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Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções - enquanto o resto se queixa.

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sábado, 29 de junho de 2013

Saiba como entrevistador pode desmascarar mentiras no currículo


Nível de conhecimento de idioma está entre as mais comuns. Candidato com informação falsa é eliminado da seleção na hora.






A maioria das mentiras que os candidatos colocam no currículo pode ser descoberta pelos selecionadores durante a entrevista de emprego, dizem especialistas. Os recrutadores lançam mão de estratégias de recursos humanos para desmascarar falsos dados e garantem que, quando pegos, os mentirosos são eliminados imediatamente, já que não transmitem confiança.
Entre as principais mentiras colocadas no currículo estão aumentar o nível de conhecimento de um idioma estrangeiro, colocar uma formação acadêmica incompleta como concluída, mudar as características pessoais por meio de autoelogios, aumentar o tempo de permanência em uma empresa ou cargo e até trocar o motivo da saída do emprego anterior. Há também candidatos que mudam a pretensão salarial ou o último salário para tentar adequá-lo ao que acham que o empregador poderá pagar. A idade, o estado civil e até o endereço podem ser forjados, pois candidatos querem parecer morar mais perto da empresa para aumentar as chances.

"Entrevista por competências"
Para grande parte dessas alterações os especialistas da área de recursos humanos têm uma forma de pegar o candidato no flagra. Uma delas é a chamada entrevista por competências, diz Matilde Berna, diretora de transição e gestão de carreiras da Right Management.
Nessa forma de entrevista, o selecionador pergunta ao candidato sobre situações reais vividas por ele para saber como agiu em determinadas situações. Com isso, é possível descobrir detalhes de cargos anteriores ou até mesmo características pessoais do profissional, explica Matilde. “O candidato que não passou por determinadas situações vai falar de forma genérica, sem dar detalhes”, afirma Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br.

Matilde destaca que há outra forma de entrevista, a investigativa. Nessa modalidade, o selecionador pede ao candidato que conte como agiria em situações hipotéticas, o que ajuda a descobrir as características pessoais de cada um.
A vice-presidente da Catho Consultoria em RH, Silvana Case, revela que é possível ainda fazer perguntas-chave ao candidato sobre seu passado. Para saber se uma formação acadêmica é verdadeira, por exemplo, é possível pedir que o entrevistado cite a disciplina preferida, o nome de um bom professor ou até mesmo o ano e a turma da formatura. “A pessoa que não sabe, trava, demora para responder, a não ser que ela seja muito bem treinada”, diz.
Os selecionadores podem, ainda, fazer alguma ação real durante a entrevista, como pedir para mudar de sala, com o intuito de testar a reação do candidato e ver se ele age como diz ser. Por exemplo, um candidato que afirma ser flexível não faria ressalvas em mudar de sala; um mais resistente, poderia questionar o motivo.


Silvana diz que o nível de idioma é um dos mais fáceis de serem testados, por meio de uma conversa com o candidato na qual são avaliados os conhecimentos da outra língua. “Mesmo quando o selecionador não conhece o idioma, ele pode pedir para o candidato falar um pouco na outra língua sem avisar que não sabe. Quem mentiu encontra alguma desculpa antes de começar a falar.”
Após a entrevista
Mesmo quando os candidatos conseguem enganar o selecionador durante a entrevista, as empresas podem tirar dúvidas por meio de outras práticas. O tempo na empresa, cargo e salário, por exemplo, podem ser checados na própria carteira de trabalho ou até mesmo por meio de um telefonema ao antigo empregador. A ligação também consegue sanar a dúvida do motivo da saída do emprego anterior.É possível, ainda, verificar nas universidades se determinados candidatos de fato concluíram os cursos mencionados. Além disso, documentos pessoais podem desmentir questões como idade, estado civil e endereço.Mesmo assim, um candidato pode conseguir passar pela seleção sem ser pego com informação falsa. É difícil saber, por exemplo, se determinada pessoa que diz ser solteira vive ou não com alguém. Nesse caso, as mentiras podem vir à tona após a contratação do empregado e, dependendo da situação, podem causar demissão, dizem os especialistas. Mentir é pior, Profissionais de RH afirmam que a mentira no processo seletivo é fator de eliminação assim que descoberta.
Grinberg, da Trabalhando.com.br, revela que já deixou de escolher uma candidata por conta de uma mentira. No caso, a mulher aumentou o cargo que ocupava na empresa anterior. Ao telefonar para a empresa para confirmar a informação, o especialista disse ter sido surpreendido com a verdade. “Ela seria escolhida caso não tivesse mentido, mas não dá para relevar um fator como esse”, diz.


A consultora da Luandre Soluções em Recursos Humanos, Walquiria Ferreira, diz que medos e inseguranças são os fatores que fazem alguns profissionais optarem pela mentira, até mesmo como um mecanismo de proteção.“No ambiente corporativo, a mentira tornou-se algo freqüente. O profissionais a utilizam como meio de autopromoção, mas não pensam que a descoberta trará consequências mais cedo ou mais tarde”, argumenta.Por isso, Walquiria sugere que sempre seja dita a verdade. “A confiança é a base de qualquer relação, inclusive a profissional”.
Fonte:G1

13 comentários:

Anônimo disse... [Responder comentário]

Valeu pelas dicas, Maria! Eu nem consigo mentir, sou muito transparente mas é sempre bom saber que nem querendo devo fazer isso pois os recrutadores tem seus meios de descobrir! Beijoooo

Gabi

Dando um Google disse... [Responder comentário]

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Anônimo disse... [Responder comentário]

1. eu sou formado e nao lembro mais do nome de nenhum professor.

2. nenhum candidato jamais vai se opor a mudar de sala.

3. uma pessoa desempregada precisa do salario que for. "a combinar" não é um pecado ao contrario do que o contratador faz parecer. se o contratador não esta disposto nem a dizer quanto quer pagar é porque está querendo pagar salarios muito diferentes para pessoas que fazem a mesma coisa, logo é pilantra.

4. a catho é famosa (nao por mim) mas por ser péssima em vários níveis. isso é mostrado nessa "matéria".

NEUSINHA BROTTO disse... [Responder comentário]

Perfeito esta postagem
Parabéns

Anônimo disse... [Responder comentário]

O OUTRO LADO DO BALCÃO:
As maiores mancadas dos recrutadores, na opinião dos candidatos


1. Não dar Feedback: se o currículo chegou, se a vaga foi fechada, se o candidato já foi excluído...


2. Não estudar com antecedência o currículo do candidato e fazer uma leitura dinâmica instante antes ou mesmo durante a entrevista

3. Marcar encontros em lugares inadequados e barulhentos, como shoppings e cafés

4. Fazer perguntas que invadem a privacidade do entrevistado, como o desejo de ter filhos, ou se é casado de papel passado

5. Rotular o profissional tomando por base o perfil de alguma empresa em que trabalhou

6. Confidenciar “estou trabalhando esta vaga por fora da empresa que represento”

7. Chamar para entrevista usando uma determinada vaga como isca, mas entrevistar para outra, cuja função e salário não são condizentes

8. Chamar para entrevista apresentando uma oportunidade e, no meio da conversa, revelar: “Queria apenas conhecê-lo”

9. Entrevistar dois candidatos simultaneamente para “ganhar tempo” ou fazer a entrevista às pressas por que o candidato seguinte já chegou

10. Durante a entrevista, permitir ser interrompido por terceiros, atender ao celular, sair da sala, ler e-mails...

11. Dizer que vai passar o candidato para a próxima fase e sumir sem dar nenhuma satisfação

12. Medir visualmente o candidato de cima a baixo, antes mesmo da conversa ser iniciada

13. Fazer perguntas ou insinuar brincadeiras preconceituosas relacionada à religião, cor da pele, preferência sexual e aparência física.

Anônimo disse... [Responder comentário]

Olá Maria, valeu pelas dicas, todo profissinal sabe das suas limitações, a melhor coisa é ser transparente, mostrar que tem interesse e que pode fazer a diferença.

Gi disse... [Responder comentário]

@Anônimo Perfeitamente colocados esses 13 pontos - "O OUTRO LADO DO BALCÃO" no comentário acima. Deveriam estar em uma postagem.

Anônimo disse... [Responder comentário]

Bacana que os recrutadores estejam pensando assim. Mas vamos botar pimenta nessa conversa: e quando o entrevistador invade a intimidade? Dou um exemplo: uma recrutadora muito conhecida por seus métodos nada ortodoxos em minha cidade começa sua entrevista com a seguinte pergunta fechada - "Muito bem fulano (ou fulana) você dorme com homem ou com mulher?"
Tirando o fato de ser uma grosseria gratuita, que justificativa existiria para uma "profissional" iniciar uma entrevista de forma tão invasiva?

SEJA UM VENCEDOR disse... [Responder comentário]

Ótimo post.
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Anônimo disse... [Responder comentário]

Interessante o artigo, demonstra que os processos de seleção estão cada vez mais envolventes, porem tem-se que salientar que os recrutadores além de buscar as experiencias vividas descritas no curriculo, histórico de formação academica e idiomas, devem formular perguntas precisas, indicando o assunto, visto que perguntas genérias querem respostas genéricas. Outro fator muito importante é buscar acalmar o entrevistado, podendo dessa forma extrair o máximo e melhor formar o juizo em relação ao profissional.

Anônimo disse... [Responder comentário]

Muito interessante essas informações.No meu caso eu não conseguiria mentir, mesmo que quisesse. Como tenho pretensão de trabalhar na área de recursos humanos, é uma informação útil para ficar atenta.

Anônimo disse... [Responder comentário]

Concordo em parte,pois,as vezes o candidato está tão tenso que dar um branco,digamos que tenha feito estes cursos há algum tempo,na hora esquece o nome dos professores.

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