perguntas, fruto das suas pesquisas na Internet e que tenham a ver com a forma como pode contribuir para a organização. Questione sobre os projetos que estão a decorrer e sobre aqueles que estão prestes a começar e sobre a estrutura onde se irá integrar.
sexta-feira, 22 de junho de 2012

Quais os livros que você indica?





Uma das melhores coisas que gosto de fazer na vida é me deliciar com uma gostosa leitura, é poder ler um livro e viajar por vários lugares ou planetas sem sair do lugar, só com a ajuda de nossa imaginação. Ler ajuda no nosso desenvolvimento cognitivo, estimula nossa aprendizagem e memória, dar mais criatividade e faz com que a gente fique mais informado. A leitura também é muito importante para nós blogueiros, pois quando se ler muito, fica mais fácil de escrever os posts.


Eu particularmente já li vários livros, teve até livros de mais de 400 paginas que eu li em um dia, nossa era viciante, não conseguia parar de ler. Gostaria de dividir com vocês amigos leitores, algumas dicas de livros que eu já li, nas leituras desses livros, eu chorei, me emocionei, sorrir, fiquei comovida, fiquei triste, revoltada, apreendi,  são tantas emoções que alguns livros podem nos proporcionar.
  •  O Diário de Anne Frank :É um livro que veio revelar ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar á sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos “campos de trabalho”.
  • O Monge e o Executivo: Este livro trata de um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. 
  • O Mundo de Sofia: É um romance envolvente que, de forma natural e didática, introduz a História da Filosofia dando rápidas pinceladas sobre o seu desenrolar no Ocidente. Levanta as principais questões estudadas pelos pensadores de todos os tempos, vivo exemplo da inquietude humana e da instintiva busca por referenciais de conduta: Deus, o Universo, o Homem, a Sociedade e a História.
  • A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres: Augusto Cury retrata neste livro o cotidiano de mulheres que sofrem caladas as conseqüências de uma cruel realidade do mundo moderno - a ditadura da beleza. Apoiando-se em sua vasta experiência como psiquiatra e pesquisador, Cury dá um grito de alerta contra essa forma de opressão que vem deixando mulheres, adolescentes e até crianças tristes, frustradas e doentes. Influenciadas pela mídia e preocupadas em corresponder aos inatingíveis padrões de beleza que são apresentados, milhares de mulheres mutilam sua auto-estima - e, muitas vezes, seus corpos - em busca da aceitação social e do desejo de se tornarem iguais às modelos que brilham nas passarelas, na TV e nas capas de revistas.
  • Você é Insubstituivel: Este livro  fala do amor pela vida que habita em cada ser humano. Ele conta a sua biografia. Se até hoje sua história nunca foi contada em um livro, agora ela será, pelo menos em parte.
  • Hamlet: Obra clássica permanentemente atual pela força com que trata de problemas fundamentais da condição humana, a obsessão de uma vingança onde a dúvida e o desespero concentrados nos monólogos do príncipe Hamlet adquirem una impressionante dimensão trágica.
  • Ensaio sobre a cegueira: Este livro é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: "uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos".
Essas são algumas dicas de livros que já li,  e você poderia contribuir com alguma dica?

O que você quer ser? cenoura, ovo ou pó de café?




Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um 
outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas 
em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos 
e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Alguns 
minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os 
ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ela, perguntou:
- "Querida, o que você está vendo?"
- "Cenouras, ovos e café" - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou:
- "O que isto significa, pai?"
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que 
cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido 
submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos entraram frágeis, com sua casca fina 
e o líquido interior, mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou menos 
frágil, mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente , ele havia 
mudado a água.
- "Qual deles você quer ser?" ele perguntou a sua filha. Quando a adversidade bate a sua porta, 
como você vai responder? Você vai ser como a cenoura, um ovo ou um pó de café?"
E você?
Você quer ser como a cenoura que parece forte, mas que com a dor e a adversidade, murcha, se 
torna frágil e perde sua força?
Ou, será que você quer ser como o ovo, que começa com o interior maleável, mas depois de uma 
crise, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro?
Sua casca parecerá a mesma, mas você estará mais amargo e obstinado, com o coração e o 
espírito inflexíveis...
Ou será que você quer ser como o pó de café? Ele muda a água fervente, aquilo que está trazendo 
a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, 
mais gostoso se torna o café.
Se você quer ser como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você aproveita para 
crescer, se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também melhorem.
Como você vai lidar com a adversidade?
Como você quer ser? Afinal, se o que distingue o ser humano é o livre arbítrio, você é quem 
escolhe!


Fonte: http://www.pro-fit-rh.com.br/o_que_vc_quer_ser.pdf
terça-feira, 19 de junho de 2012

Como Fazer uma dinâmica de grupo




As dinâmicas de grupo fazem parte de treinamentos, de programas educativos e de processos de seleção de profissionais da grande maioria das empresas na hora de avaliar comportamentos e características das pessoas. Diante disso, o analista de sistemas Eduardo Fornaro, de São Paulo, criou, com base em seus 20 anos de experiência em dinâmicas de grupo, um site que reúne diversas propostas, seja para quebrar o gelo antes de uma reunião, treinar lideranças, gerir o tempo, aumentar o espírito de equipe, entre outras.

Atualmente, há mais de 200 dinâmicas cadastradas por , educadores, psicólogos, entre outros profissionais que utilizam esta ferramenta na rotina de trabalho. “Para cada objetivo existe uma dinâmica”, explica o consultor.
Segundo ele, muitas variáveis influenciam o resultado positivo ou não de uma dinâmica. “O problema é que muitas pessoas acham que a dinâmica é algo mágico, basta fazer para ter resultados”, diz o consultor. Mas na prática não é assim que funciona.

Além de um facilitador preparado para conduzir a dinâmica, é preciso ter claro o objetivo, bem como o perfil da empresa, o número de participantes, o local e o tempo disponível para realizá-la. E Fornaro garante: “Uma dinâmica bem-feita funciona tanto para um grupo de crianças como para executivos.”

Confira a seguir o passo a passo para fazer uma dinâmica de grupo:

1. O que você deseja com a dinâmica de grupo? É preciso ter claro o objetivo, ou seja, detectar qual é a necessidade da empresa. Se for para ser usada em treinamento, por exemplo, é necessário definir quais as características que se quer avaliar, pois para cada objetivo, uma determinada dinâmica é indicada. Já para recrutamento e seleção, por exemplo, o objetivo da dinâmica é avaliar certas características, o que é desejável ou não num candidato. Suponhamos que se busca um profissional para análise de informações. Neste caso, a dinâmica testará o grau de concentração do candidato. “O problema é que tem gente que quer dinâmica especificamente para contratar profissionais de vendas. O fato é que não existe uma dinâmica específica para isso, mas outras que analisam o que é desejável num profissional de vendas”, explica Fornaro.

2. Como e onde aplicar? O número de pessoas interfere no resultado da dinâmica. Por isso, de acordo com Eduardo, o ideal é que exista, pelo menos, um facilitador para cada cinco, seis, até oito pessoas. “Quem faz para um auditório de 100 está fazendo entretenimento”, adverte o consultor, para quem só a dinâmica com número limitado possibilita avaliar realmente os participantes. Com o número fechado de participantes é preciso definir o local onde a dinâmica será realizada. Pode ser numa sala, ao ar livre, numa lanhouse. “Ás vezes o conteúdo é maçante, então o ideal é buscar um local agradável, mas que não tire a atenção dos participantes.”

3. Quanto tempo deve durar? Há dinâmicas de cinco minutos a mais de duas horas. O aconselhável é que ela não seja muito extensa, conforme explica Fornaro. Há dinâmicas feitas em partes, ao longo de uma semana, e podem durar 20 segundos cada. Também vale ressaltar que os resultados ficarão comprometidos se se tentar adaptar uma dinâmica de 45 minutos para 15 minutos. “Seguramente será um fracasso se você não adaptá-la adequadamente”, alerta o consultor. O melhor é que dure entre 20 e 30 minutos. Vale ressaltar, no entanto, que a fixação de conhecimentos leva mais tempo, conforme lembra o consultor.

4. Qual dinâmica aplicar? O cardápio de propostas é variado, mas a escolha deve levar em conta o tempo disponível, bem como ter claro o perfil da empresa e dos participantes. “As dinâmicas são flexíveis e funcionam tanto para crianças quanto para executivos”, garante Fornaro.

5. Durante e depois, o que fazer? É certo que o facilitador precisa estar preparado para conduzir a dinâmica. Segundo o consultor, é aconselhável que o facilitador faça anotações para avaliar a ferramenta que está usando. “Às vezes determinada dinâmica funciona, às vezes não. O fato é que existem vários fatores que influenciam o sucesso e o insucesso de uma dinâmica”, explica Fornaro. Essas anotações servem também para facilitar a vida dos colegas da empresa, no caso dos profissionais de RH que, em algum momento podem consultar as dinâmicas já feitas com a equipe e saber quais são as mais indicadas e as que não devem ser repetidas.

6. Feedback. Se a dinâmica for voltada a funcionários da empresa é possível dar um retorno aos participantes sobre suas performances. Já no caso de recrutamento e seleção isso não é viável. “Às vezes não é ético, gera custos leva tempo”, explica Fornaro. Segundo ele, o facilitador também precisa treinar o feedback para ser claro e objetivo.

Fonte: Canal RH
domingo, 17 de junho de 2012

Meu blog atingiu 1 MILHÃO DE ACESSOS

Meu blog http://comoserumprofissionaldesucesso.blogspot.com.br/ atingiu 1 MILHÃO DE ACESSOS, estou super feliz. Gostaria de agradecer a todos que acredita no meu trabalho, e que ajuda a divulgar meu blog. E que venha 2 milhões de acessos.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

11 coisas que não se aprendem na escola e nem na faculdade!



Meu caros amigos leitores, a educação se inicia no ambiente familiar e transgride para escolar, a maior parte do saber e aprendizado se adquire na escola, mas existem coisas que a escola tradicional não ensina e sim a escola da vida. Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates  ditou numa conferência em uma escola secundária sobre 11 regras que os estudantes não aprenderiam na escola.


Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais… Bill Gates falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero…

Regra 1: A vida não é fácil, acostume-se com isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

Regra 3: Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola.Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.

Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social.Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais.Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

Regra 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”.Então antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim.
Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar.Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real.Se pisar na bola, está despedido… RUA !!!Faça certo da primeira vez!

Regra 9: A vida não é dividida em semestres.Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

Regra 10: Televisão NÃO é vida real.Na vida real, as pessoas TÊM que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

Regra 11: Seja legal com os C.D.Fs – aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.


Bill Gates, dono de uma das maiores fortunas pessoal do mundo e da Microsoft, a única empresa que enfrentou e venceu a Big Blues, IBM, que construiu o primeiro computador, cérebro eletrônico mundial, desde a sua fundação em meados de 1900.





sexta-feira, 8 de junho de 2012

Recrutamento e Seleção, quem escolhe quem?





Sempre nos deparamos com temas sobre a escolha dos profissionais para fazerem parte de nossa equipe e, especialmente quando se trata de um profissional da área de marketing, em pequenas e médias empresas, a expectativa é muito grande.

Identificar e selecionar o melhor profissional para uma determinada oportunidade é sempre um ponto delicado, pois muitas vezes, depositamos neste novo colaborador todas as nossas expectativas para solução dos nossos problemas organizacionais.

E vocês, profissionais de marketing, preparem-se, pois as luzes da empresa se voltam para vocês com esperança de que alguma mágica sairá diretamente da caixinha do seu departamento e,consequentemente,  todas as questões serão imediatamente resolvidas. As vendas subirão imediatamente, a marca terá um valor infinito agregado da noite para o dia, e assim sucessivamente… Nossa e agora?

Como lidar com esta situação? A afobação em fazer acontecer talvez nos atrapalhe neste momento. Pare, perceba, identifique valores que regem a organização. Identifique a cultura, às vezes velada ou não, que permeia todas as relações organizacionais. Analise sua área de atuação e analise antes de tudo a si mesmo. Quais são minhas competências que terão de ser utilizadas neste primeiro momento? Eu me conheço? E conheço as minhas competências?

O profissional de marketing tende a conhecer do mercado, do externo, do macro, mas não pode se esquecer de olhar para dentro de si. Ouvi de uma amiga “Passamos da era do conhecimento para a era do autoconhecimento”. É justo! Pensem: Precisamos parar e nos analisar, só assim conseguiremos colocar nossas carreiras como produto diferenciado no mercado de trabalho.

Apenas assim, nos conhecendo, poderemos também recrutar e selecionar as empresas onde queremos e podemos contribuir. A entrada é a parte mais fácil. A permanência em uma organização é uma escolha. Esta escolha deve ser congruente com nossos valores pessoais e profissionais. Aí o processo será invertido. Nós selecionaremos a empresa onde queremos trabalhar. A decisão é nossa, o posicionamento é nosso. E a trajetória é muito melhor quando conduzida por nós mesmos.

Observem, avaliem, escolham e façam-se ser escolhidos pelas organizações onde, com certeza, o desenvolvimento do trabalho seja harmônico. Mesmo cercados de metas e pressão em busca de resultados devemos encontrar alguma coerência interna com nossas atividades do dia-a-dia. Temos que sentir um bem estar em fazer acontecer aquilo para o que estudamos e nos formamos. Tem que ser gratificante!

Só assim conseguiremos nos entender e identificar dentro de nós mesmos a capacidade de adequação, bem como atender as expectativas desta organização.
E acima de tudo entender e atender nossas próprias expectativas. Quero dedicar tempo e energia para realmente implantar o marketing na empresa? E como gasta tempo… E como gastamos energia…

No final, enxergar o resultado de nosso trabalho sempre é bom, é a concretização da nossa marca dentro da empresa. É nossa marca na história da organização. Perceber que fomos diretor atuante na consolidação de um cenário de sucesso é sem dúvidas um alívio e certeza de missão cumprida! É termos uma memória agradecida por tudo o que realmente estamos fazendo de nossa trajetória profissional.

*Ana Veloso é profissional de recursos humanos, coach e professora no B.I. International.

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