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Psicóloga, Blogueira, adepta da meditação e alimentação saudavel. Experiência em empresas da área de mineração, bancacaria, varejo e consultoria de RH, habilidade em recrutamento e seleção, rotinas de departamento pessoal, habilidade para aplicação de testes para ingresso em empresas, treinamento, capacitação e avaliação de pessoal. Empática, localizo prioridades de cada pessoa para melhor aproveitamento. Comunicativa e pró ativa. Pontos fortes: criatividade, solução de problemas, facilidade social. Analiso os elementos internos e externos holisticamente na tomada de decisões. Focada sempre nas metas e resultados.

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Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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domingo, 31 de outubro de 2010

O ócio traz felicidade?


É comum nos depararmos com o pensamento: “como eu queria estar, neste momento, no sofá da minha casa sem fazer nada”. E mais: achamos realmente que essa atividade, ou essa “não-atividade”, deixaria-nos mais felizes e realizados do que continuar cumprindo as tarefas chatas, difíceis, coisas do trabalho ou aquelas que fazem parte da rotina diária, como estudar, olhar as crianças, cuidar da casa, etc. A verdade é que esse desejo momentâneo de não fazer nada não nos traria a mesma felicidade que temos ao cumprir as nossas atividades diárias.


Essa é a avaliação de uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago (EUA) e publicada no periódico Psychological Science. O estudo apontou que as pessoas com o número maior de atividades realizadas por dia tendem a ser mais felizes quando comparadas àquelas que não fazem nada. Ou seja, imaginar que a sua vida seria muito melhor, caso ficasse em casa sem nada para fazer ou sem algum papel para desempenhar, é uma vaga ilusão. Mas isso não significa que você deve realizar tarefas freneticamente sem ter uma pausa para descanso, lazer ou meditação. Ao contrário, esse extremo não o deixará mais feliz e possivelmente aumentará a irritabilidade e o estresse, podendo até prejudicar a sua saúde.


O segredo para não ter uma vida completa apenas de ócio nem agitada demais é manter o equilíbrio e organizar as atividades que são importantes para você. Para isso, imagine que a realização de tudo o que você faz no seu tempo pode ser dividido em três esferas: importância, urgência e circunstancial. Essa é a Tríade do Tempo, uma classificação da forma de como utilizamos o nosso tempo. Realizei uma pesquisa para saber como os brasileiros distribuíam a realização das suas atividades nessas esferas:





O brasileiro tem dividido a realização das suas atividades quase que igualitariamente. O modelo ideal seria um foco maior no que você considera importante, atividades que trazem retorno a sua carreira, sua empresa, sua família e seu equilíbrio. Infelizmente, nosso padrão é urgente, com muitas atividades desnecessárias e sem sentido, que chamo de circunstanciais. Para alterar essa estatística, é preciso adotar um método de planejamento antecipado para reduzir as urgências, aumentar o tempo no importante e praticamente eliminar as atividades circunstanciais.


Quando deixamos de produzir, tendemos a ficar desanimados e nos sentimos improdutivos. Imagine aquele dia produtivo, com reuniões, entrega de relatórios, estudos, academia, compras, jantar com a família. Com certeza, se o dia teve mais atividades importantes, a sensação é recompensadora.


Como o estudo mostrou, fazer nada não é tão bom assim para a sua vida. É preciso ter equilíbrio entre as suas atividades, tempo de lazer, de “ócio criativo” e, se você quiser, um pouco também para não fazer nada. Nossa produtividade está cada vez mais associada à nossa capacidade de relaxar e entrar em equilíbrio conosco mesmo. A vida passa rápido demais para quem só fica correndo no urgente e perdendo tempo no circunstancial. Use seu tempo com sabedoria e na velocidade certa.


*Christian Barbosa é cientista de computação e o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. Abriu sua primeira empresa aos 15 anos e foi um dos profissionais mais jovens do mundo a receber o certificado da Microsoft. Fundador da Triad Consulting, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo, Christian dá treinamento e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100, e é autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.

Conheça mais do trabalho de Christian Barbosa acessando o site www.triadedotempo.com.br e
www.maistempo.com.br


Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 408ª Edição

4 comentários:

Samanta disse... [Responder comentário]

Olá querida amiga !!!

Como sempre compartilhando excelentes textos !
Acredito que tudo que é demais realmente, digamos, enjoa !
O melhor a fazer é, como mencionado no texto, achar um equílibrio entre as atividades e o ócio.
Com os afazares diários, mesmo cansativos, sempre há aquela sensação recompensadora, o que não ocorre quando estamos improdutivos, por mais que curtir uma preguiça seja bom, fazer isso sempre não trará muita satisfação...
É a nossa essência.

Um enorme beijo !

Carol disse... [Responder comentário]

Noss..Mari..isso tem haver com um artigo que li recentemente tb que diz que as pessoas nao ficam mais felizes do que sao quando tiram ferias muito longas, apontando que o melhor é tirar ferias curtas. Na verdade a felicidade tem haver com a euforia "pré-férias", pq depois vem uma sensação pior do que a de antes de viajar...kkkk
Foi na news week que li....
kisses

Telma disse... [Responder comentário]

O repouso deve ser uma recompensa para o cansaço. Se a gente ficar tempo demais repousando, como será a recompensa? Acho que é por isso que a gente sente necessidade de ter uma atividade, só para ter o repouso depois, será que é isso?
Abraços
Telma

Jackie Freitas disse... [Responder comentário]

Olá Mari querida!!!
Muito bom esse artigo, miga! Acho que o ócio só gera benefícios para os vazios...rsrs... Porque não conseguem equilibrar a vida com ações que provoquem construções...porque se acomodam à sombra dos outros.
Uma vida de trabalho, claro que pautada em sensatez, edifica o homem! Acrescenta não apenas recursos financeiros, mas também conhecimentos e experiência...e no final das contas para que estamos aqui nesta vida? Para crescer ou estagnar?
Grande beijo, linda!
Jackie

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