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"Pessoas bem sucedidas"

Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Um Simples Gesto Voluntário Mudou Minha Vida


Para sermos profissionais de sucesso, não basta termos apenas uma boa formação educacional, ótimas habilidades e competências, um bom networking, além disso tudo, devemos ter um tempo disponível para algum tipo de trabalho voluntário. A partir de minha percepção de sentir um vazio dentro de mim, comecei a constatar que nesse mundo não viemos só para ter sucesso pessoal, e sim também para ajudar aos outros a construir seu sucesso.

Iniciei então um trabalho voluntario no hospital do câncer, era contadora de histórias para as crianças com câncer. Meu primeiro dia foi muito difícil, só de ver aqueles pequenininhos tão frágeis com aquela doença terrível, que arrasa não só o doente mais toda a família, fiquei muito mal, mas depois de ver que mesmo com todas aquelas dificuldades essas crianças com a minha chegada para contar historias, esqueceram de tudo e viajaram comigo no mundo da fantasia e imaginação, me deram tudo que mais queria um sorriso no rosto. Em muitos momentos tive que me controlar para segurar a emoção, só assim pude perceber que meus problemas eram minúsculos, em relação a daquelas crianças enfermas .

Quando entrei num quarto de uma menina, ela não quis saber de mim, virou o rosto, fiquei sem reação, não sabia o que fazer, mas respeitei a vontade dela de não querer que contasse historia naquele momento. Mas não desistir, todos os dias que eu freqüentava o hospital,l sempre ia ao quarto dela, mesmo sabendo que ia levar um não, mas nesse dia tive uma surpresa, ela quis que eu lesse um livro para ela, e a partir desse dia viramos super amigas, ela se chamava Erica, tinha uma historia de vida muito triste, a mãe era prostituta, quando ela nasceu deu a um senhor bem velhinho que criou ela em um sitio e que passou a ser seu vô, era assim mesmo que ela o chamava, onde comida e dinheiro faltava muito , mas o amor que eles tinham incondicionalmente um pelo outro, ajudou a superar todas as dificuldades .


O vô de Erica era sua companhia constante no hospital, seu estágio da doença era bem avançado, estava com metástase, mas mesmo assim, ela queria que eu contasse historias. Depois de quimioterapia e uma serie de remédios, o sorriso lindo dela, nunca saia do seu rosto. Num feriado de primeiro de maio, bateu uma vontade imensa de ir ao hospital, não era meu dia de ir, mas mesmo assim eu fui, chegando lá a enfermeira disse que Erica não estava bem, mas que passou o dia todo pedindo para ir ao shopping Center, pois ela nunca tinha ido, logo em seguida fui pedir autorização do médico para levar ela ao shopping Center, pois era do lado do hospital, o medico me autorizou e fui com outro voluntario e a enfermeira.

Erica estava em estado de euforia, chegando lá, foi emocionante, os olhinhos dela brilhavam, era um sonho de menina sendo realizado, tudo ela queria ver, pegar, como se estivéssemos em um lugar mágico, mas só era um shopping center, sendo que para ela representava um outro mundo, uma realidade que ela não conhecia. O passeio foi fantástico, cada sorriso, e pergunta dela eu me emocionava, tivemos que voltar rápido, deixei ela no hospital e me despedir com um abraço bem forte, ela me agradeceu muito.

Dois dias depois ligaram do hospital bem cedo, meu coração já desconfiava que algo ruim estava para acontecer, e eu estava certa, um amigo me informou que Erica tinha acabado de falecer, lagrimas caíram dos meus olhos, não queria acreditar, mas uma coisa me confortou, foi que conseguimos realizar o ultimo desejo dela, que para a gente é uma coisa tão supérflua, mas para era foi um sonho realizado de conhecer o shopping Center. Hoje tenho certeza que ela foi um anjinho que veio aqui na terra para mostrar que não precisamos de muita coisa para ser feliz, a felicidade pode ser construída com tão pouco, mesmo com todas as adversidades que a vida colocou numa menina de 10 anos, ela nunca perdeu a vontade de viver e sorrir.

17 comentários:

Fernandez disse... [Responder comentário]

Olá querida amiga. Uma vez conversamos sobre quando tu era contadora de histórias e achei uma atitude muito nobre por parte da amiga.
Me lembro de ter pensado justamente na dificuldade de potencialmente acabar "perdendo" alguma das amizades dos pequeninos (visto a gravidade do quadro).
Ao ler sobre a menina Erica fiquei com um misto de tristeza e felicidade. Tristeza pela pobre menina ter falecido (imagino o impacto disto sobre a amiga) e alegria por saber que ela ouviu muitas belas histórias e por ter realizado um sonho.
Parabéns pelo lindo trabalho que realizaste. Como seria bom se mais Ericas tivessem oportunidade de conhecer as Marias que levam estes pequenos momentos alegria.
Beijo no coração, Fernandez.

Cris Kilikina disse... [Responder comentário]

Muito linda e emocionante essa história. E traz uma mensagem muito boa.

Beijão!

Principe Encantado disse... [Responder comentário]

Muito legal esse trabalho, sempre bom levar alegria e esperança para os que estão necessitando de uma palavra amiga.
Abraços forte

Sissym disse... [Responder comentário]

Amiga... chorei tanto que nao consigo escrever nada... que Deus abençoe voce por ter se doado com amor.

Mr.Jones disse... [Responder comentário]

Oi, eu entendo perfeitamente tudo que relatou. Foi mais ou menos quando visitei pela primeira vez o hospital Pequeno Principe (Curitiba). Tem um andar das crianças queimadas e outro andar com crianças com cancer. E vale salientar que a maioria foram abandonadas pelos pais. Foi apartir de 1997, que ao inves de sair de lá chorando e sentindo o coraçao apertado, que eu resolvi agir. Foi quando convidei alguns amigos para ajudar aquelas crianças da forma que poderiamos. E assim o fazemos até hoje.
Algumas delas ja nao estao mais vivas, mas as que ainda sobrevivem por lá, sabe dar o valor a uma visita assim como a nossa.
Parabens a você, e a qualquer pessoa nesse mundo que saiba fazer a diferença.

abçs

Jornalista Dalton Assis disse... [Responder comentário]

Nossa que texto comovente ele serve muito como um lição de vida para todos nos que temos saúde e só reclamamos da vida dai quando lemos um relato assim e de parar e pensar. Eu também sou voluntário so que em uma Ong chamada Casa do Zezinho. É um ONG expetacular que ajuda crianças e jovens carente nunca dessistirem de seus sonhos por mais impossivel que pareça.Bem vale a pena conhecer

www.casadozezinho.org.br

Parabéns pelo seu serviço

Victor S. Gomez disse... [Responder comentário]

Gostei muito do que encontrei aqui. Os contadores de histórias são de grande mportância na formação de novos leitores. Me emociona bastante esse tipo de trabalho. Obrigado por partilhar comigo esse belo texto. Bjs

arte-e-manhas-arte disse... [Responder comentário]

Olá Mary,

A história de Erica é emocionante, mas não me pareceu triste. O trabalho dos voluntários tem um valor inestimável. Só eles e os que recebem o seu apoio, sabem apreciar devidamente o seu esforço e dedicação.

Felizes os que como tu trabalham activamente na comunidade sem nada esperar em troca. Essa é uma dádiva que não tem preço.

Beijos
Luísa

Eninha disse... [Responder comentário]

Encantador e encorajador seu depoimento .
Obrigda!
Eninha

Lady Sixties disse... [Responder comentário]

Que linda história, Mary! E ainda mais verdadeira... É por isso que temos que viver mais como se não existisse o amanhã...
Parabéns!
bjs

Lilian disse... [Responder comentário]

Olá querida amiga Mary,

Parabéns pelo lindo trabalho que realiza. Conheço a sensação que você sentiu e narrou com muita emoção, pois sou voluntária numa entidade que atende pessoas com câncer e passei por isso.

Muitas vezes podemos até pensar que não é nada uma visitinha a uma pessoa doente, mas para ela, a visita é esperada com ansiedade e alegria. É o momento que ela se desliga do sofrimento e vivencia um mundo novo, ao ouvir uma estória, ou cantar músicas que gosta. Ou então, um presentão que recebe como a visita ao shopping center que você proporcionou à Erica.

Felicito-a Mary pela bênção que você é na vida das crianças que visita.
Que Deus a abençõe e a proteja, sempre.
Carinhoso e fraterno abraço,
Lilian

Leila Franca disse... [Responder comentário]

Oi Mary,

Cheguei um pouco atrasada em sua notícia, mas cheguei. Toda vez que a gente ajuda um ser que está a um passo da morte acontece a mesma sensação. É o impacto quando a gente toma ciência da situação dificílima daquele ser, depois vem o esforço que precisamos fazer para convencê-lo, pois a princípio há esta rejeição à nossa presença, depois vem a aceitação, a amizade, e a gente vê o quanto é fácil ajudar. Nessa última parte, é a troca de olhares, as sensações que se fazem presentes que se transforma na nossa verdadeira experiência.

Usei aqui a palavra "ser", em vez de criança ou pessoa, porque podemos ajudar uma criança, um idoso, uma pessoa qualquer e também os animais.

Com os animais abandonados se dá quase que o mesmo processo. É onde eu atuo sempre que posso.

bjs

Joselito disse... [Responder comentário]

Grande testemunho Maria ... valeu mesmo.

Claudine Ribeiro G. Netto disse... [Responder comentário]

Olá amiga Maria, não consigo nem raciocinar direito de tanta emoção. Parabéns amiga, é pessoas como você que faz a diferença neste país.

Bjão.

Felipe disse... [Responder comentário]

Mary
Seu trabalho como voluntária é emocionante e a história narrada emociona mais ainda.
Beijão
Felipe

Cibele disse... [Responder comentário]

Parabéns pelo trabalho e por poder passar carinho e confiança para estas crianças e este com certeza é o maior presente que elas podem receber. Serve como lição de vida para todos nós

Elinaã disse... [Responder comentário]

Que poste emocinante! Maria parabéns pela solidariedade, pelo carinho e dedicação que você teve a menina Érica e as outras crianças também. Te Admiro muuuuuuuuito
Bjs Eli :*

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