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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

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Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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sábado, 30 de abril de 2011

Você acredita que um mestrado ou MBA torna um funcionário melhor?





As políticas de ensino variam muito entre as empresas. Algumas pagam integralmente qualquer curso que o funcionário queira fazer, mesmo que não tenha nada a ver com o negócio. Outras subsidiam uma parte, mas apenas dos cursos que tenham relação com o dia a dia do empregado. E há as empresas que defendem que a educação é ainda responsabilidade de cada um, permanecendo fora do custeio. A revista VOCÊ RH perguntou a alguns executivos de RH quanto um mestrado ou um MBA pode modificar o profissional a ponto de trazer ganhos para a empresa, independentemente de quem deve arcar com essa despesa. Veja a seguir as respostas de:


“Eu acredito que todo processo de aprendizado torna uma pessoa melhor. Não necessariamente tem de ser um MBA ou um mestrado, mas tem a ver com o propósito do profissional. Tem gente que acha que o curso é só um meio de conseguir promoção ou aumento de salário — e não tem valor algum. O valor está em como pôr isso na prática, em aplicar o que foi aprendido. Viagem, leitura, MBA, toda essa gama de conhecimentos, se o funcionário está aberto ao aprendizado, tem valor enorme. Quando faz um curso fora da empresa, o colaborador troca experiência com gente de outras instituições. Ele sabe o que está acontecendo na empresa A, B ou C, escapa do comodismo e das frases prontas — e ganha consistência profissional. Em resumo, o mais importante é a atitude: podemos ter uma pessoa cheia de títulos, mas que não é capaz de repassar o conteúdo, não transforma o ambiente onde está e não aproveita nada.”ADRIANA TIEPPO -Diretora de RH da Boehringer


“Eu acredito que graduação ou pós-graduação amplia a visão do funcionário sobre um negócio. A pessoa que escolhe o mestrado se interessa por dar aula, ou por fazer uma pesquisa mais aprofundada, por exemplo. Já o MBA é mais abrangente, serve para trocar experiência com os outros profissionais, ampliar a visão e trazer novas ideias para o negócio. No Carrefour, quando fazemos um curso interno, percebemos maior integração entre os funcionários, porque eles observam a realidade de diversas áreas: o funcionário do financeiro discute com o de operações, que discute com o de marketing. Temos um comitê que avalia a performance dos profissionais e comprova que as pessoas que investem na preparação acadêmica acabam tendo um desempenho melhor do que as outras.” MARIA CAROLINA BRASIL BORGHESI- Diretora de RH do Carrefour



Eu penso que o mestrado e o MBA dão margem para o funcionário navegar e desenvolver-se por outras áreas, obtendo conhecimento variado. Quando o funcionário está numa determinada área, num determinado local, seu conhecimento fica restrito àquele meio. Então, o curso acadêmico permite que ele conheça outras competências. O profissional de RH, por exemplo, aprende algo de finanças, produção e logística, e isso consequentemente amplia seu conhecimento. E daí, quando uma dessas áreas for citada, ele consegue conversar sobre o assunto, ilustrar com práticas efetivadas de determinada empresa, ou de modelos construídos dentro dos cursos. Via de regra, as pessoas fazem o trabalho de conclusão de curso ligado à sua atuação, mas na minha cabeça elas não precisariam fazer isso. Eu vou na linha do ampliar conhecimento, promover conhecimento diferente.” ROBERTO TONIOLI - Diretor de RH da Klabin



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